Wildcard SSL Certificates
www.brasilbook.com.br
                  


G1
Mulher de 37 anos "adotada" após fingir ter 12 anos ganhou festa de aniversário da família em SC
3 de jun. de 2026, quarta-feira ver ano


CMD:Adicionar ao álbum

A mulher de 37 anos que confessou ter se passado por uma adolescente e vivido como filha adotiva de uma família em Joinville, no Norte de Santa Catarina, chegou a ganhar uma festa para celebrar o suposto aniversário de 12 anos, informou a Polícia Civil. Ela foi presa na terça-feira (2) suspeita de estelionato e falsa identidade.

A família a acolheu em casa por 14 meses, acreditando que ela tinha fugido do Pará por sofrer maus-tratos, e acabou se envolvendo emocionalmente com a "menina". A mulher dizia se chamar Gabriele e passou a ser tratada como filha. A suspeita foi identificada pela polícia como Amanda Maria Souza de Oliveira.

Além da festa, "Gabriele" ganhou remédio para emagrecer, segundo o delegado, e um quarto com decorações e brinquedos infantis.

A família procurou a polícia após a denúncia de um parente levar à descoberta do crime. A investigação descobriu que a mulher é reincidente nessa modalidade de golpes, tendo registros em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.

Como a mulher chegou à família?

Segundo o delegado Rodrigo Bueno Gusso, a mulher chegou até a família após procurar uma igreja em Joinville e relatar ao pastor ter fugido do Pará por sofrer maus-tratos.

Sem documentos e se passando por adolescente, ela foi acolhida pela comunidade religiosa, que a ajudou financeiramente. A família que a adotou também frequenta a igreja.

Para sustentar o disfarce e justificar a aparência adulta, ela alegava falsamente ter autismo e outras condições clínicas. Dizia ainda que os traços adultos eram decorrentes do uso forçado de hormônios na infância, quando teria sido abusada.

Ela também tinha comportamentos infantilizados e usava mamadeiras, chupetas e um "cheirinho" para dormir, conforme a polícia. A investigação apurou que "Gabriele" forjava crises de pânico à noite, afinava a voz e simulava carência para conseguir atenção.

"A menina não ia para a escola porque conseguiu convencer a família adotiva de que, se fosse para a escola, o ´pai abusador´ saberia onde ela está", comentou o delegado.





ANO:60
   

Imagens
14157
Temas
1478
Cidades
713
Personagens
10468
Registros
33054
Histórias
Hoje na História
65
Frases
191
Mensagens
51


Registros
Relevantes
Populares


Falar c/ o administrador
(15) 997062000




Procurar