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Maria "Orfã"
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    18 de julho de 2024, quinta-feira
    Atualizado em 24/10/2025 03:12:50
    
    
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JUL.
18
HOJE NA;HISTóRIA
84

Joaquim Carlos de Toledo RibasData de nascimento: 01 de junho de 1780Local de nascimento: São Paulo, State of São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 09 de Julho de 1832 (52)Camanducaia, Camanducaia, MG, Brazil (Brasil) Família imediata: Filho de Jose Bonifacio Ribas e Ana Maria de Toledo e OliveiraMarido de Teresa Maria de MeloPai de Eulália Maria de Toledo Ribas; Ubaldino Benevenuto de Toledo Ribas e Estelita Americano de Toledo RibasIrmão de Escolástica Bonifácia de Toledo Ribas, viscondessa de Castro; Engrácia Maria de Toledo Ribas; Maria Luiza de Toledo Ribas; Francisca de Toledo Ribas; Miguel Theotônio de Toledo Ribas e 2 outros

Jose Bonifacio RibasInglês (padrão): José Bonifácio RibasData de nascimento: 07 de junho de 1739Local de nascimento: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil (Brasil)Falecimento: Entre 1788 e 1792 (48-53)Sao Paulo, São Paulo, SP, Brazil (Brasil)

Família imediata: Filho de Carlos Jose Ribas e Engracia Maria da Cruz FerreiraMarido de Ana Maria de Toledo e OliveiraPai de Escolástica Bonifácia de Toledo Ribas, viscondessa de Castro; Engrácia Maria de Toledo Ribas; Maria Luiza de Toledo Ribas; Francisca de Toledo Ribas; Joaquim Carlos de Toledo Ribas e 3 outrosIrmão de Joaquim Ribas, II e Luis António Ribas, IEscolástica Bonifácia de Toledo Ribas, viscondessa de CastroData de nascimento: 22 de Abril de 1765Local de nascimento: São Sebastião, São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 30 de Maio de 1859 (94)São Paulo, São Paulo, State of São Paulo, Brazil (Brasil)Local de enterro: São Paulo, São Paulo, BrasilFamília imediata: Filha de Jose Bonifacio Ribas e Ana Maria de Toledo e OliveiraEsposa de João de Castro do Canto e Melo, visconde de CastroMãe de João de Castro do Canto e Melo, 2º visconde de Castro; Maria Benedita de Castro, baronesa de Sorocaba; Ana Cândida de Castro do Canto e Mello; Fortunata Mello e Domitília de Castro, 1ª marquesa de SantosIrmã de Engrácia Maria de Toledo Ribas; Maria Luiza de Toledo Ribas; Francisca de Toledo Ribas; Joaquim Carlos de Toledo Ribas; Miguel Theotônio de Toledo Ribas e 2 outros

Ana Maria de Toledo e OliveiraInglês (padrão): Ana Maria de ToledoData de nascimento: 16 de Julho de 1752Local de nascimento: Paranaguá, Paranaguá, Paraná, Brazil (Brasil)Falecimento: 31 de Março de 1839 (86)Ouro Preto, MG, Brazil (Brasil) Família imediata: Filha de Pedro Alvares da Paz e Escholástica de Toledo e OliveiraEsposa de Jose Bonifacio RibasMãe de Escolástica Bonifácia de Toledo Ribas, viscondessa de Castro; Engrácia Maria de Toledo Ribas; Maria Luiza de Toledo Ribas; Francisca de Toledo Ribas; Joaquim Carlos de Toledo Ribas e 3 outrosIrmã de Catharina da Paz; Manuel Alves de Toledo; Flavia Domitila de Toledo e Ignacio Alves de Toledo

João de Castro do Canto e MeloData de nascimento: 1740Local de nascimento: Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Azores, PortugalFalecimento: 02 de Novembro de 1826 (85-86)Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, State of Rio de Janeiro, Brazil (Brasil)Local de enterro: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, State of Rio de Janeiro, BrazilFamília imediata: Filho de João Batista de Castro do Canto e Melo e Isabel RickettsMarido de Escolástica Bonifácia de Toledo Ribas, viscondessa de CastroPai de João de Castro do Canto e Melo, 2º visconde de Castro; Maria Benedita de Castro, baronesa de Sorocaba; Ana Cândida de Castro do Canto e Mello; Fortunata Mello e Domitília de Castro, 1ª marquesa de SantosCarlos Jose RibasInglês (padrão): Carlos José RibasData de nascimento: circa 1711Local de nascimento: Freguesia de São Mamede, Lisboa, PortugalFalecimento: BrasilFamília imediata: Filho de Miguel Ribeiro Ribas e Archangela Maria de SouzaMarido de Engracia Maria da Cruz FerreiraPai de Jose Bonifacio Ribas; Joaquim Ribas, II e Luis António Ribas, I

