Historiografia Piedadense17 de julho às 09:17 A " rua da ponte ", atualmente com os nomes de Cônego Rodrigues e Comendador Parada, às vezes lembrada como " rua do comércio ", um antigo caminho que acompanhava o rio Pirapora, desde a sua abertura, idos dos anos 40 do século XIX, da época em que Piedade passou a ser paróquia mas antes de se tornar oficialmente separada de Sorocaba, 1857, efetivamente abrigou o comércio, tornando-se o corredor preferencial para essa atividade. O famoso Boava, o malsinado Passos que morreu na tocaia, consagrando o " beco da amargura ", montou o seu comércio que passando às mãos de João Francisco Parada, originou a famosa Casa Parada, onde se encontrava de tudo: querosene, cachaça, tecidos, louças, vinho e por aí afora. O Parada foi para São Paulo, faliu em razão do mau sócio e enloqueceu, sendo paciente no antológico Juquiri.O Cepellos, casado com a irmã mais velha de João Rosa, vindo de Itu, anos 60 daquele século, também montou um comércio que se tornou tradicional, depois administrado pelo próprio coronel, passando ao genro Laureano Baldy. Assim, por muitos anos, a Casa Baldy prosperou passando a Abilio Pereira que seguiu na caminhada de sucesso.Ver menos