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    25 de abril de 2019, quinta-feira
    Atualizado em 25/10/2025 04:47:33
  
  
  
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ABR.
25
HOJE NA;HISTóRIA
70

1-2 Catharina Dias foi casada com Alberto Lobo. Alem das duas filhas citadas na GP, encontramos:1-2-3 Alberto Lobo Tinoco casou com Beatriz Diniz, filha de Manoel da Costa do Pinno e Antonia de Chaves (SL. 9º, 57, 2-1).Alberto teve seu pai por fiador, como se vê no inventário de Izabel da Cunha (SAESP vol 40º): “Dinheiro A Ganhos: aos 20-4-1656 dado a Alberto Lobo Tinouco e deu por fiador e principal pagador a seu pai o Capitão Alberto o qual por estar presente disse que queria fiar ao dito seu filho. - Alberto Lobo - Alberto Lobo Tinoquo /”1-2-4 Tristão de Oliveira Lobo foi o segundo marido de Izabel da Costa, filha natural de Manoel da Costa do Pino inventariado em 29-10-1653 (SAESP vol. 45º).

Izabel foi casada primeira vez com Bernardo Bicudo, irmão de João Bicudo, falecido com testamento feito no sertão em 1649 e inventariado em Santa Ana da Parnaíba na paragem chamada Pirapitingui em 14 de agosto de 1650 (SAESP vol. 15).

Foram filhos de Bernardo:In- Luzia Nunes, filha natural.I- Antonio BicudoII- Izabel Bicudo casou com Antonio Nunes.III- Maria Bicuda casou com Sebatião Martins. Izabel faleceu com testamento e foi inventariada aos 22 abril de 1659 na fazenda de Tristão. Declarou os três filhos do primeiro matrimônio e a filha única do segundo.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteInventariada: Izabel da Costaautuação de testamento.Aos 22-04-1659 na paragem chamada Apinadaitiquava na fazenda e sitio de Tristão de Oliveira.Testamento: Aos 07-03-1659Sou filha natural de Manoel da ---- Espinosa, ja defunto

Primeiramente casada com Bernardo Bicudo do qual tive tres filhos: Antonio Bicudo = Izabel Bicuda cc Antonio ---- = e Maria Bicuda.

Segunda vez casei com Tristão de Oliveira - uma filha por nome -----

Autos aos 22-04-1659 nsta paragem chamada Pindaiticava no sitio e fazenda de Tristão de Oliveira, termo da vila de Santana de Parnaiba.viuvo declarante Tristão de OliveiraHerdeiros- o viuvo Tristão de Oliveira- Antonio Bicudo, f. do 1 matr.- Izabel Bicuda, idem- Maria Bicuda, idem- Clara do derradeiro matrimonio. Aos 22-04-1659 mandou o juiz citar a Antonio Nunes e s/m Izabel Bicuda se queriam entrar a colação. (não quizeram)Recibo: estou pago e satisfeito de meu irmáo Tristão de Oliveira. (aa) Alberto Lobo Tinoco.Recebi de Tristão de Oliveira Lobo, testamenteiro da defunta sua mulher Izabel da Costa (...) o Vigario (...) apareceu Antonio Bicudo e Tristão de Oliveira (...)Antonio Bicudo = Maria Bicuda mulher de Sebatião Martins = Clara, menor, filha de Tristão de Oliveira. A cada um 2$333 rs.