Engracia Maria da Cruz FerreiraInglês (padrão): Engrácia Maria da Cruz FerreiraData de nascimento: 03 de Maio de 1712Local de nascimento: Rio De Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brazil (Brasil)Falecimento: Família imediata: Filha de Ambrosio Ramos Ferreira e Joana Pereira de FariaEsposa de Carlos Jose RibasMãe de Jose Bonifacio Ribas; Joaquim Ribas, II e Luis António Ribas, IIrmã de Joana de Faria; Antonia e José Ferreira RamosJoana Pereira de FariaData de nascimento: 12 de Julho de 1683Local de nascimento: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil (Brasil)Falecimento: 28 de Janeiro de 1746 (62)Rio De Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de Manoel da Costa Coelho e Maria PinheiroEsposa de Ambrosio Ramos FerreiraMãe de Engracia Maria da Cruz Ferreira; Joana de Faria; Antonia e José Ferreira RamosEulália Maria de Toledo RibasData de nascimento: circa 1800Falecimento: Família imediata: Filha de Joaquim Carlos de Toledo Ribas e Teresa Maria de MeloEsposa de Mariano José de OliveiraMãe de Maria da Glória de Oliveira; Escolastica Ambrozina de Oliveira; Pedro de Oliveira e Raphael Mariano de OliveiraIrmã de Ubaldino Benevenuto de Toledo Ribas e Estelita Americano de Toledo RibasPedro Alvares da PazData de nascimento: 16 de Setembro de 1708Local de nascimento: Santos, São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 1780 (71-72)Santos, Santos, SP, Brazil (Brasil)Local de enterro: Sao Paulo, São Paulo, SP, BrazilFamília imediata: Filho de José Alvares Nantes e Catarina Pinto de RoxasMarido de Escholástica de Toledo e OliveiraPai de Catharina da Paz; Ana Maria de Toledo e Oliveira; Manuel Alves de Toledo; Flavia Domitila de Toledo e Ignacio Alves de ToledoEscholástica de Toledo e Oliveira (Toledo Alvares)Inglês (padrão): Escolástica de Toledo CastelhanosData de nascimento: 24 de Julho de 1721Local de nascimento: São Paulo, São Paulo, State of São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: Família imediata: Filha de Simão de Toledo Castelhanos e Catarina de Oliveira de HortaEsposa de Pedro Alvares da PazMãe de Catharina da Paz; Ana Maria de Toledo e Oliveira; Manuel Alves de Toledo; Flavia Domitila de Toledo e Ignacio Alves de ToledoIrmã de Antonio de Toledo Piza; Bento de Toledo Piza Rendon; Joao de Toledo Castelhanos; Rosa de Toledo Castelhanos e Maria de Lara de AlmeidaCatarina de Oliveira de HortaNomes alternativos: "Catarina de Oliveira d´Horta"Data de nascimento: 06 de Outubro de 1686Local de nascimento: Sao Paulo, São Paulo, SP, Brazil (Brasil)Falecimento: 1765 (78-79)Família imediata: Filha de Francisco de Oliveira Horta e Isabel Cardoso de UnhateEsposa de Simão de Toledo CastelhanosMãe de Antonio de Toledo Piza; Bento de Toledo Piza Rendon; Escholástica de Toledo e Oliveira; Joao de Toledo Castelhanos; Rosa de Toledo Castelhanos e 1 outroMeia-irmã de Francisco Álvares da Cunha e José Álvares de FigueiredoIsabel Cardoso de UnhateData de nascimento: circa 