14 de maio de 2025, quarta-feira Atualizado em 24/10/2025 03:38:56
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HOJE NA;HISTóRIA
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Maria Soares de Abreu
Persoonlijke gegevens Maria Soares de Abreu Bron 1Bron 1Zij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Bron 1Zij is overleden in Brasil.Bron 1Een kind van Antonio Fernandes de Abreu en Ana Soares FerreiraDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 18 december 2024.Gezin van Maria Soares de Abreu(1) Zij is getrouwd met João Francisco Brandão.Zij zijn getrouwd in het jaar 1729 te Sorocaba, São Paulo, Brasil.(2) Zij is getrouwd met Domingos Leme da Silva.Zij zijn getrouwd in het jaar 1703 te Itu, São Paulo, Brasil.Notities over Maria Soares de Abreu3-1 Maria Soares de Abreu, casou 1o em 1703 em Itu com Domingos Leme da Silva (o Botuca), filho de Domingos Leme da Silva e de Maria Cordeiro de Almada V 2o Fal Domingos Leme, em 1729 em Cuiabá, passou Maria Soares a 2as núpcias nesse mesmo ano em Sorocaba com João Francisco Brandão, de quem era viúva em 1746, filho de Euquério de Aguiar Mendonça e de Ana Moreira de Souza, neste Sem geração dos dois maridosSem geração dos dois maridos.
Ana Soares Ferreira (????-1747)
Persoonlijke gegevens Ana Soares Ferreira Zij is geboren in Guarulhos, São Paulo, Brasil.Zij is overleden in het jaar 1747 in Sorocaba, São Paulo, Brasil.Een kind van Antonio Soares Ferreira en Domingas AntunesDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 1 september 2020.Gezin van Ana Soares FerreiraZij is getrouwd met Antonio Fernandes de Abreu.Zij zijn getrouwdKind(eren):Maria Soares de Abreu João Abreu ????-< 1717Antonio Soares da Fonseca Francisco Cubas Ferreira Antonio Fernandes de Abreu ????-< 1739 Notities over Ana Soares Ferreiraalias Anna Maria Soares
Isabel Cubas (± 1594-????)
Persoonlijke gegevens Isabel Cubas Zij is geboren rond 1594 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Een kind van Gaspar Cubas Ferreira en Isabel SobrinhaDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 20 januari 2021.Gezin van Isabel Cubas(1) Zij is getrouwd met Sebastião da Costa.Zij zijn getrouwdKind(eren):Maria da Costa ± 1600-????(2) Zij is getrouwd met Luiz Soares.Zij zijn getrouwdKind(eren):Gaspar Soares Ferreira ????-1671 Antonio Soares Ferreira Miguel Soares Ferreira ????-1724Isabel Soares Francisco Cubas FerreiraPersoonlijke gegevens Francisco Cubas Ferreira Bronnen 1, 2Hij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Een kind van Antonio Fernandes de Abreu en Ana Soares FerreiraDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 1 september 2020.Gezin van Francisco Cubas FerreiraHij is getrouwd met Isabel Delgado de Oliveira.Zij zijn getrouwd in het jaar 1714 te Itu, São Paulo, Brasil.Kind(eren):João Cubas Ferreira 1704-1784 Notities over Francisco Cubas Ferreira3-3 Francisco Cubas Ferreira, casou em 1714 em Itu com Isabel Delgado de Oliveira, filha de Matias de Oliveira Gago e de Maria de Chaves V 4o
João de Anhaia de Almeida Cap.Mór (1614-????)