1-2-4-1 Clara, filha de Tristão de Oliveira e Izabel da Costa. 1-4 Sebastiana Fernandes.S.L. 7º, 226, § 4º 1-4; Sebastiana Fernandes foi casada com Pedro Alvares Moreira Cabral f.º do capitão Pedro Alvares Cabral e de Suzanna Moreira. Com geração em Tit. Garcias Velhos. Sebastiana casou com Pedro Alvares Moreira Cabral ambos inventariados em 1638 (SAESP vol. 11º, neste site). Alem de dois filhos legítimo, Pedro Alvares deixou o filho natural:In- José Moreira, filho natural reconhecido; “foi mandado por João Moreira para as guerras em Pernambuco em companhia de seis moços do gentio da terra. Em 1642 estava na Bahia a serviço de sua Magestade na companhia de Antonio Raposo Tavares. Em 6-10-1648 era falecido e deixou seus bens às filhas de João Moreira.”Sebastiana e Pedro Alvares tiveram dois filhos tutelados pelo tio João Moreira até 08-10-1648:1-4-1 Jacinto Moreira Cabral, natural de São Paulo. Emancipado em 1648, ficou tutor de seu irmão Pascoal, em substituição ao tio João Moreira. Casou com Maria Leme da Silva, filha de Domingos Leme da Silva e Francisca Cardoso.Geração na família “Gaspar Vaz Guedes”.1-4-2 Pascoal Moreira Cabral, coronel, natural de S. Paulo. Casou com Mariana Leme e foram moradores em Sorocaba-SP onde Pascoal faleceu aos 05-11-1690, com testamento, e foi inventariado em 01-08-1691.SL. 7, 431, 3-2 Coronel Pascoal Moreira Cabral, natural de de S. Paulo, foi C.c. Mariana Leme, f.a do Capitão Brás Esteves Leme, que fal. em 1678 em Sorocaba, e de Antonia Dias, V. 2 o pag. 441; fal. o Coronel Pascoal Moreira em 1689 em Sorocaba. Teve (C. O. de Sorocaba) 4-1 a 4-5.Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 05-11-1690 faleceu o Coronel Paschoal Mor. Cabral, natural da vila de S. Paulo e morador neta vila, f. de Pedro Alveres Moreira e de s/m Sebastiana Frz,. ja defunto, moradores na vila de S. Paulo.Casado com Mariana Leme, fez testamento; foi testamenteiro Thome Moreira, Bras Moreira, Miguel Gracia. Esta sepultadona igreja de S. Bento.Alem dos cinco filhos legitimos, que viviam em 1689, Pascoal declarou três filhos bastardos:Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SettePascoal Moreira CabralTreslado do Testamento: 03-07-1689 eu Pascoal Moreira Cabral (...) testamenteiros meus filhos Tome Moreira, e Bras Moreira e meu genro Miguel Garcia.Sou casado com Mariana Leme de que tivemos muitos filhos e filhas dos quais são vivos Tome Moreira = Bras Moreira = Pascoal Moreira = Bastiana Moreira = Maria Moreira. Deixo dois bastardos e uma bastarda a saber: Pedro = Ambrosio = e Suzana, os quais deixo livres e libertos por serem filhos das minhas negras, e dizem que são meus filhos. Casei Suzana com Jose Alves.Tenho casadas duas filhas Bastiana Moreira com Miguel Garcia. (...) meu genro Braz Mendes. Autos aos 01-08-1691 em pousadas do Coronel Pascoal Moreira Cabral.Declarante a viuva Mariana Leme. Assina a seu rogo Miguel Garcia Carrasco. Herdeiros:Tome Moreira CabralSebastiana MoreiraBraz Moreira CabralMaria MoreiraPascoal Moreira Cabral1-4-2-1b- Pedro1-4-2-2b- Ambrosio1-4-2-3b- Suzana casada, em vida do pai, com José Alves.Filhos legitimos com Mariana Leme:

....

Antonio de Oliveira Falcão em Sorocaba aos 15 de maio de 1690 casou com Mariana Freire, filha de Gonçalo Freire de Andrade e Margarida Fernandes, família “Amaro Domingues’.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 15-05-1690 Antonio de Oliveira Falcão natural e morador na vila de N Sra da Ponte de Sorocaba, f.l. de Antonio de Oliveira Falcão, ja defunto e de Ana Roiz de Torales moradores nesta sobredita vila = cc Mariana Frere natural e moradora nesta vila de N Sra da Ponte de Sorocaba, f.l. Gonçalo Frere de Andrade e Margarida Fernandes moradores nesta sobredita vila. Test.: Francisco de Oliveira Falcão, Martinho Gracia, ---- Domingues, Maria Roiz de Torales.

