nscrição0:22Ahhh, o canal Buenas Ideias enfim liberto do estúdio!0:30O canal Buenas Ideias respirando a história ao vivo!0:34In loco, o canal in loko!0:38E a gente não poderia começar melhor do que nessa localidade incrível, Cananeia!0:46Cananeia, onde morava um dos heróis ou anti-heróis do canal Buenas Ideias, o Bacharel de Cananeia,0:55o homem das baixarias, o homem que fez as altezas se curvarem a ele!1:02Então venha viajar no tempo e viajar na história com o canal Buenas Ideias, agora in loco,1:09começando com o louco do Bacharel de Cananeia!1:22Esse é o farol da ilha do Bom Abrigo, em frente a Cananeia.1:27Quem batizou ela de ilha do Bom Abrigo?
A expedição do Martim Afonso de Sousa, que chegou aqui no dia 12 de agosto de 1531, e1:36de fato era uma ilha abrigada!1:37E de fato era uma ilha abrigada.1:38Aqui eles fundearam.1:39E então um cara chamado Pedro Annes, ele era companheiro do Carvalhinho.1:44Sim!1:45Do Carvalhinho. Ele tinha sido deixado exilado no Rio de Janeiro, em 1511.1:50Voltou pra Espanha em 1516, retornou pra Portugal e em 1531 ele fazia parte da expedição colonizadorado Martim Afonso de Sousa como "língua da terra", ou seja, como o cara que falava, o2:04intérprete, o cara que falava a língua dos tupis.2:07Então, no dia 12 de agosto de 1531, Pedro Annes foi mandado para a terra, porque havia2:19boatos de que ali vivia um europeu, vivia um homem branco, um cara misterioso, um cara2:26incrível, um dos anti-heróis favoritos do canal Buenas Ideias, você já sabe: o Bacharel2:32de Cananeia. E aí cinco dias depois, em 17 de agosto de 1531, Pedro Annes voltou no escaler trazendo o Bacharel!
Fazia sua entrada oficial no curso da história um dos personagens mais fundamentais da história2:50do sul do Brasil, da colonização do sul do Brasil, e do qual a gente sabe tão pouco.2:55Mas o canal Buenas Ideias, sempre querendo iluminar o oceano do teu desconhecimento,3:02que nem um farol, vai lançar a luz para você.3:27Talvez fosse por aqui que o Bacharel morava, porque aqui fica o porto hoje em dia, né,3:31a balsa que cruza pro oceano, né.3:37Bacharel, Bachareeel?3:42Isso, a gente jamais saberá, mas o que a gente sabe com certeza é que em 1955 eles3:50erigiram esse monumento pra saudar as bandeiras paulistas, que tem gente que gosta, apesar3:57do tanto de sangue que elas verteram.4:00O canal Buenas Ideias é o farol do saber, quer iluminar o mar da tua ignorância, e4:13com muito prazer nesse caso, porque a história do Bacharel de Cananeia realmente é uma história4:19muito significativa da história do Brasil.4:21Ninguém sabe quem ele era: o fato é que ele faz a sua entrada no curso oficial da4:26história aqui na ilha do Bom Abrigo, ali embaixo numa praia ainda intocada, no dia4:3117 de agosto de 1531.4:34Cara, esse é um solo sagrado da história e da geografia brasileira, dá vontade mesmo4:40de se ajoelhar porque aqui nessa ilha deserta, ainda deserta, onde em 2019 você se sente4:46como o Robinson Crusoe.4:48A diferença é que o Robinson Crusoé (como se diz em português) viveu 23 anos sozinho4:53numa ilha, e o Bacharel, esperto, não ficou bem numa ilha: ficou lá naquele lagamar em4:57Cananeia.4:58E quando o Pero Lopes de Sousa, irmão do Martim Afonso de Sousa, e o próprio Martim5:06Afonso de Sousa, que era o chefe da expedição, lhe perguntam há quanto tempo que ele estava5:10no Brasil, ele responde "há mais de 30 anos".5:16Isso está registrado no diário do Pero Lopes de Sousa!5:20Mais de 30 anos!5:22Então se supõe que esse homem...
