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Maria Paes, consulta em projetocompartilhar.org

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    16 de janeiro de 2024, terça-feira
    Atualizado em 23/10/2025 23:47:06
  
  
  
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JAN.
16
HOJE NA;HISTóRIA
58

PROJETO COMPARTILHAR Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira SL. 6º, 469 no título; Miguel Garcia Carrasco Foi 1.º casado com Margarida Fernandes (com ela estava já casado em 1616 quando faleceu Maria Paes, avó materna da dita sua mulher) falecida em 1629 em S. Paulo, f.ª de Balthazar Gonçalves Malio e de Jeronima Fernandes, falecida em 1630, por esta neta de André Fernandes, falecido em 1588, e de Maria Paes, falecida em S. Paulo em 1616.

SL. 7º, 287, 1-6 Izabel Rodrigues casou 1.º em S. Paulo com Manoel Fernandes Velho, falecido em 1653 com testamento, natural de S. Paulo, f.º de André Fernandes e de Suzanna Rodrigue Subsídios Genealógicos (Bartyra Sette e Regina Junqueira) Maria Paes casou em primeiras núpcias com André Fernandes e em segundas com João de Santa Ana, falecido em 1612 no sertão (SAESP vol. 3º, neste site), sem geração deste, teve do primeiro marido, pelo menos:

- João Paes, casado em primeiras com Luiza da Gama falecida em 1615 (SAESP vol. 3º, neste site) e em segundas com Suzana Rodrigues (SL. 4º, 454, Cap. 3º,)

- Izabel Fernandes, viúva em 1616, provavelmente casada em segundas núpcias, durante o inventário materno, com Belchior Gonçalves, que declara em 17 de abril de 1619, juntamente com Balthazar Gonçalves, que não queria herdar.

- Jeronima Fernandes casada em primeiras núpcias com Francisco da Gama falecido em 1612 (SAESP vol. 1º, neste site) e em segundas com Balthazar Gonçalves Malio. Foi Jeronima inventariada em 1630 (SAESP vol. 8º, neste site), e seu marido contraiu novas núpcias em março de 1639 com Jerônima Dias (ACMSP, 01-03-15, fls 18v).- André Fernandes, já falecido, casado que foi com Suzana Rodrigues, e com os filhos:-Maria Fernandes casada com Miguel Garcia (Carrasco ou Bernardes), inventariado em 1640 (SAESP vol. 13º, neste site).-Manoel Fernandes Velho,. menor em 1616, foi o primeiro marido de Izabel Rodrigues (SL. 7º, 287, 1-6 Izabel Rodrigues casou 1.º em S. Paulo com Manoel Fernandes Velho, falecido em 1653 com testamento, natural de S. Paulo, f.º de André Fernandes e de Suzanna Rodrigues) MARIA PAES
Inventário e Testamento SAESP - Vol 04, fls 445 a 472
Testamento:

Inventário Data: 20 de maio de 1616

Local: vila de São Paulo, em o sitio Virapoeira.

Juiz: Bernardo de Quadros

Escrivão: Manuel da Cunha

Avaliadores: Antonio Lopes Pinto e Belchior Ordas de Leão

Declarante: João Paes, filho da defunto.

fls. 448 - TESTAMENTO

(...) aos 19 de abril de 1616 eu Maria Paes, propuz-me a fazer este meu testamento:

(encomendações pias).

Declaro que fui casada primeira vez com André Fernandes de quem tive um filho por nome João Paes e duas filhas uma Izabel e outra Jeronyma Fernandes as quais são ----.

(...) corpo será enterrado no Convento desta...

Declarou que tinha um negro por nome Simão tamoio ---- deixava forros - serviços - de declarou que Manuel Rodrigues seu genro defunto lhe devia uma negra do gentio tememinó e mandava que seus herdeiros o cobrassem da fazenda do dito Manuel Rodrigues com declaração que da dita negra não queria cousa algua e não fosse pedida por seus herdeiros a sua filha mulher que foi do dito Manuel Rodrigues.

Declarou que tinha uma rapariga por nome Simoa - que seu genro Manuel Rodrigues lhe emprestou - uma negra para a servir em sua vida e que por morte dela testadora manda lhe seja entregue a seus herdeiros netos e netas e mais digo filha dela testadora.