1643Local de nascimento: Brazil (Brasil)Falecimento: Família imediata: Filha de António Lopes de Medeiros e Catarina de Unhate, netaEsposa de Francisco de Oliveira Horta e Sebastião Álvares de FigueiredoMãe de Catarina de Oliveira de Horta; Francisco Álvares da Cunha e José Álvares de FigueiredoIrmã de Manoel Lopes de Medeiros; Antonio Lopes de Medeiros; Catarina de Unhatte de Medeiros e Maria CardosoCristóvão da Cunha UnhateInglês (padrão): Cristovão da Cunha de UnhateData de nascimento: 1620Local de nascimento: São Paulo, SP, BrasilFalecimento: 1664 (43-44)Sao Paulo, Brazil (Brasil)Local de enterro: São Paulo, BrazilFamília imediata: Filho de Henrique da Cunha Gago, o Velho e Catarina de UnhateMarido de Mécia Vaz CardosoPai de João Vaz Cardoso; Francisco da Cunha Vaz; Ana Vaz da Cunha; Catarina de Unhate, neta; Gaspar Vaz da Cunha e 7 outrosIrmão de Antonio Gago da Cunha Gago, o Gambeta; Francisco da Cunha Gago; Maria da Cunha; Isabel da Cunha; João da Cunha Gago e 1 outroMeio-irmão de Antonia; Ursula; Antonio; Estevão da Cunha; Henrique da Cunha Gago, o Moço e 1 outroCatarina de Unhate, netaData de nascimento: estimado entre 1625 e 1627 Local de nascimento: Brazil (Brasil)Falecimento: Família imediata: Filha de Cristóvão da Cunha Unhate e Mécia Vaz CardosoEsposa de António Lopes de Medeiros e Pantaleão Fernandes de FariaMãe de Isabel Cardoso de Unhate; Manoel Lopes de Medeiros; Antonio Lopes de Medeiros; Catarina de Unhatte de Medeiros e Maria CardosoIrmã de João Vaz Cardoso; Francisco da Cunha Vaz; Ana Vaz da Cunha; Gaspar Vaz da Cunha; Maria Vaz da Cunha e 6 outrosCatarina de Unhate, netaData de nascimento: estimado entre 1625 e 1627 Local de nascimento: Brazil (Brasil)Falecimento: Família imediata: Filha de Cristóvão da Cunha Unhate e Mécia Vaz CardosoEsposa de António Lopes de Medeiros e Pantaleão Fernandes de FariaMãe de Isabel Cardoso de Unhate; Manoel Lopes de Medeiros; Antonio Lopes de Medeiros; Catarina de Unhatte de Medeiros e Maria CardosoIrmã de João Vaz Cardoso; Francisco da Cunha Vaz; Ana Vaz da Cunha; Gaspar Vaz da Cunha; Maria Vaz da Cunha e 6 outrosMatias Lopes, o "Velho", o VelhoInglês (padrão): Matias Lopes, o VelhoData de nascimento: circa 1570Local de nascimento: PortugalFalecimento: circa 1651 (71-89)São Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Marido de Catarina de Medeiros e Beatriz de SiqueiraParceiro de NN várias mulheres negrasPai de Marcos; Guiomar; Rufina; Zuzarte de Medeiros; Matias Lopes e 4 outrosCatarina de MedeirosData de nascimento: circa 1569Falecimento: 1629 (54-64)Família imediata: Filha de Salvador Pires, o Moço e Mecia FernandesEsposa de Domingos Fernandes e Matias Lopes, o "Velho", o VelhoMãe de Zuzarte de Medeiros; Matias Lopes; António Lopes de Medeiros e Maria de MedeirosIrmã de Maria Pires; João Pires de Medeiros; Isabel Fernandes; Salvador Pires de Medeiros; Custódia Fernandes e 2 outrosMeia-irmã de Amador Pires; Domingos Pires de Brito e Beatriz Pires

