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autor:28/10/2023 13:24:40
Setenta presos, escoltados por agentes federais, embarcaram rumo ao exílio em Santiago do Chile

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    13 de janeiro de 1971, quarta-feira
    Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
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JAN.
13
HOJE NA;HISTóRIA
59

No dia 7 de dezembro de 1970, sob o comando do militante da VPR Gerson Theodoro de Oliveira, foi desencadeado o seqüestro ao embaixador. Bucher dirigia-se para a embaixada quando o carro diplomático foi interceptado pelos seqüestradores, entre eles Carlos Lamarca. O embaixador suíço, então com 56 anos, foi levado para uma casa da Rua Paracatu, em Rocha Miranda. As negociações foram as mais longas de todos os seqüestros e envolveram a libertação de setenta presos políticos.No dia 13 de janeiro de 1971, após várias negociações em torno dos nomes dos prisioneiros que deveriam ser libertados, setenta presos foram escoltados por agentes federais, sendo embarcados em um Boeing da Varig, rumo ao exílio em Santiago do Chile.Na manhã do dia 16 de janeiro de 1971, Bucher foi deixado próximo ao penhasco da igreja da Penha.Os prisioneiros libertados foram:Afonso Junqueira de Alvarenga, filho de Antônio de Melo Alvarenga e Chloris Junqueira de Alvarenga;Mara Curtiss Alvarenga, filha de Emílio Curtiss Lima e de Marina Terlizzi Curtiss Lima;Afonso Celso Lana Leite, filho de Celso Moreira Leite de Ofélia Lana Leite;Aluízio Ferreira Palmar, filho de Anízio Gonçalves Palmar e de Luiza Ferreira Palmar;Antônio Expedido Carvalho Pereira, filho de Firmino Fernandes Pereira e de Neusa Carvalho Pereira;Antônio Rogério Garcia Silveira, filho de Clóvis Garcia Silveira e de Zilda Garcia Silveira;Antônio Ubaldino Pereira, filho de Joaquim Cecílio Pereira e Maria Ubaldina Pereira;Aristenes Nogueira de Almeida, filho de Aristenes Nogueira Almeida e de Marieta Gonçalves de Almeida;Armando Augusto Vargas Dias, filho de Armando Prates Dias e Clélia Vargas Dias;Bruno Dauster Magalhães e Silva, filho de José Dauster Mata e Silva e Josefa Magalhães e Silva;Bruno Piola, filho de Arturo Piola e Assunta Piola;Carlos Bernardo Vainer, filho de Adolpho Vainer e Múcia Vainer;Carmela Pezzutti, filha de Pedro Pezzutti e Tiburcia de Ávila Pezzutti;Chirstóvão da Silva Ribeiro, filho de Virgílio Ribeiro Filho e Maura da Silva Ribeiro ou Maura da Silva Oliveira;Conceição Imaculada de Oliveira, filha de José Pinto de Oliveira e Carmelina Paula de Oliveira;Daniel José de Carvalho, filho de Ely José de Carvalho e Esther Campos de Carvalho;Delci Fensterseifer, filho de Bernardo Fensterseifer e de Lúcia Fensterseifer;Derly José de Carvalho, filho de Ely José de Carvalho e de Ester Campos de Carvalho;Edmur Péricles Camargo, filho de Thomaz Benedito de Moura e Maria da Penha Villaça de Camargo;Elinor Mendes Brito, filho de Manoel Mendes Batista e Teodomira Brito Mendes;Encarnación Lopes PeresFrancisco Roberval Mendes, filho de Roberval Rubens Mendes e Ismênia Magalhães Mendes;Geny Cecília Piola, filha de Avelino Pedroti e Natalina Pedroti; (casada com Bruno, levou suas três filhas menores, Tatiana, Kátia e Bruna)Gustavo Buarque Schiller, filho de Sílvio Brandon Schiller e Yedda Buarque Schiller;Irani Campos, filho de José Campos Sobrinho e Zulmira Campos Chaves;Ismael Antônio de Souza, filho de Francisco Antônio de Souza e de Iria Barbosa de Souza;Jayme Walwitz Cardoso, filho de José Ferreira Cardoso