Declarou que tinha nesta vila de São Paulo umas casas onde morava e um pedaço de terra da banda do Alem onde tem sua fazenda dos quais ametade - João Paes e a outra ametade tinha dado - que tinha - (varias linhas em branco)--- fossem pagos da sua ----.

(pedidos de missas).

Declarou que deixava por seu herdeiro e testamenteiro a seu filho João Paes.

Declarou que casando sua neta lhe dera certos ---- em casamento com Diogo Mendes - lhe tinha - mandasse se cumprisse como nela se nela continha por ser sua ultima vontade.

(...) rogou a mim Vasco da Motta lhe fizesse este seu testamento e por ela assinasse e como testemunha o que fiz dia mes e anno acima e atrás escrito. Assino pela testadora - Vasco da Motta.

Declarou a testadora que lhe era a dever Diogo de Oliveira morador em Santos 3$200 réis em carnes e que desta divida tinha um conhecimento.

Declarou que tinha uma menina por nome Ascensa filha de uma escrava que deu em casamento a sua neta Maria - e por se dizer a dita menina ser filha de seu primeiro marido João de Santana a deixava forra e liberta a dita menina -------.

Aprovação: 20 de abril de 1616 vila de São Paulo nas pousadas de Maria Paes adonde eu publico tabelião fui chamado, estando por testemunha Gaspar Gomes e Corneles de Arzan ambos aqui moradores e Luiz Ianes e Gervasio Pinto estantes nesta vila e moradores no Rio de Janeiro e por ela testadora não saber assinar rogou a mim tabelião assinasse por ela eu Simão Borges Cerqueira tabelião publico judicial e notas que este fiz e assinei. Assino por Maria Paes Simão Borges Cerqueira - Cornelio de Arzan - Gervasio Pinto - Gaspar Gomes.

seguem-se avaliações. fls. 453 - Herdeiros maiores:- Izabel Fernandes, viúva//- João Paes, viúvo //- Jeronyma Fernandes casada com Balthazar Fernandes.- Maria Fernandes casada com Miguel Garcia neta da defunta filha de André Fernandes defunto e filho da dita defunta. Menor:- Manuel filho do dito André Fernandes e neto da dita defunto. Avaliações do fato. fls. 455 - Papéis:- uma escritura das casas da vila feita pelo escrivão Belchior da Costa;- uma escritura de venda de terras que vendeu Martin Rodrigues feita pelo escrivão Belchior da Costa.- uma sentença por onde o defunto João de Santa Anna pagou a João Pereira uma divida que lhe devia feita pelo escrivão Antonio Rodrigues;- um mandado por onde o defunto João de Santa Anna pagou a fazenda de Lopo Garcia o que devia por haver sido curador dela.- uma quitação de Francisco da Gama defunto deu da legitima de sua mulher a Jeronymo Fernandes ao defunto João de Santa Anna.- quitação que deu Balthazar Gonçalves curador dos filhos de Marcos Fernandes a João de Santa Anna de 2$200 réis.- quitação que deu Antonio Rodrigues Velho a João de Santa Anna de $640 réis que devia no inventário de Izabel Affonso.- quitação que deu Gonçalo Madeira curador dos filhos de Pero Dias a João de Santa Annna de $750 réis.- outra quitação que deu Antonio Pinto curador dos filhos de João de Canha a João de Santa Anna de doze cruzados.- um conhecimento por que deve Diogo de Oliveira 3$000 réis. Recibos e quitações.((entre elas)- em abril de 618 recebi ---- parte de - minha mulher Maria Fernandes por morte de sua - que eu estou pago e satisfeito do dito João Paes como curador e testamenteiro que é do dito inventário. - Miguel. fls. 463 - aos 17-4-1619 notificação feita a- Balthazar Gonçalves o moço;- Belchior Fernandes- Diogo Mendes como curador dos órfãos para que se queriam herdar neste inventário.e por o dito Balthazar Gonçalves e Belchior Gonçalves que eles não queriam agora nem em tempo nenhum nada, o mesmo disse Diogo Mendes. Seguem-se recibos de missas.



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EMERSON


16/01/2024
ANO:859
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]