'10 - -01/01/2015 Wildcard SSL Certificates
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018
2019
Registros (152)Cidades (63)Pessoas (162)Temas (206)
Aos meus Pais Ao Ismael

mencio ()

    2015
    Atualizado em 31/10/2025 15:38:06
•  Imagens (35)
  
  
  


JAN.
01
HOJE NA;HISTóRIA
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\hoje\01-01total.txt

Seguro encontraram os colonos em franco desentendimento 247 tendo ajudado a sanar os ânimos exaltados 248. Aí ficaram Nóbrega e Diogo Jácome, enquanto Leonardo Nunes prosseguiu viagem para sul com um pequeno grupo de carijós: “Para S. Vicente foram se dez ou doze, não podendo ir mais por ser a embarcação pequena. Quando vier o Governador mandaremos os outros” 249, ou seja, para ganhar tempo, Leonardo Nunes seguiu na frente para o litoral de São Vicente, lugar de destino da próxima missão.

Estaera, aliás, uma das atribuições da Ordem: a salvação das próprias almas, mas, emparticular a ajuda no aperfeiçoamento das dos próximos250. Com a viagem de LeonardoNunes a prosseguir, a paragem seguinte foi na vila do Espírito Santo, actual Vila Velha,onde desembarcaram e foram, recebidos com entusiasmo por “alguma gente daterra251”. Ali permaneceu por espaço dum mês, ficando alojado na casa do pároco local,Francisco da Luz, a convite deste 252, por inexistência de hospedaria na terra. Quiseramas circunstâncias que entre a necessidade da embarcação ter de ficar mais algum tempono porto e aquela em que se encontrava a população ficasse em terra por mais tempo doque o originalmente previsto, tendo motivado o pedido de alguns no sentido do demovera ficar na terra: “e me queiram por força deter que não passasse adiante, e vendo eu anecessidade que tinham e por alguns embaraços que succederam aos do navio, medetive com eles um mez”253. Razões práticas forçaram, portanto, o padre Nunes a dilatarjá haviam saído para Ilhéus onde o aguardariam “Agora é já partido Leonardo Nunes cm Diogo Jacome, elá me hão de esperar quando eu fôr com o Ouvidor, que irá daqui a dous mezes pouco mais ou menos”.247Id.Ib. p. 107248Cartas, p. 84: “ si Nosso Senhor por sua misericórdia não os socorrera trazendo-os á paz e concordia,para o qual quis Nosso Senhor movelos de tal maneira que os mais delles se perdoaram publicamente ema egreja”. Carta de Leonardo Nunes, 1550.

249 Id. Ib. pp. 106-107. Cartas, p. 78, o Pe. Navarro escreve em carta com data de 28 Março de 1550 “Seismezes há que o Padre Nobrega partiu com a armada a visitar os Christãos da costa de São Vicente e comelle o padre Leonardo Nunes e Diogo Jacome”. No cruzamento destas cartas verifica-se que a contagemdo tempo nem sempre é coincidente. Carta de António Pires, 1551.

250 “Summa Instituti”. In Monumenta Ignatiana. Constitutiones Societatis Jesu. Vol. 1. Roma. 1934, pp.4-6.251Cartas, p. 84.252 OLIVEIRA.Op. cit, p. 68, nota 7.253Cartas, p. 84. Carta de Leonardo Nunes, 1550. [p. 111]

