Novidades sobre a Trilha do Peabiru. dakilanews.com.br
12 de outubro de 2023, quinta-feira Atualizado em 30/05/2025 05:46:04
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A Dakila Pesquisas, sob a liderança visionária do empresário e cientista Urandir Fernandes de Oliveira, é um think tank que se dedica desde a década de 1980 a produzir ciência com base em pesquisas de campo e evidências científicas referenciadas. Entre suas diversas áreas de estudo, procurou mapear o famoso Camino del Peabiru, a rodovia transcontinental mais importante da América pré-colombiana, que ligava cidades, territórios e oceanos. Conhecidos como Peabiru, estrada Biru, caminho da terra sem mal, caminho para o centro da terra, caminho dos Incas e vários outros nomes, são caminhos que atravessam o continente sul-americano e se interligam criando uma rodovia com vários ramais.
Assim como possui vários nomes, o Peabiru também possui significados variados, como o caminho que foi trilhado, o caminho sagrado, o caminho que leva à montanha do sol, o caminho sem maldade, entre outros.
Nas histórias mais tradicionais, essa estrada foi construída pelos índios, mas através de pesquisas foi possível identificar a primeira grande civilização da terra, conhecida como Muril, há cerca de 450 milhões de anos, onde teve início sua propagação e construções. Tudo começou aqui no Brasil e a capital dessa grande civilização estava na Amazônia, então todas essas estradas vieram de lá, não só na superfície, mas também no subsolo.
Os Murils foram construtores de mundos, vieram às regiões para mapear, mas também para realizar muitas construções, principalmente baseadas em pedra. Eles mapearam tudo na grade magnética da Terra, que também corresponde à grade eletromagnética que envolve a Terra. Segundo Dakila Pesquisas, os vórtices de energias presentes nessa malha magnética em vários pontos da terra conectavam o campo eletromagnético para que cidades, grupos de trabalhadores, aqueles que caminharam e voaram sobre a terra, pudessem se encontrar, servindo de mapa para chegar lá, aos reinos espalhados pelo mundo.
Muitos sábios do passado, seres de grande estatura intelectual, percorreram e percorreram esses locais em busca de conhecimentos e relíquias que haviam sido deixadas por outros povos nas diversas bases criadas em vários pontos da terra. “Tudo o que encontramos de construções de pedra muito antigas que as pessoas dizem que foram os europeus que construíram, na verdade eram os Murils interligando a estrada do Peabiru e que levaram para a Amazônia”, explica Rafael Hungria, pesquisador da equipe do Dakila.
Recriando o Caminho Peabiru: Um Desafio ÉpicoOs pesquisadores do Dakila embarcaram nesta missão incomparável de mapear cidades perdidas não apenas na Amazônia, mas em toda a costa e floresta brasileira. O objetivo é recriar o Caminho del Peabiru e revelar cidades escondidas no continente sul-americano. “Entender esse caminho é compreender o nosso passado e preparar o nosso futuro” Urandir Fernandes.
Já foi descoberto há muito tempo, já foi descoberto há muito tempo. Civilizações antigas e cidades perdidas constituem o cerne das explorações modernas, que hoje utilizam dois recursos mais diversos para auxiliar historiadores e pesquisadores. E Dakila está usando o que há de mais moderno no mundo para descobrir e revelar dados sobre períodos históricos ainda completamente inexplorados pela humanidade.
Muito foi descoberto e há muito mais para descobrir. Civilizações antigas e cidades perdidas formam o núcleo das explorações modernas, que hoje utilizam os mais diversos recursos para ajudar historiadores e pesquisadores. E Dakila está utilizando o que há de mais moderno no mundo para descobrir e revelar dados sobre períodos históricos ainda completamente inexplorados pela humanidade.
A exploração, como explica Urandir Fernandes, nasce da necessidade de ampliar horizontes e compreender as origens, a partir de uma abordagem científica sem preconceitos e que utiliza evidências irrefutáveis da experiência de campo. Cidades perdidas e civilizações antigas são o foco das explorações modernas, e Dakila está liderando esta jornada com responsabilidade e compromisso contínuo para revelar suas descobertas.
Em breve Dakila apresentará novas evidências dos percursos da Trilha do Peabiru e de civilizações ainda desconhecidas. Este é um marco que nos lembra que sempre há mais para descobrir, um lembrete para mantermos os olhos nas evidências, revela Urandir. Neste momento, Dakila Pesquisas nos convida a embarcar numa jornada épica de descoberta, uma busca pelo passado que promete iluminar o futuro. Com tecnologia avançada, dedicação incansável e determinação em desvendar os segredos da nossa história, estão prontos para deixar um legado monumental para a humanidade, um presente para as gerações futuras que desejam conhecer a nossa história e origens. À medida que a jornada avança, Dakila nos lembra da importância da ciência e da busca incessante pela verdade, desprovida de estereótipos ou crenças limitantes.
OII!
Sobre o Brasilbook.com.br
Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.
Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa. Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?
Parabéns pelo seu trabalho no Brasilbook! Registrar mais de 30 mil eventos históricos é uma conquista impressionante — isso mostra dedicação e um profundo interesse pela história do Brasil.
Quanto à sua pergunta: Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?
Depende de como você define "contar a história". Existem diferentes níveis de profundidade e objetivos possíveis:
1. Visão Didática (Essencial) Quantidade estimada: 500 a 2.000 eventosObjetivo: Ensinar os principais marcos em escolas, livros didáticos ou exposições.Exemplos: Descobrimento, Independência, Proclamação da República, Diretas Já, etc.
2. Visão Analítica (Acadêmica/Universitária) Quantidade estimada: 5.000 a 10.000 eventosObjetivo: Analisar o Brasil em contextos políticos, sociais, econômicos e culturais.Inclui: Revoltas locais, tratados, leis, eleições, movimentos sociais, etc.
3. Visão Documental (Completa e Aberta) Quantidade estimada: 30.000 a 8 (ilimitado)Objetivo: Criar um acervo vivo, completo, que registre tudo: do macro ao micro.Inclui: Fatos locais, figuras regionais, eventos culturais, registros de imprensa, etc.Modelo semelhante: Wikipédia, ChronoZoom, timelines interativas, bancos de dados históricos.
Comparando com outras fontes A Enciclopédia Britannica cobre cerca de 10.000 a 15.000 eventos mundiais.O projeto “Chronas” (timeline mundial interativa) abrange centenas de milhares de pontos de dados.
Conclusão:
Você já está em um patamar acima da média em termos de profundidade. Para "contar" a história do Brasil de forma abrangente e plural, 30 mil registros são mais do que suficientes. Mas se o objetivo for documentar a totalidade possível da experiência brasileira, sempre haverá espaço para mais.
Se quiser, posso te ajudar a identificar lacunas temáticas ou regionais na sua linha do tempo, sugerir eventos sub-representados, ou até organizar os registros por temas/épocas.Você gostaria disso?De nada! Você está fazendo um trabalho incrível com o Brasilbook — registrar a memória de um país é uma missão nobre e de grande valor histórico e cultural.Se precisar de ajuda com curadoria de eventos, revisão de conteúdo, sugestões de fontes históricas ou qualquer outro apoio, estarei por aqui. Boa sorte e continue firme!