Persoonlijke gegevens João de Anhaia de Almeida Cap.Mór Bronnen 1, 2Hij is geboren in het jaar 1614 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Bron 3Een kind van Paulo de Anhaia en Maria CoelhoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 9 april 2021.Gezin van João de Anhaia de Almeida Cap.MórHij is getrouwd met Isabel Delgado.Zij zijn getrouwd in het jaar 1654 te Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil, hij was toen 40 jaar oud.Kind(eren):Florência Almeida Francisca Almeida Ana Almeida Matias de Oliveira Gago ????-< 1742 Pascoal Delgado Lobo Isabel Delgado 1660-???? Felipa Gago João Almeida Maria Coelho de Almeida Joana de Almeida ????-1752
Estevão Gago da Camara (± 1657-< 1747)
Persoonlijke gegevens Estevão Gago da Camara Bron 1Hij is geboren rond 1657 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Hij is overleden voor 1747.Een kind van João Bernardes Maciel en Brigida da CamaraDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 20 mei 2020.Gezin van Estevão Gago da CamaraHij is getrouwd met Maria da Luz do Prado.Zij zijn getrouwd.Kind(eren):Antonio do Prado da Camara ± 1679-???? Felipa do Prado da Camara José do Prado da Camara ????-± 1790 Maria da Luz do Prado João do Prado Gago ????-1754 Notities over Estevão Gago da Camara
João Bernardes Maciel
Persoonlijke gegevens João Bernardes Maciel Bron 1Hij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Deze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 28 augustus 2020.Gezin van João Bernardes MacielHij is getrouwd met Brigida da Camara.Zij zijn getrouwdKind(eren):Estevão Gago da Camara ± 1657-< 1747 Salvador Gago da Camara ????-1695Maria da Camara
Antonio Raposo o Velho Bronnen 1, 2Alternatieve naam: Antonio Raposo FerrãoHij is geboren rond 1557 in Mafra, Lisboa, Portugal.Hij is overleden op 7 januari 1633 in Brasil.Een kind van Álvaro Aires Ferrão en Susana Nunes RaposoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 26 november 2024.Gezin van Antonio Raposo o Velho(1) Hij is getrouwd met Antolina Requeixo de Peralta.Zij zijn getrouwdKind(eren):Antonia Requeixo de Peralta (2) Hij is getrouwd met Isabel de Góes.Zij zijn getrouwd te Brasil.Kind(eren):
Ana de Góes ± 1590-1616 Pedro de Góes Raposo ± 1594-???? João Raposo Bocarro ± 1595-< 1684 Antonio Raposo Pegas ± 1598-???? Manoel de Góes Raposo ± 1598-± 1671 Branca de Góes Raposo 1598-1658 Maria de Góes ± 1602-???? Isabel de Góes ± 1606-???? Suzana de Góes ± 1606-1630 Estevão Raposo Bocarro Juliana de Góes Notities over Antonio Raposo o Velho11 great-gradfatherTITULO RAPOSOS GÓESAntonio Raposo, natural de Lisboa, Portugal, foi o tronco da família deste apelido em São Paulo Veio de Portugal na armada de Dom Diogo Flores de Valdez, à São Vicente, e em 1601 foi armado cavaleiro por Dom Francisco de Souza, governador geral do Brasil, por decreto de El-Rei Dom Felipe, em premio de relevantes serviços prestados à Coroa Casou em São Paulo com Isabel de Góes e ali faleceu com testamento em 1633 (1) Teve:
Cap 1o Estevão Raposo Cap 2o Coronel João Raposo Bocarro1 Cap 3o Antonio Raposo Pegas Cap 4o Manoel de Góes Raposo Cap 5o Pedro de Góes Raposo Cap 6o Branca Raposo Cap 7o ((Mesma do capitulo 8)) Cap 8o Suzana de Góes Cap 9o Joana de Góes Cap 10o Isabel de Góes Cap 11o Maria de Góes Cap 12o Ana de Góes
385 VOLUME 3o--------------------Genealogia Paulistana Vol. III - Pág. 03 a 47 Título Raposos Góes (Parte 1) Pág. 03-----Pág. 3, 1.ª linha, onde diz: Beja, leia-se Lisboa.-----------------------------------Antonio Raposo, o Velho Nascimento: 1558 Origem: Beja, PortugalNasceu em 1558, em Beja, em Portugal.Filho de ÁLVARO AYRES FERRÃO e de SUZANA NUNES RAPOSO.1. Luís Gonzaga da Silva Leme. Genealogia Paulistana. Vol. II (Pires), pág. 123; Vol. II (Leme), pág. 209,265,466; Vol. III (Raposo Góes), pág. 3; Vol. III (Prado), pág. 243; Vol. IV (Taques Pompeu), pág. 300; Vol. VII (Fernandes Povoadores), pág. 227; Vol. VIII (Oliveira), pág. 495,516.2. Site da Internet do Projeto Compartilhar.3. Site da Internet dos Títulos Perdidos, de Lênio Richa.4. Site da Internet da Usina de Letras.http://genearc.net/index.php?op=ZGV0YWxoZVBlc3NvYS5waHA=&id=OTA1OQ==