Francisco de Oliveira Horta

Nomes alternativos: "Francisco de Oliveira Preto"Data de nascimento: estimado entre 1625 e 1669 Falecimento:

Filho de Inácio Preto e Catarina de HortaMarido de Isabel Cardoso de UnhatePai de Catarina de Oliveira de HortaIrmão de Ana Preto de Oliveira e Maria de Oliveira

Rafael de Oliveira, o Velho

Data de nascimento: 1580Local de nascimento: Setúbal, PortugalFalecimento: 26 de Janeiro de 1648 (67-68)Sao Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filho de Maria Gonçalves

Marido de Paula Fernandes e Catarina d´ HortaPai de Pedro de Oliveira; Rafael de Oliveira, o Moço - fundador de Jundiai, SP; Margarida Fernandes; Estevão Fernandes de Oliveira; Manuel de Oliveira e 5 outrosCatarina d´ HortaNomes alternativos: "Catarina de Figueiredo d´Horta"Data de nascimento: 1585Local de nascimento: Setubal, PortugalFalecimento: 1621 (35-36)Sao Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de Nuno Alves d´Horta e Ana de CarvalhoEsposa de Pascoal Ribeiro e Rafael de Oliveira, o VelhoMãe de Maria Ribeiro; José de Oliveira de Horta; Catarina de Horta; Salvador de Oliveira Horta e Alberto de Oliveira d´HortaAna Maria RibeiroNomes alternativos: "Anna Maria Ribeiro"Data de nascimento: 1629Falecimento: Família imediata: Filha de Rafael de Oliveira, o Moço - fundador de Jundiai, SP e Maria RibeiroEsposa de João Leme do PradoMãe de Antônio Leme do Prado; Lucrécia Leme do Prado; Ana Maria Ribeiro; Mariana do Prado; Filipa do Prado e 5 outrosIrmã de Paula Fernandes de Oliveira; Pascoal Ribeiro de Faria e José Fernandes de OliveiraMeia-irmã de Antônio de Oliveira Cordeiro; Anna Moreira Cordeiro e Maria de Oliveira

João Leme do Prado

Data de nascimento: estimado entre 1594 e 1616 Local de nascimento: Santana do Parnaiba, São Paulo, BrasilFalecimento: 1677Jundiaí, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filho de Pedro Leme, o Moço e Helena do PradoMarido de Ana Maria RibeiroPai de Antônio Leme do Prado; Lucrécia Leme do Prado; Ana Maria Ribeiro; Mariana do Prado; Filipa do Prado e 5 outrosIrmão de Antônia Leme; Filipa do Prado; Lucrécia Leme; Brás Esteves Leme; Mateus Leme do Prado e 5 outros

Pedro Leme, o Moço

Inglês (padrão): Pedro Leme, Português: Pedro LemeData de nascimento: circa 1566Local de nascimento: São Vicente, São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 13 de Janeiro de 1640 (68-77)Sao Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Local de enterro: BrazilFamília imediata: Filho de Brás Esteves e Leonor LemeMarido de Helena do Prado e Maria de OliveiraPai de Antônia Leme; Filipa do Prado; Lucrécia Leme; Brás Esteves Leme; Mateus Leme do Prado e 6 outrosIrmão de Mateus Leme; Aleixo Leme; Bráz Esteves Leme e Lucrécia Leme

Nomes alternativos: "Lucrecia Leme do Prado"Data de nascimento: circa 1600Local de nascimento: São Vicente, São Paulo, Brazil (Brasil)Falecimento: 1672 (67-76)Sao Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de Pedro Leme, o Moço e Helena do PradoEsposa de Francisco Rodrigues da Guerra

Mãe de Agostinho Rodrigues da Guerra; Francisco Rodrigues da Guerra; Ana da Guerra Prado e Pedro da Guerra LemeIrmã de Antônia Leme; Filipa do Prado; Brás Esteves Leme; Mateus Leme do Prado; Helena do Prado e 5 outros

Francisco Rodrigues da Guerra

Nomes alternativos: "Francisco Rodrigues da Guerra"Data de nascimento: circa 1615Local de nascimento: Castelo de Vide, Portalegre, PortugalFalecimento: Brazil (Brasil)Família imediata: Marido de Lucrécia Leme

Pai de Agostinho Rodrigues da Guerra; Francisco Rodrigues da Guerra; Ana da Guerra Prado e Pedro da Guerra LemeHelena do PradoData de nascimento: 1572Local de nascimento: Guaratinguetá, São Paulo, BrasilFalecimento: 1627 (53-55)Sao Paulo, São Paulo, Brazil (Brasil)Família imediata: Filha de João do Prado do Prado e Filipa VicenteEsposa de Pedro Leme, o MoçoMãe de Antônia Leme; Filipa do Prado; Lucrécia Leme; Brás Esteves Leme; Mateus Leme do Prado e 6 outrosIrmã de Domingos Gonçalves Maia; João do Prado o Moço, o moço; Martim Vicente Prado; Catharina do Prado do Prado; Isabel do Prado e 5 outrosMeia-irmã de João do Prado



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EMERSON


18/07/2024
ANO:859
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]