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Raymbaud de Caron foi o primeiro a ser interrogado

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Raymbaud de Caron foi o primeiro a ser interrogado

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Raymbaud de Caron foi o primeiro a ser interrogado


AGO.
17
HOJE NA HISTóRIA
57
17 de agosto de 1308, sexta-feira
05/10/2025 16:43:39
    
    
     Fontes (1)



  1ª fonte  
  Data: 2025

O julgamento dos Cavaleiros Templários - Consulta em historiadomundo.com.br


Apesar de a decisão ter frustrado os planos monárquicos, a tensão e a desconfiança cultivada com o incidente motivaram o papa a organizar uma assembleia pública, em 1308, onde dizia que a situação dos templários seria resolvida em um concílio que ocorreria dois anos mais tarde. Até aquele momento, parecia que a indefinição papal serviria para se acalmar os ânimos e deixar que a Ordem dos Templários seguisse seu próprio rumo.

Contudo, Filipe IV resolveu protagonizar mais um novo incidente que abalaria a situação entre a monarquia e a Igreja. Naquele mesmo ano, o rei acusou, julgou e condenou à morte na fogueira o bispo de Troyes. Tal ação autoritária visou coibir os mais poderosos bispos da França a apoiarem o monarca francês. Caso contrário, iriam comprar uma guerra que poderia ameaçar seriamente a unidade religiosa católica no interior da Europa.
[31978]


  2ª fonte  
  Data: 2025

Pergaminho de Chinon - Consulta em Wikipedia


O chamado Pergaminho de Chinon é um documento histórico, originalmente publicado por Étienne Baluze no século XVII, na obra "Vitae Paparum Avenionensis" ("A Vida dos Papas de Avignon"). Este documento obteve destaque em nossos dias, graças à descoberta pela Dr.ª Barbara Frale de que o Papa Clemente V absolvera secretamente o último Grão-mestre, Jacques de Molay, e os demais líderes dos Templários, em 1308, das acusações feitas pela Santa Inquisição. O pergaminho está datado "Chinon, dezessete a vinte de agosto de 1308". O Vaticano possui uma cópia autenticada sob a referência "Archivum Arcis Armarium D 218". O pergaminho original encontra-se sob a referência "D 217".

Raymbaud de Caron foi o primeiro a ser interrogado em 17 de agosto de 1308. Após o interrogatório, os cardeais deram a absolvição:

"… Após este juramento, pela autoridade do senhor Papa especificamente dada a nós para esta finalidade, nós estendemos a este humilde solicitante Irmão Raymbaud, em uma forma aceita pela Igreja o perdão de absolvição do veredito de excomunhão, que fora expedido pelos feitos antes mencionados, reintegrando-o em unidade com a Igreja e reintroduzindo-o para comunhão da fé e dos sacramentos da Igreja."
[31980]





  1ª fonte  
  Data: 2025

O julgamento dos Cavaleiros Templários - Consulta em historiadomundo.com.br


Apesar de a decisão ter frustrado os planos monárquicos, a tensão e a desconfiança cultivada com o incidente motivaram o papa a organizar uma assembleia pública, em 1308, onde dizia que a situação dos templários seria resolvida em um concílio que ocorreria dois anos mais tarde. Até aquele momento, parecia que a indefinição papal serviria para se acalmar os ânimos e deixar que a Ordem dos Templários seguisse seu próprio rumo.

Contudo, Filipe IV resolveu protagonizar mais um novo incidente que abalaria a situação entre a monarquia e a Igreja. Naquele mesmo ano, o rei acusou, julgou e condenou à morte na fogueira o bispo de Troyes. Tal ação autoritária visou coibir os mais poderosos bispos da França a apoiarem o monarca francês. Caso contrário, iriam comprar uma guerra que poderia ameaçar seriamente a unidade religiosa católica no interior da Europa.
[31978]


  2ª fonte  
  Data: 2025

Pergaminho de Chinon - Consulta em Wikipedia


O chamado Pergaminho de Chinon é um documento histórico, originalmente publicado por Étienne Baluze no século XVII, na obra "Vitae Paparum Avenionensis" ("A Vida dos Papas de Avignon"). Este documento obteve destaque em nossos dias, graças à descoberta pela Dr.ª Barbara Frale de que o Papa Clemente V absolvera secretamente o último Grão-mestre, Jacques de Molay, e os demais líderes dos Templários, em 1308, das acusações feitas pela Santa Inquisição. O pergaminho está datado "Chinon, dezessete a vinte de agosto de 1308". O Vaticano possui uma cópia autenticada sob a referência "Archivum Arcis Armarium D 218". O pergaminho original encontra-se sob a referência "D 217".

Raymbaud de Caron foi o primeiro a ser interrogado em 17 de agosto de 1308. Após o interrogatório, os cardeais deram a absolvição:

"… Após este juramento, pela autoridade do senhor Papa especificamente dada a nós para esta finalidade, nós estendemos a este humilde solicitante Irmão Raymbaud, em uma forma aceita pela Igreja o perdão de absolvição do veredito de excomunhão, que fora expedido pelos feitos antes mencionados, reintegrando-o em unidade com a Igreja e reintroduzindo-o para comunhão da fé e dos sacramentos da Igreja."
[31980]



EMERSON


17/08/1308
ANO:1
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