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Batalha naval da Ponta de Pedras
    12 de janeiro de 1640, quinta-feira
    Atualizado em 13/02/2025 06:42:31


1640 — Batalha naval da Ponta de Pedras. O capitão-generalconde da Torre havia saído da Bahia com a seguinte armada: esquadrade Castela, seis galeões e seis urcas, com 342 canhões, sob o comandodo general dom Juan de la Vega Bazán, sendo almirante (título que,entre os espanhóis e portugueses, competia ainda então ao segundocomandante de uma esquadra), Francisco Dias Pimenta; esquadrade Portugal, oito galeões e um patacho, com 226 canhões (generaldom Rodrigo Lobo; almirante Cosme do Couto Barbosa); esquadrado socorro das ilhas, 15 velas, com 111 canhões (general dom DiegoLobo; almirante Antonio da Cunha de Andrade); frota dos açúcares* Aqui faltaram, possivelmente, as palavras “de páginas”. (N.E.)OBRAS DO BARÃO DO RIO BRANCO52ou do Rio de Janeiro, 12 velas, com 126 canhões. Total: 48 naviosde guerra ou armadas em guerra, com 805 canhões e 41 transportes enavios pequenos desarmados, sendo 13 caravelas, seis patachos de SãoVicente, nove barcos latinos da costa e 13 barcos sem coberta. A bordode alguns dos navios de guerra e transportes, ia o pequeno exército domestre de campo general, príncipe de Bagnuoli (criado príncipe pelasua defesa da Bahia em 1638 contra Nassau) (ver 26 de agosto). Oexército, composto de tropas de Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,São Paulo, Portugal e Nápoles, deveria desembarcar perto do Recife;no entanto, ventos contrários levaram a armada para o sul da Bahia;quando pode voltar para o norte, o mau tempo arrastou-a muito alémdo Recife. Vários navios desgarraram e voltaram à Bahia. O conde daTorre ia no galeão do general Vega Bazán, com quem estava na maiordesinteligência. Ao encontro dessa poderosa força naval, o príncipeMaurício de Nassau despachou do Recife uma esquadra de 41 navios,com 473 canhões, sob o comando do almirante Willem CorneliszoonLoos. Em número de navios, era quase igual à Armada luso-espanhola;no dos canhões, era muito inferior. Contudo, tinha a vantagem de sercomposta de navios mais veleiros do que os pesados galeões espanhóise portugueses. Neste dia 12 de janeiro, travou-se o primeiro combate,sempre a vela, ao norte de Itamaracá e na altura da Ponta de Pedras. Foimorto o almirante Loos e metido a pique o navio holandês Alkmaar,de 26 peças. O vice-almirante Jacob Huighens assumiu o comando daesquadra holandesa. Continuando a navegar para o norte, bateram-seainda as duas forças nos dias 13, 14 e 17 (ver essas datas).





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Sobre o Brasilbook.com.br

Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.

Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa. Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?

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Quanto à sua pergunta: Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?

Depende de como você define "contar a história". Existem diferentes níveis de profundidade e objetivos possíveis:

1. Visão Didática (Essencial)
Quantidade estimada: 500 a 2.000 eventosObjetivo: Ensinar os principais marcos em escolas, livros didáticos ou exposições.Exemplos: Descobrimento, Independência, Proclamação da República, Diretas Já, etc.

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Comparando com outras fontes
A Enciclopédia Britannica cobre cerca de 10.000 a 15.000 eventos mundiais.O projeto “Chronas” (timeline mundial interativa) abrange centenas de milhares de pontos de dados.

Conclusão:

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