15 de julho de 2025, terça-feira Atualizado em 24/10/2025 04:08:30
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HOJE NA;HISTóRIA
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When Pedro de Siqueira Cortes was born in 1714, in Curitiba, Paraná, Brazil, his father, Antônio de Siqueira Cortes, was 27 and his mother, Maria das Neves, was 26. He married Ana Gonçalves Coutinho on 11 January 1733, in Nossa Senhora da Luz, Curitiba, Paraná, Brazil. They were the parents of at least 2 sons and 7 daughters. He died on 22 December 1781, in his hometown, at the age of 67.SpousePedro de Siqueira CortesMale1714–1781Ana Gonçalves CoutinhoFemale1714–1754Marriage11 January 1733Nossa Senhora da Luz, Curitiba, Paraná, BrazilChildren (9)Joanna Gonçalves de Siqueira CortesFemale1734–1790Antonio de Siqueira CortesMale1737–1795Maria CortesFemale1738–1742Paula CortesFemale1741–1743Escolástica Gonçalves de SiqueiraFemale1743–1809Bento de Siqueira CortesMale1745–1825Vicencia Clara Do SacramentoFemale1747–DeceasedAnna Maria Gonçalves de SiqueiraFemale1747–1795Custodia de Oliveira CortesFemale1750–DeceasedSpousePedro de Siqueira CortesMale1714–1781Maria Dias PalhanoFemale1730–1803Marriage6 February 1755Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz, Curitiba, Paraná, BrazilChildren (6)Manuel de Siqueira CortesMale1755–DeceasedJoachim de Siqueyra CortesMale1759–1773Maria dos Santos MarthaFemale1763–DeceasedLuiz de Siqueira CortesMale1766–DeceasedIzabel de Sequeira CortesFemale1775–DeceasedAntonio de Siqueira CortesMale1778–DeceasedParentsAntônio de Siqueira CortesMale1688–1733Maria das NevesFemale1689–1733Siblings (2)Anna de Siqueira CortesFemale1708–DeceasedPedro de Siqueira CortesMale1714–1781When Antônio de Siqueira Cortes was born about 1688, in Brazil, his father, Luís de Góis, was 45 and his mother, Maria de Siqueira Cortes, was 35. He married Maria das Neves in 1707, in Curitiba, Paraná, Brazil. They were the parents of at least 1 son and 1 daughter. He died before 1733, in his hometown.When Luís de Góis was born about 1645, in São Paulo, São Paulo, Brazil, his father, Pedro de Góes Raposo, was 48 and his mother, Helena do Prado, was 37. He had at least 3 sons and 3 daughters with Maria de Siqueira Cortes. He died before 1725, in Paraná, Brazil.When Pedro de Góes Raposo was born about 1599, in São Paulo, Brazil, his father, Capitão Antônio Raposo "O Velho", was 42 and his mother, Isabel de Góes, was 31. He married Helena do Prado on 8 August 1638, in São Paulo, São Paulo, Brazil. They were the parents of at least 1 son and 2 daughters. He died in 1633, at the age of 35.
Antonio Raposo, o Velho Nascimento: 1558Origem: Beja, PortugalNasceu em 1558, em Beja, em Portugal.Filho de Álvaro Ayres Ferrão e de Suzana Nunes Raposo.Antonio veio para o Brasil na armada de Dom Diogo Florez de Valdez, instalando-se na vila de São Vicente.Em 1583, servia no Forte da Barra, na vila de Santos. Em 1599, com todos os seus escravos, Antonio auxiliou a combater os corsários que ameaçavam o porto de Santos. Pouco depois, tomou uma embarcação holandesa que fundeou nas águas do porto. Além disso, participou ativamente das obras das fortificações locais.Em 1590, exerceu o cargo de almotacel na vila de São Paulo.De 1594 até 1615, Antonio foi vereador em São Paulo.Foi sertanista e, em 1595, fez uma entrada ao local denominado Ibitirapoá.Em 1600, foi armado Cavaleiro da Casa Real por Dom Francisco de Sousa, Governador Geral do Brasil, por decreto de Dom Felipe, Rei da Espanha e de Portugal, como recompensa por "relevantes serviços prestados à coroa".