Segunda vez aos 26-02-1727 casou com Izabel de Almeida, filha do falecido Francisco Sutil e Ana Fogaça.Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 26-02-1727 Antonio de Oliveira Falcão, f.l. Antonio de Oliveira e Ana Roiz, ja defuntos = cc Izabel de Almeida, f.l. Francisco Sutil, ja defunto e Ana Fogaça, todos moradores nesta vila. Test.: Raymundo Gomes, Gabriel Ponce, Ana Ribeira, Joana Fogaça.Entre os filhos de Antonio e Mariana:

2-1 Antonio de Oliveira Falcão aos 18-09-1725 casou com Joana de Almeida, filha de Francisco Sutil de Oliveira e Ana Fogaça, já citados.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 18-09-1725 Antonio de Oliveira Falcão, f.l. Antonio de Oliveira Falcão e Mariana Friere de Jesus = cc Joana de Almeida, f.l. Francisco Sutil de Oliveira e Ana Fogaça. Test.: Hieronimo Ferraz de Araujo, Manoel de Oliveira, Maria Gil de Oliveira, Maria Fogaça.

2-2 Gabriel Ponce aos 17 de fevereiro de 1727 casou com Escolastica de Almeida, filha do falecido Francisco Sutil e Ana Fogaça de Almeida, já citados.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 17-02-1727 Gabriel Ponce, f.l. Antonio de Oliveira Falcão e Mariana Frere, ja defunta = cc Escolastica de Almeida, f.l. Francisco Sutil, ja defunto e Ana Fogaça de Almeida. Test.: Sarg. Mor Tome de Lara Falcão, João Dias Garces(?), Joana Garcia, Maria Roiz

2-3 Luzia Mendes aos 18-05-1727 casou com Jose Fogaça de Almeida, filho do falecido Sebastião Sutil e Luiza de Mendonça.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 18-05-1727 Jose Fogaça de Almeida, f.l. Sebastião Sutil já defunto e Luiza de Mendonça, moradores nesta vila = cc Luzia Mendes, f.l. Antonio de Oliveira Falcão e Mariana Frere ja defunta, moradores nesta msma vila; Test.: Sarg. Mor Tome de Lara e o M. de Campo Antonio de Almeida, Joana Garcia, Maria Mendes.

2-4 Gertrudes Freire aos 22-12-1732 casou com Bento Sutil de Oliveira, filho de Francisco Sutil de Oliveira e Ana Fogaça, ja citados.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 22-12-1732 Bento Sutil de Oliveira, f.l. Francisco Sutil de Oliveira e Ana Fogaça = cc Gertrudes Freire, f.l. Antonio de Oliveira Falcão e Mariana Freire de Jesus, todos desta freguesia. Test.: Manoel da Fonseca e Antonio Rodrigues Falcão.

2-5 Francisco Mendes Falcão aos 12-04-1726 casou com Maria Pedrosa Bicuda, filha dos falecidos Antonio Bicudo e Luiza de Mendonça.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 12-04-1736 Francisco Mendes Falcão, f.l. Antonio de Oliveira Falcão e Mariana Freire de Jesus, ja defunta, moradores desta freguesia = cc Maria Pedrosa Bicuda, f.l. Antonio Bicudo e Luiza de Mendonça, ja defuntos, viuva que ficou de Alberto Luiz(sic) de Amores filho de Aleixo Leme e s/m Clara de Miranda naturais da vila de Itu e moradora da vila de Sorocaba. Test.: João Lourenço Corim, Antonio Rodrigues Falcão, Luzia Mendes, e Maria ---- de Jesus.

