11 de março de 2019, segunda-feira Atualizado em 25/10/2025 02:37:33
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HOJE NA;HISTóRIA
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É incontestável que várias pessoas têm a pretensão de realizar uma festa fantástica de casamento, no entanto, são poucos que realmente possuem as condições para tal. Geralmente, os empresários, celebridades, jogadores de futebol, são aqueles responsáveis em dar festa de casamento com gasto de fortuna, pela equipe, local, entre mais gastos.
Nos casamentos que ocorrem no Brasil existe enorme banquete, luxo e ostentação. Nesta seleção estão em destaque os 10 casamentos mais caros do Brasil, de acordo com as informações da revista Glamour, e de Hintigo.
10° Luciana Gimenez e Marcelo De Carvalho
A apresentadora Luciana Gimenez e o empresário Marcelo De Carvalho, proprietário da RedeTV se casaram em 2006 na Fazenda Ponta das Canas, em Ilha Bela, litoral norte de São Paulo. Apesar de poucos convidados, a cerimonia foi grande e luxuosa. Luciana usou um vestido do estilista Sandro Barros, da Daslu, e jóias e adereços da designer Bibiana Paranhos. Ela usou um lindo par de brincos de ouro, brilhantes e pérolas.Em 2018, circula a informação de que estão se separando, pois eles não estão usando aliança, informação ainda não confirmada pelo casal.
9° Roberto Justus e Ticiane Pinheiro
Roberto Justus antes havia se separado de Adriana Galisteu, e após alguns anos se casou de novo, com a apresentadora Ticiane Pinheiro em 2006. O casamento esbanjou de elegância e glamour, e foi tradicional. O vestido da noiva tinha várias pedras de diamantes. O valor da festa não foi divulgado, mas foi uma luxuosa cerimonia fechada para 600 convidados. Infelizmente, esse casamento durou apenas 7 anos. Eles se separaram em 2013 e se casaram novamente com outras pessoas. Roberto Justus já está em seu quinto casamento.
8° Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista
A atriz Juliana Paes se casou com Eduardo, que é empresário, no ano de 2008 na cerimônia cheia de luxo. A decoração apresentava flores diversas, e o cardápio ostentava iguarias, sendo exemplo arroz negro com frutos do mar, e massas com aspargos. O valor da festa não foi divulgado.
7° Angélica e Luciano Huck
Angélica e Luciano Huck, apresentadores da Rede Globo, casaram-se em 2004. Naquela época, a Angélica se encontrava gestante do primeiro filho, Joaquim. A cerimônia esbanjou muita elegância e requinte. A festa aconteceu na Marina da Glória, Rio de Janeiro.
O vestido da Angélica foi assinado pelo Carlos Tuvfesson. E, ela também usava uma coroa apresentando 170 gramas de ouro branco, sem contar 49 diamantes. Mais de 1500 pessoas foram convidadas, e ainda aconteceu show da Banda Jota Quest. O valor da festa não foi divulgado, mas estima-se ter ultrapassado R$ 1 milhão.
6° Marina Ruy Barbosa e Alexandre Negrão Filho
O valor da festa foi de R$ 1 milhão e aconteceu em 2017. Marina é atriz e influenciadora digital, e se casou com o piloto de Stock Car, empresário Alexandre Negrão. O casamento aconteceu como conto de fadas, que teve direito a usar vestido assinado por Dolce & Gabbana. O casamento ocorreu em Campinas, no jardim da mansão do pai de Alexandre Negrão, Xandy Negrão, famoso milionário fundador da Medley (medicamentos).
5° Alexandre Pato e Sthefany Brito
Sthefany Brito e Alexandre Pato casaram-se em 2009, em hotel luxuoso 5 estrelas, o Copacabana Palace, e o valor da festa de casamento foi de R$ 1 milhão. A festa aconteceu em 3 salões do Copacabana Palace e contou com mais de 600 convidados.
Todos os convites mandados continham dispositivo com chip, exatamente para coibir entrada de indivíduos que não foram convidados. O vestido usado pela noiva era assinado por Dolce & Gabbana. Mesmo com todo o dinheiro que foi gasto pela festa, o casamento apenas durou por 9 meses.
4° Latino e Rayanne Morais
O casamento de Latino com a ex-miss Rio de Janeiro, Rayanne, ocorreu em 2012, no Copacabana Palace, hotel 5 estrelas. O valor da festa correspondeu a R$ 1.2 milhões. A festa se apresentou bastante luxuosa e requintada, com direito a show particular de Latino e Belo. Latino e Rayanne não são mais casal e a separação foi muito falada em revistas, pois o casamento durou aproximadamente um ano e meio.
3° Athina Onassis e Doda Miranda
Um dos casamentos mais aguardados foi de Doda Miranda (atleta do hipismo olímpico) e Athina Onassis (herdeira bilionária). O valor da festa correspondeu a R$ 2 milhões. Mesmo o casal tentando manter de modo discreto os assuntos ligados com o casamento, a imprensa rodeava Athina. Em 2005, ocorreu a celebração do casamento na Fundação Maria Luísa e Oscar Americano, que tem localização em São Paulo. O casamento contou com mais de 1000 convidados, e a lua de mel foi passada na Bélgica. Em 2017, eles se separaram no litigio.
2° Preta Gil e Rodrigo Godoy
O casamento de Rodrigo Godoy e Preta Gil ocorreu em 2015, e o valor da festa correspondeu a R$ 2 milhões. O casamento foi bastante comentado, já que alguns afirmavam que não existia amor entre os 2. Mais de 700 convidados, e eram 56 padrinhos do casamento.
O casamento foi celebrado na Igreja do Carmo, em centro do Rio de Janeiro. E pelas Ilhas Maldivas, Dubai e Abu Dhabi, durante 15 dias, o casal passou a lua de mel, e este casamento é segunda posição nesta seleção, dos 10 casamentos mais caros do Brasil.
1° Djalma Rezende e Priscila, o casamento mais caro do Brasil
Em 2016, ocorreu em Goiânia o casamento mais caro já visto no Brasil. Os casados não são tão famosos quanto os outros dessa lista, mas possui uma fortuna de dar inveja. Djalma Rezende, 64 anos, é um advogado de causas agrárias, com escritórios de renome em Goiânia e Cuiabá. Se tornou famoso no meio advocatício após ganhar causas milionárias em disputas de terras. Priscila, de 26 anos, também é advogada.
O casamento chamou a atenção da mídia pelo luxo e ostentação sem igual. Foram 1.200 convidados, 70 mil flores, 7 minutos de fogos de artifícios, 93 lustres, 960 garrafas de champanhe, 300 whiskys Royal Salute 21 anos, 380 vinho Brunello Barbi DOCG, 12 mil docinhos, bolo de 2,5 metros de altura e decoração inspirado no Palácio de Versalhes. Além disso, o luxuoso casamento teve cobertura da TV em matéria exibida no programa do Gugu e show de Tiago Abravanel e Anitta.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]