24 de setembro de 2024, terça-feira Atualizado em 24/10/2025 04:08:29
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HOJE NA;HISTóRIA
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Sargento-Mor Luiz Castanho de AlmeidaInglês (padrão): Luiz Castanho de AlmeidaData de nascimento: circa 1683Local de nascimento: Piaui, Brazil (Brasil)Falecimento: 1738 (50-59)Família imediata: Filho de Diogo de Lara e Morais e Ana Maria Leme do PradoMarido de Izabel Paes.
Pai de Jeronimo Ferraz de Morais; Maria de Almeida; Manuel Castanho de Almeida; Isabel de Almeida Lara; Francisca de Almeida; Escolástica de Almeida; Bento Pais de Almeida; Luís Castanho de Araújo e Ana de Morais.Irmão de Diogo de Lara e Morais; Francisca de Almeida; Isabel de Lara e Morais e Inácio de Almeida Lara.
Diogo de Lara e MoraisData de nascimento: circa 1657Local de nascimento: Santana De Parnaíba, SP, Brazil (Brasil)Falecimento: 11 de Fevereiro de 1713 (51-60)Araçariguama, Araçariguama, State of São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filho de Luís Castanho de Almeida e Isabel de LaraMarido de Ana Maria Leme do PradoPai de Sargento-Mor Luiz Castanho de Almeida; Diogo de Lara e Morais; Francisca de Almeida; Isabel de Lara e Morais e Inácio de Almeida LaraIrmão de Luis Castanho de Almeida; Joaquim de Lara Moraes; Catarina de Almeida; Capitão José de Almeida Lara; Madalena Fernandes de Morais e 5 outros
Ana Maria Leme do PradoData de nascimento: estimado entre 1618 e 1654 Falecimento: 1727Santana de Parnaíba, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de Pedro Leme do Prado e Maria Gonçalves PretoEsposa de Diogo de Lara e MoraisMãe de Sargento-Mor Luiz Castanho de Almeida; Diogo de Lara e Morais; Francisca de Almeida; Isabel de Lara e Morais e Inácio de Almeida LaraIrmã de Pedro Leme do Prado, padre; João do Prado Leme, o Velho; Sebastião de Santa Maria; Brás de São Simão; Timóteo Leme do Prado; Maria Leme; Maria do Prado; Maria da Estrela Leme do Prado; Helena do Prado e Mateus Leme do Prado menos.
Maria Gonçalves PretoData de nascimento: estimado entre 1580 e 1622 Falecimento: 1674Família imediata: Filha de Sebastião Preto e Maria Gonçalves MartinsEsposa de Pedro Leme do PradoMãe de Pedro Leme do Prado, padre; João do Prado Leme, o Velho; Sebastião de Santa Maria; Brás de São Simão; Timóteo Leme do Prado e 6 outrosIrmã de Antonio Preto.
Maria Gonçalves MartinsNomes alternativos: "Maria González Martínez"Data de nascimento: 1562Local de nascimento: Seville, Seville, AN, Spain (Espanha)Falecimento: 1623 (59-61)Família imediata: Filha de Francisco Martins Bonilha e Antonia GonçalvesEsposa de Sebastião PretoMãe de Maria Gonçalves Preto e Antonio PretoIrmã de Joanna de Castilhos; Tomé Martins Bonilha; André Martins Bonilha; Brigida Machado e Isabel Rodrigues
Sebastião PretoData de nascimento: estimado entre 1561 e 1597 Local de nascimento: São Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: depois de 21 de Agosto de 1623Mato Grosso, Brazil (Brasil) (Flechada de índios)Família imediata: Filho de Antonio Preto e Antonia GonçalvesMarido de Maria Gonçalves MartinsPai de Maria Gonçalves Preto e Antonio PretoIrmão de Domingas Antunes Preto; Manuel Preto; José Preto; João Preto; Inocencio Preto; e NN Preto
Diogo de Lara e MoraisData de nascimento: estimado entre 1662 e 1696 Falecimento: Família imediata: Filho de Diogo de Lara e Morais e Ana Maria Leme do PradoMarido de Ana de ArrudaPai de Francisco Ribeiro de MoraisIrmão de Sargento-Mor Luiz Castanho de Almeida; Francisca de Almeida; Isabel de Lara e Morais e Inácio de Almeida Lara.