Maria Pedrosa foi primeira vez casada aos 11-10-1724 com Alberto Rodrigues de Amores, filho dos falecidos Aleixo Leme da Veiga e Clara de Miranda. Com geração.

Itu-SP Igreja N Sra da Candelaria [Alberto Royz de Amores ] Maria Pedrosa, filha de Antonio Bicudo, ja defunto e de s/m Luiza de Mendonça, moradores nesta vila = cc Alberto Roiz de Amores, filho de Aleixo Leme da Veiga, ja defunto e de Clara de Miranda, ja defunta, moradores nesta vila. Foram padrinhos Antonio Leme de Miranda e Lourenço Cardoso (aa Lourenço Cardoso de Negreiros)( Aos 11 de outubro de 1724.

3- Ana Maria de Torales, aos 15-02-1686 casou com Pascoal Gonçalves, filho de Antonio Domingues Galera e Maria Gonçalves de Siqueira - familia Pascoal Gonçalves, neste site.Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 15-02-1686 Paschoal Glz natural e morador na vila de S. Paulo, f.l. Antonio Domingues Galera e Maria Glz de Siqueira moradores na vila de S. Paulo = cc Ana Maria de Torales, natural e moradora nesta vila de N Sra da Ponte de Sorocaba, f.l. Antonio de Oliveira Falcão e Ana Rodrigues de Torales moradores nesta vila. Test.: Diogo Domingues de Faria, Antonio Domingues Galera, Violante de Gusmão e Izabel de Oliveira.

...

Izabel da Costa e Francisco Sutil de Oliveira S.L. 1º, 59, 1-7 Izabel da Costa, faleceu em avançada idade em 1690 com testamento em S. Paulo, no estado de viúva de Francisco Sutil de Oliveira falecido em 1662, natural de Portugal, f.o. de Francisco Sutil e de Guiomar de Oliveira. Teve (C. O. S. Paulo) os 8 f.os. seguintes: Izabel da Costa foi filha de João da Costa Lima, inventariado em S. Paulo em 30-04-1639 e de Ignez Camacho, inventariada em 1623 (inventários em SAESP vol. 12, neste site). Em 1623 Izabel contava 22 para 23 anos e estava casada com Francisco Sutil (de Oliveira), tendo sido “dotada e vestida” por seus pais.Francisco testou em S. Paulo em 24-01-1662 com codicilio de 23 de junho do mesmo ano. Declarou oito filhos de seu casal, dois falecidos com geração. Foi inventariado em 29-09-1662.Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteInventariado Francisco Sutil de Oliveiraapresentação do testamento e inventario aos 05-01-1674 nesta vila de S. PauloAbertura do inventario: aos 29-09-1662 nesta vila de Sao Paulodeclarante D. Izabel da Costa, dona viuva, assinou a seu rogo João Machado der Lima. Testamento aos 24-01-1662 nesta vila de S. Paulo eu Francisco Sutil de Oliveira.Testamenteiros m/mulher Izabel da Costa, m/filho Antonio Sutil, e Francisco de Oliveira.Sou cc Izabel da Costa da qual tivemos 8 filhos, cinco machos e tres femeas: João Sutil, ja defunto = Simão Sutil, tambem defunto = Antonio Sutil = Francisco de Oliveira = Francisco Sutil o moço. As femeas: Maria Sutil cc Gaspar Sardinha = Izabel da Costa cc Manoel Fernandes Preto = Ignez da Luz cc Domingos da Silva de Santa Maria.Sou curador de meus netos, filhos q ficaram de João Sutil e de Simão Sutil. Tenho casada uma neta, filha de João Sutil, com Salvador Bicudo(sic).Cumpra-se hoje 24(?) de Junho de 1662 Codicilo aos 23-06-1662 nesta vila de S. Paulo. (...) meu genro Gaspar Sardinha (...). Declaro que Maria Bicuda tem mandado 10$000 rs por conta das casas que foram de João Sutil.As casas pertencentes aos orfãos Simão e sua irmã e seu padrasto Inocencio Fernandes. Titulo dos filhos:Antonio Sutil de Oliveira, 29 anosFrancisco de Oliveira, 28Francisco Sutil, 26Maria Sutil cc Gaspar Sardinha.Izabel da Costa cc Manoel Fernandes Preto.Ignez da Luz de Oliveira cc Domingos da Silva de Santa Maria Filhos que ficaram do defunto João Sutil:- Izabel Ribeira cc Salvador de Pontes- Sebastião Sutil, de 9(?) anos Filho de Simão Sutil:- Simão, de -[danificado]. Foram filhos de Izabel da Costa e Francisco Sutil: 1- João Sutil de Oliveira foi casado com Maria Ribeiro. Ambos mortos pelos índios Guarulhos em 1652, foram inventariados em 08-02-1653 por Francisco Sutil de Oliveira. Francisco foi o tutor de seus netos (SAESP vol. 42º, neste site),1-1 Izabel, com 6 anos em 1653. Em 1661 Izabel Ribeiro (ou Sutil) estava casada com Salvador de Pontes do Canto, filho de Pedro Nunes de Pontes e Ignez Domingues Ribeiro. Geração na família “Nunes de Pontes” Cap. 1º § 3º.

