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Estúdio UNIVESP, Suely Queiroz, em entrevista à Mônica Teixeira
2015, quinta-feira ver ano
  
  
  

Mônica Teixeira: Eu fiquei surpresa, porque eu não sabia, na minha enorme ignorância, que, praticamente não tinha, não havia quantidade de escravos negros em São Paulo.

São Paulo teve uma evolução peculiar em relação á outras capitanias, no caso da colonização. Por que? Do meu ponto de vista, talvez os geógrafos me contestem, eu acho que houve um determinismo geográfico que influenciou a evolução econômica, social e cultural de São Paulo, algo que os geógrafos rejeitam.

Mas, no caso de São Paulo, qual era o único fator de produção? A terra, e dentro do sistema capitalista comercial que se implantou, conhecido como mercantilismo, o açúcar era um produto altamente requisitado, altamente lucrativo. Ele só poderia ser cultivado em larga escala.

Mas era preciso exportar esse açúcar. Ora, a baixada onde se situam os portos, a baixada santista, ela é estreita, você pode observar, ela fica apertada entre o mar e a serra do mar. Então, a terra era pouco satisfatório para uma produção em larga escala.

Basta ler aquelas cartas do padre José de Anchieta, era algo inacreditável à vinda para o planalto, levava uma semana, aquele pessoal que subia, acabava não descendo, ou desciam muito pouco. Ela dificílimo implantar aqui uma agricultura em larga escala. O escravo era caro, então a mão-de-obra índia era que predominava em São Paulo.

Mônica Teixeira: Era caro, não exportava, não tinha como pagar.

Não tinha como pagar. Era uma terra paupérrima. São Paulo até o final do século XVIII (1701-1800) foi uma terra muito pobre, econômica, social e culturalmente. Basta dizer que o único livro disponível era Miguel Cervantes.

Mônica Teixeira: Então, quando é que os negros começam à chegar em São Paulo?

Por que eles vem? Eles vem porque, terminado o Ciclo do Ouro... e esse ouro foi embora, acabou, esgotou-se... Quando esse ouro termina, Portugal volta-se novamente para a agricultura, que era o fator nosso de produção, e por isso Caio Prado chamado de "Renascimento da Agricultura".Na verdade não houve um renascimento, ela foi... chegou o estímulo a produção agrícola. Aí Portugal envia para São Paulo um novo governador, com a missão, enfim, de reerguer a capitania, e aí começam as melhorias, no que eles chamavam "Caminho do Mar".

as mercadorias eram transportadas o lombo de índios escravizados. Era muito difícil uma exportação de mercadoria...Começa em Itú, Piracicaba, aí com mão-de-obra negra

Se não me engano, há uma citação nesse livro do José Bonifácio, segunda a qual, diz ele, que antes do açúcar, não havia escravos negros na Capitania de São Paulo. Claro que havia um ou outro...





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