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    2 de maio de 2025, sexta-feira
    Atualizado em 04/12/2025 00:51:16



MAI.
02
HOJE NA;HISTóRIA
74

João Ferraz CastanhoBorn before 1778 - Itú, SP, BrasilDeceased

Parents

João Ferraz De Campos (1730-1804)
Rosa Maria De Siqueira (1738-1803)

Spouses and childrenWith Anna Antonia Mendes De Almeida /1778- withF Maria Gertrudes Ferraz Mendes De AlmeidaM Joaquim Ferraz De Almeida ca 1808-

SiblingsM João Ferraz Castanho /1778-M José Ferraz De CamposM Manoel Ferraz De CamposF Gertrudes Antonia Ferraz De Campos 1783-F Maria Ferraz De CamposF Anna Ferraz De Campos

João Ferraz De Campos

Born - Itú, SP, BrasilBaptized October 29, 1730 (Sunday) - Itú, SP, BrasilDeceased December 17, 1804 (Monday) - Itú, SP, Brasil, aged about 74 years old ParentsPedro Dias Ferraz ca 1694-ca 1757Maria Paes Rodrigues 1701-1787 Spouses and childrenMarried March 4, 1753 (Sunday), Itú, SP, Brasil, to Rosa Maria De Siqueira 1738-1803 withM João Ferraz Castanho /1778-M José Ferraz De CamposM Manoel Ferraz De CamposF Gertrudes Antonia Ferraz De Campos 1783-F Maria Ferraz De CamposF Anna Ferraz De CamposMarried April 2, 1804 (Monday), Itú, SP, Brasil, to Anna Dias Leite †ca 1804 SiblingsM Manuel Dias Ferraz ca 1726-1757F Antonia Ferraz De Arruda ca 1727-F Anna Ferraz De Campos ca 1729-M João Ferraz De Campos 1730-1804F Maria LeiteF Josefa Paes FerrazM Ignácio Dias FerrazM Antonio Ferraz De Campos ca 1745-ca 1804Maria Paes Rodrigues Maria Paes de CamposBorn - Itú, SP, BrasilBaptized September 16, 1701 (Friday) - Itú, SP, BrasilDeceased June 9, 1787 (Saturday) - S. Paulo, SP, Brasil, aged about 85 years old ParentsJoão Paes Rodrigues, filho ca 1666-ca 1743Margarida Antunes Bicudo Spouses and childrenMarried about 1725, Itú, SP, Brasil, to Pedro Dias Ferraz ca 1694-ca 1757 withM Manuel Dias Ferraz ca 1726-1757F Antonia Ferraz De Arruda ca 1727-F Anna Ferraz De Campos ca 1729-M João Ferraz De Campos 1730-1804F Maria LeiteF Josefa Paes FerrazM Ignácio Dias FerrazM Antonio Ferraz De Campos ca 1745-ca 1804 SiblingsF Maria Paes Rodrigues 1701-1787M Antonio Antunes PaesF Archângela Paes De CamposF Gertrudes Paes ca 1712-1734F Josefa Paes De CamposM João Paes RodriguesM Garcia Rodrigues PaesF Ana De CamposF Rosa De Campos

João Antunes Maciel

Born - Santos, SP, BrasilBaptized June 12, 1642 (Thursday) - Santos, SP, BrasilDeceased November 8, 1728 (Monday) - Sorocaba, SP, Brasil, aged about 86 years old

Parents
- Gabriel Antunes Maciel ca 1617-ca 1648
- Mécia Cardoso Camacho ca 1620-

Spouses and childrenMarried about 1670, S. Paulo, SP, Brasil, to Joanna Garcia Carrasco ca 1644- with
- M Gabriel Antunes Maciel ca 1672-
- M João Antunes Maciel, filho ca 1674-ca 1726
M Miguel Antunes Maciel ca 1677-ca 1726M Felipe Antunes Maciel †ca 1759F Anna Maria BarbosaF Maria Antunes Maciel †1750F Margarida Fernandes, bisnetaM Antonio Antunes Maciel ca 1685-ca 1745F Joana Garcia ca 1690-
Siblings
- M João Antunes Maciel 1642-1728
- M Gabriel Antunes Maciel, filho 1643-
- F Maria Da Luz Cardoso ca 1645-ca 1713
- M Antonio Antunes Maciel 1648-1725

Half-siblingsOn the side of Mécia Cardoso Camacho ca 1620-with Francisco Da Fonseca AranhaF Isabel Cardoso 1651-F Margarida Cardoso Da Fonseca 1657-M José ? 1659-M Salvador Da Fonseca †ca 1722F Francisca Cardoso, bisneta 1673-Mécia Cardoso CamachoBorn about 1620 - S. Paulo, SP, BrasilDeceased - S. Paulo, SP, Brasil ParentsAntonio Camacho Lourenço ca 1585-ca 1658Isabel Cardoso Vaz Guedes ca 1595-ca 1661 Spouses and childrenWith Gabriel Antunes Maciel ca 1617-ca 1648 with

M João Antunes Maciel 1642-1728
M Gabriel Antunes Maciel, filho 1643-
F Maria Da Luz Cardoso ca 1645-ca 1713
M Antonio Antunes Maciel 1648-1725

Married about 1651 to Francisco Da Fonseca Aranha withF Isabel Cardoso 1651-F Margarida Cardoso Da Fonseca 1657-M José ? 1659-M Salvador Da Fonseca †ca 1722F Francisca Cardoso, bisneta 1673-

Siblings

M Antonio Lourenço Cardoso †ca 1682
M Antonio Cardoso †ca 1664
M Manoel Cardoso
M Feliciano Cardoso †ca 1673
F Ana Maria Da Luz Cardoso
F Francisca Cardoso, neta ca 1615-1678
F Mécia Cardoso Camacho ca 1620-
M Gaspar Vaz Cardoso ca 1625-ca 1705

Half-siblingsOn the side of Antonio Camacho Lourenço ca 1585-ca 1658with Mariana De Chaves ca 1580-ca 1615F Maria Leme De Chaves †ca 1653F Antonia De Chaves, neta †ca 1661F Anna De Chaves ca 1610-1655M Domingos Luís Leme ca 1610-



Itu/SP
Antônio Antunes Maciel
1648-1725
Maria da Luz Cardoso
Gabriel Antunes Maciel I
1600-1648
Maria Paes Rodrigues
1701-1787
Rosa Maria de Siqueira
Mécia Cardoso Camacho
Maria Paes
1558-1616
Maria Maciel
João Ferraz de Campos
João Ferraz Castanho
João Antunes Maciel I
1642-1728
Joanna Garcia Carrasco
Anna Antonia Mendes de Almeida


EMERSON


02/05/2025
ANO:853
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]