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Luz no céu chamou a atenção

mencio ()

    1 de junho de 1997, domingo
    Atualizado em 25/02/2025 04:41:17
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JUN.
01
HOJE NA;HISTóRIA
191



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  1ª fonte  
  Data: 03/06/2007
Queda de ovni em MT completa 10 anos e mistério continua. reporternews.com.br



Uma luz no céu. Um estrondo. Um clarão. Os acontecimentos da noite do dia 1º de junho de 1997 continuam vivos na memória dos moradores de Nova Brasilândia (190 quilômetros de Cuiabá). A partir daquele dia a cidade ficou conhecida no Brasil e até mesmo em outros países devido a um suposto objeto voador não-identificado que teria caído na região. Até hoje, o caso ainda é envolto em mistério.

Era domingo, por volta de 20h. Alguns moradores assistiam televisão, outros conversavam na varanda de casa quando uma luz no céu chamou a atenção. Era como uma estrela cadente, mas maior. A bola de fogo cruzou os céus, passando por sobre os paredões de Chapada dos Guimarães e sobre as casas da cidade. Em seguida, ouviu-se um barulho muito forte. O objeto teria caído em uma fazenda nas proximidades da Serra Azul.

Em uma das residências, moradores revelaram que o chão tremeu e os quadros nas paredes balançaram. Não houve pânico, mas receio sobre o que poderia ter acontecido. Sem demora, aquele passou a ser o assunto preferido nas ruas estreitas da pequena cidade, que de acordo com o Censo de 2000 possuía pouco mais de 5.700 habitantes.

No dia seguinte os relatos do incidente tomaram maiores proporções e teorias passaram a surgir. A história chegou a Cuiabá e mobilizou equipes de reportagem e de pesquisadores, que saíram à procura do tal objeto. Em Nova Brasilândia, todos apontavam para o mesmo local onde teria caído a bola de fogo, mas ninguém sabia informar ao certo em que propriedade estaria o objeto desconhecido.

Eis que um peão chamado Gilberto Braga afirmou, à época, que teria visto o objeto caído em uma fazenda da região. Ele garantiu também que era um objeto grande e que estaria com a metade enterrada devido ao impacto da queda. Gilberto não soube informar se o objeto era um meteorito ou algum outro tipo de artefato. Mesmo assim, não há informações, até hoje, 10 anos depois, do que teria caído na pacata cidade.

Mistério persiste

Sérgio Benetti era prefeito de Nova Brasilândia em 1997. Esta semana, enquanto descansava em uma fazenda no município de Alta Floresta, Benetti conversou por telefone com o RMT Online. Ele disse lembrar plenamente do caso do "ovni de Nova Brasilândia". No entanto, Benetti não arrisca qualquer palpite sobre o que aconteceu realmente na cidade naquele dia 1º de junho. "Sei lá o que era, se seria uma bola de fogo ou meteorito. Tenho pouco conhecimento para definir", disse.

Benetti, no entanto, tem certeza de uma coisa: algo estranho aconteceu em Nova Brasilândia naquele dia. Ele garante que um objeto até hoje não identificado caiu na região. "Conheço pessoas de idade, que não iriam mentir nunca, e que mostraram o rumo que tomou o objeto antes de cair", observou. "Todas apontaram para o mesmo rumo", completou.

Após o incidente, Benetti foi procurado por uma equipe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP), que foi até Nova Brasilândia investigar o caso. Os técnicos queriam saber o que havia caído na cidade e tentar resgatar o suposto objeto. "Eles [Inpe] estiveram aqui, olharam, conversaram com muita gente. Mas o objeto nunca apareceu", lembra o ex-prefeito.

Local da queda não foi encontrado

Os técnicos do Inpe utilizaram um avião para sobrevoar toda a área. Fotografias foram tiradas para tentar localizar precisamente o local do impacto. A suspeita é de que o objeto seria um meteorito ou até mesmo fragmentos de satélites desativados e que estariam à deriva na órbita terrestre.