Izabel PaesInglês (padrão): Isabel Pais (Paes)Data de nascimento: 1686Local de nascimento: Sorocaba, State of São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 1759 (72-73)Família imediata: Filha de Jerônimo Ferraz de Araújo e María Riquelme de Gusman y ZuñegaEsposa de Sargento-Mor Luiz Castanho de AlmeidaMãe de Jeronimo Ferraz de Morais; Maria de Almeida; Manuel Castanho de Almeida; Isabel de Almeida Lara; Francisca de Almeida e 4 outrosIrmã de João de Araujo Cabral; Maria Leite da Silva; Manoel Ferraz de Araújo, Neto; Veronica de Araujo e Jeronimo Ferraz de Araújo.
María Riquelme de Gusman y ZuñegaInglês (padrão): Maria de Zunega Riquelme de GusmãoNomes alternativos: ". Maria Riquelme de Gusman e Contreras", "Maria Riquelme de Gusman Y Zunega"Data de nascimento: 1668Local de nascimento: Sorocaba, Sorocaba, São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 1690 (21-22)Sorocaba, Sorocaba, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de André de Zuñiga y de Ponce de León e Cecília de Abreu de Proença (Fernandes)Esposa de Jerônimo Ferraz de AraújoMãe de João de Araujo Cabral; Izabel Paes; Maria Leite da Silva; Manoel Ferraz de Araújo, Neto; Veronica de Araujo e 1 outroIrmã de Gabriel Ponce de León, o Neto; Suzana Dias; Lourenço de Zunega; Luzia de Abreu; Cecília de Abreu; Isabel de Proença e Cristovão de Zunega.
Isabel de LaraData de nascimento: 1634Local de nascimento: São Paulo, São Paulo, State of São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 1711 (76-77)Santana de Parnaíba, Santana de Parnaíba, State of São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de Dom Diogo de Lara o moço e Magdalena Fernandes de MoraesEsposa de Luís Castanho de AlmeidaMãe de Diogo de Lara e Morais; Luis Castanho de Almeida; Joaquim de Lara Moraes; Catarina de Almeida; Capitão José de Almeida Lara e 6 outrosIrmã de Ana de Lara; Maria de Lara; Joaquim de Lara e Moraes; Mariano de Lara; João de Lara Morais; Maria Pedroso e Pedro de Lara.
Magdalena Fernandes de MoraesInglês (padrão): Madalena Fernandes de MoraisData de nascimento: circa 1598Local de nascimento: São Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 18 de Julho de 1661 (58-67)São Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de Pedro de Moraes de Antas e Leonor Pedroso PedrosoEsposa de Dom Diogo de Lara o moçoMãe de Ana de Lara; Maria de Lara; Joaquim de Lara e Moraes; Mariano de Lara; João de Lara Morais; Maria Pedroso; Pedro de Lara e Isabel de Lara« menosIrmã de Capitão Pedro de Moraes Madureira; Paulo de Morais; Pascoal de Morais e Policarpo de MoraisMeia-irmã de Damião de Moraes e Beatriz Rodrigues.
Luís Castanho de AraújoData de nascimento: estimado entre 1691 e 1737 Falecimento: Família imediata: Filho de Sargento-Mor Luiz Castanho de Almeida e Izabel PaesMarido de Maria de LaraPai de Gertrudes Maria de LaraIrmão de Jeronimo Ferraz de Morais; Maria de Almeida; Manuel Castanho de Almeida; Isabel de Almeida Lara; Francisca de Almeida; Escolástica de Almeida; Bento Pais de Almeida e Ana de Morais.
Gertrudes Maria de LaraData de nascimento: estimado entre 1744 e 1798 Falecimento: Família imediata: Filha de Luís Castanho de Araújo e Maria de LaraEsposa de Paulino Ayres das NevesMãe de Leonor das Neves; Gertrudes das Neves; João das Neves; Luiz Ayres de Aguirre; Maria Joaquina Ayres de Aguirre; e Ritta Ayres das Neves.
Antonio PretoData de nascimento: circa 1540Local de nascimento: PortugalFalecimento: 01 de Dezembro de 1610 (65-74)Sao Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Marido de Antonia GonçalvesPai de Domingas Antunes Preto; Manuel Preto; José Preto; João Preto; Sebastião Preto; Inocencio Preto e NN Preto.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]