Em 1601, exerceu o cargo de Mamposteiro dos Cativos na vila de São Paulo.Em Março de 1607, como imediato, participou da grande bandeira Belchior Dias Carneiro, descendo o Rio Tietê, à procura dos índios caiapós. Tendo Belchior falecido no alto sertão, Antônio assumiu o comando da expedição, retornando a São Paulo com o resto da tropa em 1608.Em 1613, participou da expedição de André Fernandes que atingiu o Rio Paraúpava.Em 1628, com seu filho Antônio Raposo Pegas, participou da expedição de Antônio Raposo Tavares ao Guairá.Obteve terras de sesmarias em Juqueri, Nhumirim e cabeceiras do Aricanduva.When Álvaro Aires Ferrão was born in 1535, in Beja, Portugal, his father, Sebastião Duarte Ferrão, was 23 and his mother, Joaquina Rosa de Santa Ana, was 19. He had at least 2 sons with Susana Nunes Raposo . He died in 1633, When Helena do Prado was born about 1610, in São Paulo, São Paulo, Brazil, her father, Capitão-Mor Pedro Leme, was 41 and her mother, Helena do Prado, was 40. She married Pedro de Góes Raposo on 8 August 1638, in São Paulo, São Paulo, Brazil. They were the parents of at least 1 son and 2 daughters. She died in Brazil.When Maria de Siqueira Cortes was born in 1654, in São Paulo, Brazil, her father, Inocêncio Fernandes Preto, was 24 and her mother, Maria de Siqueira, was 24. She had at least 3 sons and 3 daughters with Luís de Góis.When Inocêncio Fernandes Preto was born in 1630, in São Paulo, São Paulo, Brazil, his father, Inocêncio Fernandes Preto, was 24 and his mother, Catarina Cortez, was 31. He married Maria de Siqueira about 1650, in São Paulo, São Paulo, Brazil. They were the parents of at least 1 daughter. He died in 1679, in Atibaia, São Paulo, Brazil, at the age of 49.SpouseInocêncio Fernandes PretoMale1630–1679Isabel da CostaFemale1640–DeceasedMarriageafter 1654São Paulo, BrazilChildren (9)Innocencio FernandesMale1653–DeceasedAnna da CostaFemale1665–DeceasedMaria da LuzFemale1667–DeceasedMaria da CostaFemale1669–DeceasedBraz Machado de LimaMale1670–1718CatharinaFemale1671–DeceasedIzabelFemale1674–DeceasedIzabel LopesFemale1675–DeceasedJoão Machado de LimaMale1678–1737SpouseInocêncio Fernandes PretoMale1630–1679Maria de SiqueiraFemale1631–1654Marriageabout 1650São Paulo, São Paulo, BrazilChildren (1)Maria de Siqueira CortesFemale1654–DeceasedParentsInocêncio Fernandes PretoMale1607–1682Catarina CortezFemale1600–1650Siblings (9)Julianna Antunes CortesFemale1616–1700Manuel AntunesMale1619–1642Bráz Fernandes CortezMale1623–DeceasedMaria AntunesFemale1627–1677Inocêncio Fernandes PretoMale1630–1679Sebastião de PinhaMale1633–DeceasedAna Maria da LuzFemale1640–1708Mariana da LuzFemale1644–1685Mathias Fernandes PretoMale–1710Maria de Siqueira was born about 1631, in São Paulo, São Paulo, Brazil as the daughter of João Barroso and Catarina de Siqueira. She married Simão Sutil de Oliveira about 1647. They were the parents of at least 2 sons and 1 daughter. She died in 1654, in São Paulo, Brazil, at the age of 24.SpouseSimão Sutil de OliveiraMale1625–before1650Maria de SiqueiraFemale1631–1654Marriageabout 1647Children (3)Ventura de OliveiraFemale1644–DeceasedAntonio Sutil de OliveiraMaleabout1646–before1650Padre Simão Sutil de OliveiraMalebefore1650–1723SpouseInocêncio Fernandes PretoMale1630–1679Maria de SiqueiraFemale1631–1654Marriageabout 1650São Paulo, São Paulo, BrazilWhen Ana Gonçalves Coutinho was born about 1714, in Paranaguá, Paraná, Brazil, her father, Capitão Manoel Gonçalves de Siqueira, was 64 and her mother, Paula Rodrigues de França, was 40. She married Pedro de Siqueira Cortes on 11 January 1733, in Nossa Senhora da Luz, Curitiba, Paraná, Brazil. They were the parents of at least 2 sons and 7 daughters. She died on 26 April 1754, in Curitiba, Paraná, Brazil, at the age of 41, and was buried in Nossa Senhora da Luz, Curitiba, Paraná, Brazil.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]