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*Encontro
janeiro de 318 ver ano
•  Fontes (1)

\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\31858curiosidade.txt

  1ª fonte  
  Data: 2025

Consulta em sangreality.weebly.com


Um encontro entre Silvestre e os líderes judaico-cristãos (sic) ocorreu em 318... A entrevista crucial não foi, até onde sabemos, registrada, mas as questões eram bem conhecidas, e é provável que José, o mais antigo dos judeus cristãos (sic), tenha falado em nome dos desposyni e dos demais.

Esse nome tão sagrado, desposyni, foi respeitado por todos os crentes no primeiro século e meio da história cristã. A palavra significava literalmente, em grego, "pertencente ao Senhor". Era reservado exclusivamente para os parentes consanguíneos de Jesus. Cada parte da antiga igreja judaico-cristã sempre foi governada por um desposynos, e cada um deles carregava um dos nomes tradicionais da família de Jesus — Zacarias, José, João, Tiago, José, Simeão, Matias e assim por diante. Mas ninguém jamais foi chamado de Jesus.

Nem Silvestre, nem nenhum dos trinta e dois papas antes dele, nem os que o sucederam, jamais enfatizaram que havia pelo menos Três linhagens bem conhecidas e autênticas de descendência legítima de sangue da própria família de Jesus. Uma de Joaquim e Ana, avós maternos de Jesus. Uma de Isabel, prima de primeiro grau da mãe de Jesus, Maria, e do marido de Isabel, Zacarias. E uma de Cléofas e sua esposa, que também era prima de primeiro grau de Maria.

Havia, é claro, numerosos descendentes de sangue de José, marido de Maria, mas apenas aquelas pessoas em linhagem com Jesus por meio de sua mãe se qualificavam como desposyni..."
[31856]




LUCIA01/01/318
ANO:1
  


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