O geólogo Paulo Roberto Martini, do Inpe, veio a Mato Grosso na época e conversou com moradores de Nova Brasilândia. Ele é especialista em sensoriamento remoto e confirma que sobrevoou a região à procura do objeto. Martini acredita que foi um meteoro o protagonista de todo o mistério na cidade. "Mas não encontramos nenhum fragmento ou sinal de impacto".

Sérgio Benetti se recorda que a cidade ficou mundialmente conhecida com o incidente. "Veio muita gente procurar [o objeto], mas nunca acharam nada. O mundo inteiro ficou conhecendo a cidade por causa disso", concluiu o prefeito.

Disco voador?

A fama realmente foi mundial. Um grupo de ufólogos de Mato Grosso foi até a região semanas depois do impacto do suposto objeto. Grupos de pesquisa de diversas partes do país se interessaram pelo assunto e foram abastecidos com informações via internet. Reportagens realizadas pela imprensa à época foram traduzidas e percorreram o mundo, atraindo a atenção de outros pesquisadores.

Em 1998, um grupo de ufólogos americanos chamado Beyond Boundaries desembarcou em Mato Grosso. Pretendiam realizar pesquisas em Chapada dos Guimarães pois tinham conhecimento dos registros de ovnis na região e também do caso de Nova Brasilândia.

"Era um objeto voador não-identificado", afirma o psicólogo Ataíde Ferreira da Silva Neto, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas. Ele explica que a definição de ovni não quer dizer que o objeto seja um disco voador ou tenha origem extraterrestre. "É objeto não-identificado porque ainda não sabemos do que se trata", completou.

Para Ataíde, não há como negar que o objeto caiu na região. O que causa surpresa ao psicólogo é que a queda do ovni tenha atraído a atenção de tanta gente. "Sobrevoaram a região com avião e helicóptero. Ouvi dizer que havia pessoal do governo com roupas esquisitas à procura do local da queda", revela Ataíde. Ele disse ao RMT Online que o caso ainda é misterioso e que ainda há muitas informações desencontradas sobre o episódio. "A hipótese de disco voador é um boato. Alguns falam que o objeto era incandescente, outros que tinham luzes coloridas. Dizem até que tinha um formato discóide. São alegações, mas fato concreto não existe", argumenta o presidente do grupo ufológico.

Ataíde explica que em Chapada dos Guimarães, bem próximo de Nova Brasilândia, há diversos registros de avistamentos de ovnis. Nova Brasilândia fica perto da Serra Azul e entre os paredões de Chapada dos Guimarães e da Serra do Roncador, dois locais considerados místicos. "Não sabemos porque os ovnis aparecem aqui, mas há relatos".

Para astrônomo, bólido caiu em Nova Brasilândia

O astrônomo amador Eduardo Baldaci disse não crer em objetos voadores não-identificados, apesar de entender que possa existir vida extraterrestre fora do sistema solar. Sobre o caso de Nova Brasilândia, a opinião de Baldaci é de que um meteoro, chamado cientificamente de bólido, tenha caído nos arredores da cidade.

"O que ouvi de uma pessoa é que houve investigações do Exército na área, inclusive com isolamento da mesma", disse Baldaci. Naquela época, realmente houve comentários sobre uma tropa do Exército na região. O boato era de que os soldados foram designados para recuperar o objeto não-identificado. "Não sei se é boato", completou o astrônomo, ressaltando que crê na teoria do meteoro.

Segundo Baldaci, os meteoros podem ter o tamanho de uma bola de futebol ou até um carro. Ele explica que, quando o meteoro entra na atmosfera, é criado um deslocamento de ar causando um barulho semelhante a um trovão. Em seguida, o objeto deixa um rastro como fumaça. "É semelhante ao rastro deixado por um avião da esquadrilha da fumaça".

Eduardo Baldaci lembra que em junho de 2005, um episódio semelhante aconteceu no município de Lambari D´Oeste. "Creio fielmente que tanto em Lambari quanto em Nova Brasilândia ainda possa haver resíduos destas quedas", concluiu.
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EMERSON


01/06/1997
ANO:103
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]