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I.D.:  Senha:  
Antonio Francisco de Aguiar sendo “político”
1 de julho de 1797, sábado ver ano
  
  
  

Em carta para outro “Inspetor de Registros Reais”, Antonio Francisco de Aguiar comenta com Antonio Manuel Fernandes da Silva, sobre um terceiro, José Joaquim de Oliveira Cardoso, sob o qual pairava uma dúvida: se iria “formalizar” as dívidas que tinha em juízo, se ele iria assumi-las como “válidas”.

Ou seja, se seria necessário um “processo judicial” se o fulano não pagasse à dívida. Ele disse “me tenho esforçado [...] a que o Doutor José Joaquim formalize as suas contas judiciosas e verdadeiras, por crédito seu, e boa reputação as cinzas de seu pai”.

Interessante é que o pai do devedor, ainda estava vivo. José Joaquim era filho do Capitão-mor de São Paulo, Manuel de Oliveira Cardoso. Antonio Francisco de Aguiar era Tenente-Coronel e genro de Paulino Aires de Aguirre, grande potentado em Sorocaba. Antonio Manuel Fernandes da Silva era procurador e representante de Tomé Joaquim da Costa Corte Real, Conselheiro Ultramarino.

Ou seja, todos trabalhavam para o “Governo”.que o Doutor José Joaquim formalize as suas contas judiciosas e verdadeiras, porcrédito seu, e boa reputação as cinzas de seu pai, e daquilo que se liquidar, sepagou com os bens e isto já sem demora, para sossego de tantos espíritosdesinquietos ao que me satisfaz ter no princípio procurado liquidá-los comutandovários partidos [...] a conta do seu crédito o que como homem de bem econceituado, declarasse a quem desse paga... 365






[27693] Coisas do Caminho. Crédito, confiança e informação na economia do comércio de gato entre Viamão e Sorocaba (1780-1810), 2018. Tiago Luís Gil, UnB
01/01/2018


EMERSON



ANO:59
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