e Cecy Walwitz Cardoso;Jairo José de Carvalho, filho de Ely José de Carvalho e de Esther Campos de Carvalho;Jean Marc Friedrich Charles Van Der Weid, filho de Freddy Charles Henri Gaston Van Der Weid e Regina Sodré Van Der Weid;João Batista Rita, filho de Graciliano Miguel Rita e Aracy Pereira Rita;João Carlos Bona Garcia, filho de Osório Potela Garcia e de Maria Santina Bona Garcia;Joel José de Carvalho, filho de Ely José de Carvalho e de Esther Campos de Carvalho;José Duarte dos Santos, filho de Francisco Lázaro dos Santos e Francisca Duarte dos Santos;Jovelina Tonello do Nascimento, filha de Luiz Tonello e Gioconda Mantovani Tonello;Júlio Antônio Bittencourt Almeida, filho de Júlio Antônio Bittencourt Almeida e Maria de Lourdes Bittencourt Almeida;Lúcio Flávio Uchôa Regueira, filho de Luiz Regueira e Lenira Barbalho Regueira;Luiz Alberto Barreto Leite Sanz, filho de José Antônio Sanz Affonso e Luiza Azevedo Barreto Leite;Manoel Dias do Nascimento, filho de Manoel Dionizio do Nascimento e Tercina Dias de Oliveira;Marcos Antônio Maranhão Costa, filho Artur Maranhão Costa e Nair de Araújo Maranhão Costa;Maria Auxiliadora Lara Barcelos, filha de Waldemar de Lima Barcelos e Clélia Lara Barcelos;Maria Nazareth Cunha da Rocha, filha de Francisco Farias da Rocha e Honorina Penna Cunha da Rocha;Nancy Mangabeira UngerNelson Chaves dos Santos, filho de João Chaves dos Santos e Iolanda Ferreira Chaves;Otacílio Pereira da Silva, filho de Francisco Lúcio da Silva e Raimunda Pereira da Silva;Paulo Roberto Alves, filho de Pedro Alves Carneiro e Maria José Palmeira;Paulo Roberto Telles Franck, filho de Alberto Franck e Iêda Zila Telles Franck;Pedro Alves Filho, filho de Pedro Alves Carneiro e de Maria José Palmeira;Pedro Chaves dos Santos, filho de João Chaves dos Santos e de Yolanda Ferreira Chaves;Pedro França Viegas, filho de Mamede Costa Viegas e Francisca França Viegas;Pedro Paulo Bretas, filho de Antônio Furbino Bretas e Amélia Furbino Bretas;Rafael de Falco Neto, filho de Antônio de Falco Sobrinho e Victoria Aparecida Tortella de Falco;Reinaldo Guarany Simões, filho de Oscar Simões e Margarida Souto Simões;Reinaldo José de Melo, filho de Gentil Melo Rosa e Modestina Peixoto da Rosa;Roberto Cardoso Ferraz do Amaral, filho de Augusto Cardoso Ferraz e Silvia Cardoso Ferraz;Roque Aparecido da SilvaSamuel Aarão Reis, filho de Daniel Pena Aarão Reis e Lúcia Pena Aarão Reis;Sônia Regina Yessin Ramos, filha de Manoel Martins Ramos Netto e Lydia Yessin Ramos;Takao Amano, filho de Kaneo Amano e Yoko Nishi;Tito de Alencar Lima, filho de Ildefonso Rodrigues Lima e Laura Alencar Lima;Ubiratan de Souza, filho de Augusto de Souza Gomes e de Cely Eltz Gomes;Ubbiratan Vatutim Borges Kertzscher, filho de Juliano Mieczstaw Kertzscher e de Alice Borges Mieczstaw Kertzscher;Umberto Trigueiros Lima, filho de Walter Lima e Elita Trigueiros Lima;Valneri Neves Antunes, filho de Izidoro Antunes Fernandes e Eurélia da Silva Fernandes;Vera Maria Rocha Pereira, filha de Waldemir (ou Walmir) de Freitas Pereira e Elita da Rocha Pereira;Wânio José de Mattos, filho de José Antônio de Mattos e Luiza Santos de Mattos;Washington Alves da Silva, filho de José Alves Neto e Maria Aurora da Silva Alves;Wellinton Moreira Diniz, filho de Nereu Diniz e Maura Moreira Diniz;Wilson do Nascimento Barbosa, filho de Ulisses Gomes Barbosa e Lucinda Nascimento Barbos



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EMERSON


13/01/1971
ANO:83
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]