1-2 Sebastião Sutil de Oliveira com 4 anos em 1653. Em 21-01-1674 recebeu sua legítima. Em 06-03-1667 já estava casado com Margarida Fernandes, filha de Miguel Garcia Carrasco e Ana Barbosa. Margarida faleceu com testamento e foi inventariada em 1678.

Sebastião casou segunda vez com Luiza Corim (SL. 1º, 59, 3-2), filha de João Lourenço Corim e de Antonia Ribeiro com geração de dois filhos. Luiza foi inventariada na Parnaiba em 17-03-1691 como Maria Ribeiro, com geração de dois filhos.

Em 1691, pela terceira vez, Sebastião casou na Parnaiba com Maria Fogaça de Almeida, filha de José Fogaça de Almeida e Izabel de Aguiar - familia “Alvaro Netto”. Sebastião faleceu em Sorocaba aos 11-02-1706. Família Carrasco, neste site e geração em SL. 1º, 59, 3-2.Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte obitos - aos 11-02-1706 faleceu Cap. Sebastião Sotil de Oliveira, natural de São Paulo, casado com Maria Fogaça, morreu com todos os sacramentos. Foi enterrado na matriz desta paroquia2- Simão Sutil de Oliveira casou com Maria de Siqueira, filha de João Barroso e Catarina de Siqueira - família Antonio Nunes e s/m Maria Maciel”. Simão foi inventariado em 30-10-1650 (SAESP vol. 15º neste site). Deixou geração legítima e bastarda, tutelados pelo avô paterno Francisco Sutil de Oliveira.2-1b Ventura de Oliveira, com 6 anos em 1650, bastarda. Casou com Domingos Rodrigues Brandão.2-1 Simão, nascido em 1650. Simão Sutil de Oliveira, em 1688 era padre da Companhia de Jesus. 3- Antonio Sutil de Oliveira, 29 anos em 1662. Habilitou-se ao sacerdócio em 1661Aplicação Sacerdotal ano 1661Habilitando Antonio Sutil de Oliveira(pesq. RMJ)07-05-1661 Auto de apresentação de uma petição de Anto Sutil de Oliveira filho legitimo de Francisco Sutil e de sua mulher Izabel da Costa naturaes da villa de São Paulo para o efeito de ( ) ordenar de todas as ordens minores ..."Anto Sutil de Olivrª morador nesta Villa de S. Pau(lo) fº de legitimo matrimonio de Francisco Sutil e sua molher (rasurado) e por parte de seu pay neto de Francisco Frz´ e sua molher (razura) Olivrª e por parte de sua may João da Costa e de sua molher (razura)cha Christãos velhos sem raça de mouro nem de judeo nem outra (razura) raça que lhe preiudique de limpa e nobre geração ..." quer tomar as ordens menores e para isso apresentar testemunhas dignas de fé.Testemunhas:A qualificação da duas primeiras testemunhas estariam em partes rasuradas dos autos, mas atestaram que o pai e mãe do habilitando eram honrados etc e que o pai era irmão da Santa Casa de Misericordia

