E.F.S. — Quatrocentos vagões da Estrada de Ferro Sorocabana encontravam-se retidos entre Sorocaba e Amador Bueno. Os ditos vagões estavam carregados de madeira de pinho, que aguardavam alta de preços no mercado construtor paulista. Cada vagão, parado, custa ao Estado (em prejuízo) 1.000 cruzeiros por dia. E foram mais de 30 os dias em que não rodaram. O Governador mandou abrir sindicância em tôrno do fato.