Coutinho, a sede foi transferida da antiga Vila do Espírito Santo, a Vila Velha, para ailha de Santo António, doada a Duarte de Lemos, de defesa mais fácil:(…) abre em boca cousa de meia légua; e tem em si a vila, que toma o nomedo mesmo rio. É defensável em extremo; porque de uma e outra parte servemde praias muralhas altíssimas de penedia tosca da natureza, assombro deinimigos.(VASCONCELOS, p. 74)Não obstante alguma informação, transformada em tradição entre as autoridadesdo Estado do Espírito Santo, e, segundo a qual o ano de 1551 é apresentado como a datade fundação da vila de Vitória261, o raciocínio seguido por José Teixeira de Oliveiraapresenta credivelmente a data de 1550, ano em que pela primeira vez surge adesignação de Vitória como vila, “Faço saber aos que esta virem, que por nesta Villa daVictoria Provincia do Espirito Santo Capitania de Vasco Fernandes Coutinho”262. Ohistoriador tira, portanto, a conclusão tendo por base o documento (provisão), daresponsabilidade de António Cardoso de Barros, o provedor-mor263 que, naquelemomento, se encontrava na capitania por delegação de Tomé de Sousa e apresenta adata de 3 de Março de 1550.2618 de Setembro de 1551.262OLIVEIRA, Op. cit., p.70. O autor cita autores e documentação e analisa as hipóteses de 1550 versus1551.263Deste alto funcionário integrante da comitiva chefiada por Tomé de Sousa dá notícia a Crónica daCompanhia de Jesus. VASCONCELOS, Op. cit., p. 195 “Constava o grosso da gente de mil homens, osseiscentos soldados, os quatrocentos degredados; afora outros muitos moradores com suas casas; e algunscriados del-Rei, que vinham providos em ofícios: por ouvidor geral Pedro Borges, e por provedor-mor doEstado Antônio Cardoso de Barros”. [p. 114]

matéria de destaque na carta de acordo com o objectivo definido por Loyola de cuidardas almas, auxiliando-as a terem uma vida mais cristã.Na capitania, afora a ocupação de pequenas áreas, resultantes de préviasatribuições de sesmarias, existiam dois pequenos núcleos urbanos: a vila do EspíritoSanto, da iniciativa de Vasco Fernandes Coutinho, em breve chamada de Vila Velha -tal como acontecera, por exemplo, em Salvador, na Baía - e a de Nossa Senhora daVitória, a vila nova, instalada na ilha de Santo António que, como se viu, tevedesignação oficial de vila antes de 13 de Março de 1550273. As vantagens da localidadedeverão ter agradado aos jesuítas que nela se terão fixado nas cercanias do núcleourbano da vila, preferido pelos colonos para habitação e funcionamento dos serviços.Não encontrámos dados precisos sobre o local onde o padre Afonso Brás e o irmãoSimão Gonçalves deram início à fixação, seja na antiga ou na nova povoação. É-nos,contudo, licito pensar na analogia entre a pequena povoação do Pereira e Salvador, avila nova, erguida nas imediações e em melhor local da Baía de Todos os Santos após achegada da armada do Governador-Geral. Na documentação jesuítica consultada, nãoexistem indícios quanto a qualquer alteração ao lugar inicialmente escolhido nem, tãopouco, onde os dois primeiros jesuítas deram início à construção da casa provisória.Sobre o assunto, apenas a vaga referência a “uma pobre casa para nos recolher nella” e aintenção de iniciar “uma ermida junto della em um sitio muito bom”274. Contudo, ofacto do manifesto desejo de começarem em breve uma ermida já nos remete para umespaço simultaneamente próximo, mas externo ao pequeno centro urbano275 dapovoação. Carvalho (1982), ao seguir as pistas de Daemon, comenta inconsistências notexto deste e276 situa a primeira casa na actual Rua Francisco Araújo277 Efectivamente,esta rua fica nas imediações do Palácio Anchieta, sede actual do governo do Estado e273 OLIVEIRA. Op. cit. p. 70.274Cartas. p. 113. Carta VI, do Espírito Santo, 1551.275 SOUZA, Luciene Pessotti. “O espaço sagrado e o espaço profano: o sagrado como estratégia deCompanhia de Jesus na formação do espaço urbano e da sociedade da Vila de Nossa Senhora da Vitória”.In Atas do IV Congresso Internacional do Barroco Ibero-Americano. V. 1. Belo Horizonte/MG: C/Arte,2006, pp. 1024-1035. A autora tem trabalhado a geomorfologia urbana da cidade de Vitória/ES nasvertentes histórico-militar, de arquitetura e urbanismo.276 CARVALHO, José Antônio. O colégio e as residências dos jesuítas no Espírito Santo. Rio de Janeiro:Expressão e Cultura, 1982, pp. 44 – 46.277Idem. Ibidem, pp. 46 e 62, nota 78. [p. 120]



\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\registros\31552icones.txt


EMERSON


01/01/2015
ANO:152
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]