'10 - -25/11/2019 Wildcard SSL Certificates
2015
2016
2017
2018
2019
2020
2021
2022
2023
Registros (259)Cidades (105)Pessoas (223)Temas (232)

autor:13122
Jornal Cruzeiro do Sul
Cidade fica marcada com intrigantes histórias de discos voadores, consulta em Acervo Cruzeiro do Sul

mencio (1)

    25 de novembro de 2019, segunda-feira
    Atualizado em 23/01/2026 03:35:28



NOV.
25
HOJE NA;HISTóRIA
43

"Era um objeto redondo em cima e com a base achatada, emitia luzes vermelhas na parte de cima e uma luz que não era nem verde e nem azul na parte de baixo. Era alguma coisa muito bonita de se ver, mas que deu um medo muito grande na gente, isso deu. Nós estamos acostumados a enfrentar gente como nós, mas coisas estranhas não, por isso ficamos com medo", comenta o soldado José Pandulfo e seu colega Sérgio Costa, que na madrugada de ontem atenderam um chamado feito por Sérgio Pregnoletto. Todos eles e mais os componentes de oito viaturas presenciaram a aparição de um objeto estranho e com uma forte tonalidade, que surgiu nas imediações da avenida Coronel Nogueira Padilha.

Sérgio Pregnoletto foi o primeiro a presenciar a aparição do objeto. "Eu estava subindo a avenida Coronel Nogueira Padilha, ia entrar na garagem da minha casa, no número 90 da rua João Valentino Joel, quando apareceu uma luz estranha, quase como a luz do dia, passando por cima de mim. Me assustei e corri atrás da polícia", relata Sérgio.

Perseguindo um OVNI

A primeira viatura policial a ser notificada foi a de número 13, dentro dela estavam os soldados Pandulfo e Sérgio Costa. Ao sair para notificar os policiais, Sérgio Pregnoletto afirma ter sido seguido pelo que ele chamou de objeto estranho e luminoso. "Meu filho ficou muito assustado pelo que viu. Achou melhor chamar a polícia pois temia que o objeto pudesse prejudicar quem estava dentro de nossa casa. Ele estava tão assustado que mal podia falar", comenta Orlando Pregnoletto, pai de Sérgio.

A princípio, os policiais da viatura nº 13 não acreditaram muito na historia contada por Sérgio, mas como viram que ele se encontrava muito amedrontado resolveram verificar a situação. "Foi por volta das 03h15 da manhã, quando Sérgio nos procurou dizendo ter avistado um disco, um objeto estranho. Ele chegou apavorado e dizia não estar louco. Nós pegamos a viatura e subimos a Nogueira Padilha em direção ao campo do São Bento, quando chegamos lá perto vimos um objeto luminoso parado lá no alto. Perto do supermercado Ven-Ká, deu a impressão que o objeto luminoso estava seguindo a gente, depois disso ele saiu em frente e parou em cima da Momesso, e ficou parado por pouco tempo neste local", comenta o soldado Pandulfo.

Falando por sinais

Talvez influenciados por filmes ou seriados de TV, os policiais tentaram manter um tipo de comunicação com o "objeto estranho" e, segundo eles, houve resposta por parte do objeto. "Com o holofote de nossa viatura, nós mandamos sinais de luz, e parece que o objeto respondeu. Suas luzes não se apagaram totalmente, mais dava para perceber que elas diminuíam a intensidade. Quando a gente acendia e apagava o holofote, as luzes do objeto se tornavam foscas e depois aumentavam de intensidade. Quando nós acendemos a luz vermelha da sirene parece que eles responderam claramente", explica o soldado Sérgio Costa.

O sargento Mauricio Caruso, que também participou da aparição do objeto conta que "todas as viaturas do horário, cerca de oito, inclusive uma de Votorantim, estiveram na avenida Nogueira Padilha, presenciando o fato. Não posso chamar o que vimos de disco voador, por que depois podem dizer que fiquei louco. Mas quase 20 policias viram tudo. O que vimos não era uma estrela, pois tinha uma luminosidade diferente das outras e pelo tamanho dela, não podia ser uma estrela. Os componentes da viatura nº 13, pediram permissão a mim para que pudesse participar da busca ao objeto estranho, eu permiti, mas recomendei a eles muito cuidado. Como eles tinham avistado um objeto esquisito eu também compareci ao local. E todas as viaturas do horário também foram para lá".

Neste meio tempo, segundo informações seguidas pelos que testemunharam o fato, o objeto estranho e luminoso havia se deslocado para as proximidades da pedreira da Julio&Julio. E lá o objeto permaneceu parado. Carlos Doles, que acompanhava a viatura vinda de Votorantim, conta o que viu: "Estávamos nas proximidades da pedreira Julio&Julio. Não era apenas uma, mas cinco luzes. A primeira mais forte, ficava no centro. As outras quatro eram menores e rodeavam a maior. Com binóculos viamos apenas uma decomposição de cores". Esta decomposição de cores também foi avistada pelos policias, que disseram serem cores bem diferentes "das que estamos habituados a ver". Segundo Pandulfo, o objeto voador oscilava e pela descrição feita, tinha a forma de uma meia Lua, e dele saiam raios luminosos, verdes, vermelhos e azuis da parte superior e inferior do objeto.

Carlos continua o seu relato: "Quando a viatura estava me levando para o local, um dos policiais, pelo rádio nos comunicou que havia dado um sinal com o holofote ao objeto. E recebeu resposta. Depois procurou dar mais sinais, não obtendo resposta".

Outros objetos

Os policiais permaneceram até depois das quatro horas da manhã na pedreira da Julio&Julio, examinando o local. Durante este tempo o objeto permaneceu imóvel, em uma altura considerável. Os policiais tentaram acompanhar o objeto, que para eles, parecia estar próximo. "Nós resolvemos seguir o objeto, pois ele parecia que estava perto, mas na verdade estava bem alto. Eu tive a impressão de que ele baixou um pouco, todo mundo estava comentando sobre o assunto, não posso dizer precisamente se ele baixou ou subiu. Se realmente o objeto chegasse a descer, não sei dizer o que faria, mas eu acho que todo mundo sairia correndo, porque a gente não está acostumado a enfrentar coisas estranhas", completa o sargento Caruso.

Segundo os policiais, eles não foram os únicos a avistar o objeto. Outras pessoas viram um estranho objeto voador e luminoso, nas proximidades do bairro Trujillo. Alguns investigadores da delegacia de polícia também chegaram a ver por volta das seis horas da manhã uma estranha luminosidade no céu. Os policiais Pandulfo e Sérgio Costa acompanhados de Carlos Doles, depois das quatro horas da manhã de ontem, seguiram até a avenida Gabriel Pizza, onde ficaram observando o objeto até as seis horas da manhã. De acordo com informações cedidas por eles, as estrelas já haviam desaparecido, mas os objetos continuam com a luminosidade ainda intensa, depois com a claridade do dia deixou de ter tanta luminosidade.facebook.com/sorocaba24hrs/ posts/566439657455118



Sorocaba/SP
Extraterrestre e sobrenatural
Polícia Militar
Jornal Cruzeiro do Sul
Avenida Nogueira Padilha


EMERSON


25/11/2019
ANO:259
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]