----------------------GENEALOGIA BRASILEIRAEstado de São Paulo - Os Títulos PerdidosLênio Luiz Richa (lenioricha@yahoo.com.br)RAPOSOS BOCARROS- Antonio Raposo (vide Nota, no rodapé), n. 1558, Beja ou Mafra, arcebispado de Lisboa, fct. SP, 1633 (onde foi armado Cavaleiro em 1600/1, pelo Governador, D. Francisco de Souza), f. de Álvaro Aires Ferrão e sm. Susana Nunes Raposo, veio com sua 1ª esposa, Antolina Requeixa de Peralta (ou Antolina Requeixo de Peralta), n. Castela, para Santos, na Armada do Gal. Diogo Flores Valdez, em 1582/3, onde c. 2ª vez com Isabel de Góes, f. 1629, cuja geração constituiu todo o Título Raposos Góes (de Pedro Taques), f. de Domingos Gonçalves da Maia e Izabel de Góes, naturais da Ilha da Madeira (em Góes Mendonças), e ficou servindo no forte da Barra de Santos, tendo sido ativo sertanista que participou de várias entradas, à partir de 1595. (1.81, 212, 2.23, 3.40, AS.10.192, e DB.332).Nota nº 2:Esta a versão da maior parte dos autores, entretanto devemos notar o seguinte: Pedro Taques mandava para Raposos Bocarros os que dizia filhos de D. Antolina; Silva Leme diz não ter encontrado vestígios desse casamento de Antonio Raposo e põe todos os que viriam para este título em Raposos Góes;Américo de Moura achava que o marido de D. Antolina teria sido o irmão (ou pai?) de Antonio Raposo, Estêvão Raposo Bocarro, f. Santos, que ainda vivia em 1607, o que parece ser o mais provável; além disso, parece que esse seria o mesmo Estêvão Raposo, morador de São Vicente, que tinha engenho na Ilha de Santo Amaro, recebeu sesmaria no RJ, em 1565, onde foi testemunha de fiança em 1566, Juiz Ordinário, em Santos, em 1569, onde estava em 1583. De qualquer modo, este Título existiu, e achamos que poderia ter tido pelo menos os capítulos acima. (CP.387, PP.134 e 157 e SL.3.3, nota)--------------Antonio Raposo(ouvido a 5 de outubro de 1627), naturalda vila de Mafra, arcebispado de Lisboa, com cerca de 70 anos de idade, filho de Álvaro Aires Ferrão e de Susana Nunes Raposo. Era casado com Isabel de Góes. Há quarenta anos conheceu ao Padre José na vila de Santos e depois, sendo visitador, nesta vila de São Paulo. Estando no Rio de Janeiro, encontrou-se com o dito padre, o qual lhe perguntara a ele testemunha para onde iria. Respondeu que para Portugal. Perguntou novamente Anchieta em qual na-vio. Ao saber que seria em um navio de Jerônimo Perestrelo, mandou que retornasse para sua casa, porquanto haveria de ser roubado o dito navio. Foi o que depois aconteceu. Não assinou por o não saberProcesso de Anchieta 1627
Antolina Requeixo de Peralta (± 1560-????) Persoonlijke gegevens Antolina Requeixo de Peralta Zij is geboren rond 1560 in Orense, Galicia, Espanha.Deze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 1 september 2020.Gezin van Antolina Requeixo de PeraltaZij is getrouwd met Antonio Raposo.Zij zijn getrouwd.Kind(eren):Antonia Requeixo de Peralta
Antonia Requeixo de Peralta Persoonlijke gegevens Antonia Requeixo de Peralta Zij is geboren in Orense, Galicia, Espanha.Een kind van Antonio Raposo en Antolina Requeixo de PeraltaDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 31 december 2020.Gezin van Antonia Requeixo de PeraltaZij is getrouwd met Gaspar Fernandes Palha.Zij zijn getrouwdKind(eren):Gaspar Fernandes Picam