O Jaime Cortesão, grande historiador português, propôs em 1950 mais ou menos, que o Bacharel de Cananeia seria Duarte Peres, um cara que teria sido exilado e trazido pra cá em degredo em 1498!
Por quê? Porque em 1498 o grande Bartolomeu Dias, que 10 anos antes, em 1488 tinha vencido e dobrado o Cabo das Tormentas, estava numa ilha do Cabo Verde, e lá existia um cara chamado Bacharel, e ele teria pego (isso são registros históricos), ele teria pego, tirado do degredo um cara chamado Bacharel.
6:01Ninguém sabe, depois da ilha do Cabo Verde, pra onde ele teria ido, e o Jaime Cortesão6:05acha que o Bartolomeu Dias veio pro sul do Brasil enquanto Duarte Pacheco Pereira, numa viagem relativamente bem conhecida, ia pro Maranhão.
6:13Em 1498!6:16Dois anos antes do descobrimento oficial do Brasil.6:19E portanto o Bacharel teria sido largado aqui.6:22E por que aqui?6:23Porque aqui era o exato limite das possessões de Portugal e Espanha no continente sul-americano.6:32Exatamente ali na frente, depois você vai ver, fica o marco de Tordesilhas! Um marco posto pelo próprio Martim Afonso em 1531. Daqui pra lá era tudo Espanha, daqui pra cá era Portugal.6:44E toda essa história gira em torno do personagem mais misterioso, mais enigmático da história7:01do Brasil.7:02Ninguém sabe quem foi o Bacharel de Cananeia, ninguém sabe como ele se chamava de verdade,7:07ninguém sabe quando ele chegou ao Brasil.7:09Mas eu vou te confidenciar uma coisa, que eu descobri a custa de muito estudo!7:13Quando se dizia "Bacharel de Cananeia", bacharel cê sabe, é aquele cara que é formado em7:17alguma coisa...7:19Eu pesquisei num dicionário de gíria do século 16, e sabe que que quer dizer "bacharel"?7:25Quer dizer "o cara que era falastrão", quer dizer que é um cara que falava demais, quer7:29dizer que era um cara garganta, lorota!7:31Ou seja, o Bacharel era um contador de história, cara, era um blablablá!7:37Mas talvez não.7:38Talvez fosse realmente um bacharel de Salamanca, um bacharel de Coimbra, que tinha desafiado7:44o rei, sei lá.
Eu sei é que ele chegou aqui não se sabe quando, o Jaime Cortesão diz que foi em 1498, largado aqui nessas remotas lonjuras do sul da América do Sul, pelo Bartolomeu Dias. Depois, em 1532, na mesma sequência dos acontecimentos, o Martim Afonso de Sousa funda a suposta primeira vila portuguesa nas Américas, São Vicente, que fica perto daqui, São Vicente lá no lagamar de Santos, que daria origem inclusive à própria cidade de São Paulo, não é.
O fato é que ele viraria inimigo declarado dos portugueses... Ele está por trás da terrível Guerra de Iguape! Porque em 1536 ele enviou uma carta pra rainha Isabel de Castela, dizendo que ele era senhor desses domínios e que ele poderia atacar os portugueses e transformar esse território num território espanhol.
O fato é que a partir de <1537, o Bacharel some da história tão misteriosamente quanto havia entrado. Então se supõe que ele havia morrido, alguns acham que foi vítima dos Carijós, os índios que viviam imediatamente ao sul daqui. Outros acham que ele foi morto pelos seus próprios escravos ou soldados indígenas, os tupiniquins. A história desse homem misterioso ainda ressoa em toda a ocupação do sul do Brasil: São Vicente, Peruíbe, Iguape, Itanhaem, Cananeia, todos esses lugares ainda reverberam o nome desse homem misterioso.
9:26E nada melhor do que contar essa história ao vivo, in loco, no local onde ela aconteceu.9:35Porque foi aqui que o Brasil começou, com náufragos, traficantes e degredados.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]