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    11 de junho de 2025, quarta-feira
    Atualizado em 24/10/2025 03:39:49
  


Antero Augusto de Albuquerque Bloem (????-1883)Persönliche Daten Antero Augusto de Albuquerque Bloem Quellen 1, 2Quelle 2Er wurde geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Er ist verstorben im Jahr 1883.Ein Kind von João Bloem und Maria Carolina de Albuquerque e MelloDiese Information wurde zuletzt aktualisiert am 19. Oktober 2020.Familie von Antero Augusto de Albuquerque BloemEr ist verheiratet mit Luisa Cândida da Silva.Sie haben geheiratetKind(er):Matilde Bloem ????-1900 João Paulo de Albuquerque Bloem Maria Luisa Bloem João Paulo de Albuquerque BloemPersönliche Daten João Paulo de Albuquerque Bloem Quellen 1, 2Quelle 2Er wurde geboren in Bahia, Brasil.Quelle 2Ein Kind von Antero Augusto de Albuquerque Bloem und Luisa Cândida da SilvaDiese Information wurde zuletzt aktualisiert am 7. August 2020.Familie von João Paulo de Albuquerque BloemEr ist verheiratet mit Maria Hipólita Ribeiro da Fonseca e Mello.Sie haben geheiratet am 19. Mai 1877 in Campinas, São Paulo, Brasil.Quelle 3Kind(er):Maria Luisa Bloem Nogueira Antero Augusto de Albuquerque Bloem 1878-1919 Matilde Hipolita Bloem 1889-1952 João Paulo de Albuquerque Bloem 1881-???? Maria José Bloem 1889-1939 Luisa Cândida de Albuquerque Bloem 1892-???? Ester Bloem Darcy de Azevedo Bloem (1908-1986)Persönliche Daten Darcy de Azevedo Bloem Er wurde geboren im Jahr 1908 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Er ist verstorben im Jahr 1986, er war 78 Jahre alt.Ein Kind von Antero Augusto de Albuquerque Bloem und Jandira de Almeida AzevedoDiese Information wurde zuletzt aktualisiert am 7. August 2020.Familie von Darcy de Azevedo BloemEr ist verheiratet mit Maria Conceição Arantes Queiroz.Sie haben geheiratetMaria Conceição Arantes Queiroz (± 1908-)Persönliche Daten Maria Conceição Arantes Queiroz Sie ist geboren rund 1908 in São Paulo, São Paulo, Brasil.Ein Kind von Manoel Viana de Queiroz und Guilhermina ArantesDiese Information wurde zuletzt aktualisiert am 7. August 2020.Jandira de Almeida Azevedo (1883-1954)Persönliche Daten Jandira de Almeida Azevedo Quellen 1, 2Quelle 2Sie ist geboren am 16. Januar 1883 in Brasil.Quelle 2Sie wurde getauft am 11. April 1883 in Sé, São Paulo, São Paulo, Brasil.Quelle 2Sie ist verstorben am 31. Januar 1954, sie war 71 Jahre alt.Quelle 2Ein Kind von Antonio Augusto Vitor de Azevedo und Pudenciana Augusta Almeida PedrosoDiese Information wurde zuletzt aktualisiert am 15. Juli 2021.Familie von Jandira de Almeida AzevedoSie ist verheiratet mit Antero Augusto de Albuquerque Bloem.Sie haben geheiratetKind(er):Ruth de Azevedo Bloem 1904-1975Ruy de Azevedo Bloem 1905- Ary de Azevedo Bloem 1912- Darcy de Azevedo Bloem 1908-1986Pudenciana Augusta Almeida Pedroso (1863-1947)Persönliche Daten Pudenciana Augusta Almeida Pedroso Quelle 1Quelle 1Sie ist geboren am 11. April 1863 in Baependi, Minas Gerais, Brasil.Quelle 1Sie wurde getauft am 29. Mai 1864 in Baependi, Minas Gerais, Brasil.Sie ist verstorben im Jahr 1947 in Brasil, sie war 83 Jahre alt.Quelle 1Ein Kind von João de Almeida Pedroso und Pudenciana Nogueira de SáDiese Information wurde zuletzt aktualisiert am 11. März 2021.Familie von Pudenciana Augusta Almeida PedrosoSie ist verheiratet mit Antonio Augusto Vitor de Azevedo.Sie haben geheiratet am 8. September 1881 in Sé, São Paulo, São Paulo, Brasil, sie war 18 Jahre alt.Kind(er):Jandira de Almeida Azevedo 1883-1954 Armando de Almeida Azevedo 1884-????Elvira de Azevedo 1893-???? Raul de Almeida Azevedo 1889-????Renato de Almeida Azevedo 1886-1969Salvio de Almeida Azevedo 1895-1961Notizen bei Pudenciana Augusta Almeida Pedroso9-12 Pudencianna Augusta de Almeida Pedroso bat em 29/05/1864 em Baependi, +29/12/1929 em São Paulo, foi Cc Antonio Vítor de Azevedo, nasc cerca de 1854 em Portugal , e teve:10-1 Jandira de Azevedo10-2 Elvira Azevedo10-3 Salvio Azevedo10-4 Armando Azevedo10-5 Raul Azevedo10-6 Dulce Azevedo10-7 Renato AzevedoJoão de Almeida Pedroso IIPersönliche Daten João de Almeida Pedroso II Er wurde geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Ein Kind von João de Almeida Pedroso und Isabel Caetana do PilarDiese Information wurde zuletzt aktualisiert am 11. März 2021.Familie von João de Almeida Pedroso IIEr ist verheiratet mit Antonia Eufrosina de Castro.Sie haben geheiratetKind(er):Zeferina Eufrosina Almeida Pedroso 1818-???? João de Almeida Pedroso 1819-1881 Notizen bei João de Almeida Pedroso II373 Genealogia Paulistana - Volume 10oTitulo Bicudos Vol 6o pág 316 (Acréscimo)Guilherme Serra Alves Pereira7-3 João de Almeida Pedroso, foi Cc Antonia Eufrosina de Castro (pesq de Eduardo Roxo Nobre)Haben Sie Ergänzungen, KorrekturenAntonia Eufrosina de Castro (1801-????)Persönliche Daten Antonia Eufrosina de Castro Sie ist geboren im Jahr 1801 in Sorocaba, São Paulo, Brasil.Diese Information wurde zuletzt aktualisiert am 7. August 2020.Familie von Antonia Eufrosina de CastroSie ist verheiratet mit João de Almeida Pedroso.Sie haben geheiratetKind(er):Zeferina Eufrosina Almeida Pedroso 1818-???? João de Almeida Pedroso 1819-1881



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EMERSON


11/06/2025
ANO:853
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]