Capitão Antonio Madureira Moraes morador na Vila de São Paulo, 57 anos, do costume disse nada.Francisco Leme, morador na Vila de São Paulo, 54 anos, do costume disse nada Capitão Gaspar Maciel sessenta e (rasurado) anos, do costume disse nada. O Vigario da Matriz de São Paulo, Domingos Gomes Albernas, não achou o batismo do habilitando, somente o de um irmão mais moço:Baptizei Frco fº de Fco e de sua mulher Izabel da Costa. Padrinhos Anto --- e Dona Anna Ribeira hoje 18 de fevereiro de 6-anos. Salvador de Lima

28 de maio de 1684 - Petição do Reverendo Padre Antonio Sutil de Oliveira sendo do habito de São Pedro...(A petição em si estava em parte rasurada do documento)

-Que ele justificante é filho legitimo de Francisco Sutil e Izabel da Costa naturais desta vila (SP)- Que é np de Francisco Sutil de Siqueira e de (Guiomar) de Oliveira sua mulher todos naturais da Cidade de ()- Nm de João da Costa e Ignes (Camacha) todos moradores nesta vila, cristãos velhos.TestemunhasPadre Gaspar Cubas Ferreira, natural e morador da vila de São Paulo - não alcançou os avós maternos e paternos do justificante mas sempre ouviu dizer que eram cristãos velhos etc.Cap Braz Rodrigues de Arzão (do depoimento dele é possível ler o nome da avó paterna e o sobrenome da materna)4- Francisco de Oliveira, 28 anos em 1662.5- Francisco Sutil, 26 anos.6- Maria Sutil casada com Gaspar Sardinha.7- Izabel da Costa casada com Manoel Fernandes Preto, filho de Sebastião Fernandes Preto e Ana de Pinha. Geração na família Braz de Pina.8- Ignez da Luz de Oliveira casada com Domingos da Silva de Santa Maria. Ignez faleceu com testamento de 05-12-1669, que recebeu o cumpra-se em 26 do mesmo mês. Foi inventariada em S. Paulo em 22-05-1671. Deixou sete filhos de seu casal:Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteIgnez da Luz Oliveira 1671Autos aos 22-05-1671 nesta vila de S. Paulo em casas que ficaram do defunto Francisco Sutil de Oliveira.Declarante o viuvo Domingos de Santa Maria (aa) Domingos da Silva de Santa Maria. Titulo dos Filhos:Francisco, de 14 anosFelipa de 13Izabel de 8Domingos de 7Ignez de 5Joana de 4Ana de 3 anos. TestamentoEu Ignez da Luz natural da vila de S. Paulo, f.l. Francisco Sutil, que Ds haja e Izabel da Costa. Casada com Domingos da Silva de Santa Maria e houvemos sete filhos, dois machos Francisco, e Domingos; e cinco femeas: Felipa, Izabel, Ignez, Joana, e Ana.Declaro que meu marido esta no sertao.05-12-1669 = Assino a rogo da testadora Jose Ortiz de Camargo.Cumpra-se 26-12-16698-1 Francisco, 14 anos em 1671.8-2 Felipa de 138-3 Izabel de 88-4 Domingos de 78-5 Ignez de 58-6 Joana de 48-7 Ana de 3 anos.



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EMERSON


25/04/2019
ANO:259
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]