Gaspar Fernandes Picam Palha Persoonlijke gegevens Gaspar Fernandes Picam Palha Bron 1Hij is geboren in Santos, São Paulo, Brasil.Een kind van Gaspar Fernandes Palha en Antonia Requeixo de PeraltaDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 19 juni 2024.Gezin van Gaspar Fernandes Picam PalhaHij is getrouwd met Catarina Cotrim de Oliveira.Zij zijn getrouwdKind(eren):Antonia Paes de Queiroz ± 1638-1688 Paula de Oliveira ± 1644-???? Diogo de Escobar Ortiz Estevão Raposo Bocarro ± 1644-???? Fabiana Ortiz Notities over Gaspar Fernandes Picam Palha* Funchal?alias PicãoCap. Gaspar Fernandes Palha e Catarina de Oliveira Cotrim Escobar,Do capitão Gaspar Picam, Cc Catarina de Oliveira, descobrimos os 3 filhos seguintes:1o Diogo de Escobar Ortiz, Cc Potência Leite da Silva, filha de Bartolomeu Simões de Abreu e de Isabel Paes da Silva Com geração no V 2o pág 4662o Estevão Raposo Bocarro, que Cc Maria de Abreu Pedroso Leme, irmã de Potência Leite do no precedente Com geração no V 2o pág 4693o Paula de Oliveira, que Cc Antonio Barbosa de Lima (que se ordenou depois de viúvo) filho de Gabriel Barbosa de Lima e de Maria do Rosário Título Moraes Cap 3o § 2o no 2-5Antonia Paes de Queiroz, que foi Cc Salvador de Oliveira d‘Horta, e 2a vez com Mateus de Siqueira e MendonçaEntretanto, nós escrupulizamos em descrever neste título esse 1o casamento, por não vir inventário a filha Antonia Requeixa, por si ou seus herdeirosAntonia Paes de Queiroz, natural da Ilha de São Sebastião, filha do Capitão Gaspar Picam, natural de Santos, e de Catarina de Oliveira Cotrim, n p de Gaspar Fernandes Palha, natural da cidade do Funchal (descendente de Rui Vaz de Almada que teve do rei o apelido Palha) e de Antonia Requeixo de Peralta V 3o
Maria da Luz do Prado I (± 1657-1747) Persoonlijke gegevens Maria da Luz do Prado I Bron 1Zij is geboren rond 1657 in Brasil.Zij is overleden in het jaar 1747 in Porto Feliz, São Paulo, Brasil.Een kind van João do Prado da Cunha en Mécia Raposo de SiqueiraDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 26 oktober 2020.Gezin van Maria da Luz do Prado IZij is getrouwd met Estevão Gago da Camara.Zij zijn getrouwdKind(eren):Antonio do Prado da Camara ± 1679-???? Felipa do Prado da Camara José do Prado da Camara ????-± 1790 Maria da Luz do Prado João do Prado Gago ????-1754 Notities over Maria da Luz do Prado I2-10 Maria da Luz do Prado, natural de São Paulo, faleceu com 90 anos de idade em 1747 em Araritaguaba no estado de viúva de Estevão da Câmara, filho do Capitão João Bernardes Maciel, que foi juiz de órfãos de Mogi das Cruzes em 1680, e de Brígida da Câmara, esta, falecida em 1645 em Mogi das Cruzes. Foi Estevão Gago da Câmara irmão inteiro de Salvador Gago da Câmara, falecido em 1695 na mesma vila, sem geração, irmão também de Maria da Câmara que foi 1.o C.c. João Cubas do Prado, falecido em 1688 na vila supra, e 2.a vez com Agostinho Cardoso. Maria da Luz do Prado teve de seu marido Estevão Gago da Câmara, q. d.:Paula Pinto do Rego (± 1680-1767)Persoonlijke gegevens Paula Pinto do Rego Zij is geboren rond 1680 in Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.Zij is overleden in het jaar 1767 in Porto Feliz, São Paulo, Brasil.Een kind van Manoel Pinto do Rego en Maria da Luz PimentelDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 1 september 2020.Gezin van Paula Pinto do RegoZij is getrouwd met João do Prado Gago.Zij zijn getrouwdKind(eren):Francisco Pinto do Rego Rita do Prado Gago Manoel Pinto do Rego (????-1748)Persoonlijke gegevens Manoel Pinto do Rego Bronnen 1, 2Hij is geboren in Lisboa, Lisboa, Portugal.Hij is overleden op 8 juni 1748.Een kind van Antonio Pinto do Rego en Isabel do RegoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 1 september 2020.Gezin van Manoel Pinto do Rego(1) Hij is getrouwd met Maria da Luz Pimentel.Zij zijn getrouwd in het jaar 1679 te Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.Kind(eren):Paula Pinto do Rego ± 1680-1767 Úrsula Pinto do Rego Maria Pinto do Rego ????-1774 Isabel Pinto do Rego ± 1700-???? João Pinto Pimentel Feliciana Pinto Rego (2) Hij is getrouwd met Luzia Veloso.Zij zijn getrouwdKind(eren):Diogo Pinto do Rego Maria Pinto Notities over Manoel Pinto do RegoTit. Pretos
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]