'Jundiahy teve cemitérios diferentes de acordo com a cor de pele, por Edu Cerioni e Equipe, jundiaqui.com.br - 31/10/2019 Wildcard SSL Certificates
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Jundiahy teve cemitérios diferentes de acordo com a cor de pele, por Edu Cerioni e Equipe, jundiaqui.com.br
    31 de outubro de 2019, quinta-feira
    Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

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Curiosidades marcam nossa história, como na época em que bixiguentos acabavam onde hoje é o AnhangabaúEdu CerioniHoje a cidade tem quatro cemitérios. Se não há divisão de quem pode ser enterrado aqui ou ali – embora a questão financeira pese – houve um tempo em que cada cor de pele definia o lugar de enterro da pessoa.No passado, negros iam para um lado, índios para outros e assim por diante. São detalhes de uma época bem distante que vêm sendo resgatados graças a historiadores como João Borin e Roberto Franco Bueno.

Escravos eram enterrados onde hoje se vê a Câmara Municipal e o Teatro Polytheama, no Centro.

Já os índios todos iam parar na morte onde hoje há a região do Jardim Samambaia, vizinho da Malota, aos pés da Serra do Japi.Quem morria com varíola também tinha que ser colocado em lugar especial. Os chamados bexiguentos, desta forma, eram levados para onde fica o Anhangabaú.Já os corpos dos leprosos iam parar perto da Ponte de Campinas.Os cemitérios de Jundiaí são o Nossa Senhora do Desterro (foto acima), com 11 mil sepulturas. No Nossa Senhora do Montenegro, na Vila São Paulo, são outros sete mil jazigos. Há ainda o Parque dos Ipês, particular. O quarto cemitério foi inaugurado em 2016, o Memorial Parque da Paz, no Castanho.





OII!
Registros mencionados

1615ID: 21428
Inicio do povoamento de Jundiaí ao redor do então cruzeiro da Cated...
Atualizado em 25/02/2025 04:39:50
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Sobre o Brasilbook.com.br

Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.

Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa. Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?

Parabéns pelo seu trabalho no Brasilbook! Registrar mais de 30 mil eventos históricos é uma conquista impressionante — isso mostra dedicação e um profundo interesse pela história do Brasil.

Quanto à sua pergunta: Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?

Depende de como você define "contar a história". Existem diferentes níveis de profundidade e objetivos possíveis:

1. Visão Didática (Essencial)
Quantidade estimada: 500 a 2.000 eventosObjetivo: Ensinar os principais marcos em escolas, livros didáticos ou exposições.Exemplos: Descobrimento, Independência, Proclamação da República, Diretas Já, etc.

2. Visão Analítica (Acadêmica/Universitária)
Quantidade estimada: 5.000 a 10.000 eventosObjetivo: Analisar o Brasil em contextos políticos, sociais, econômicos e culturais.Inclui: Revoltas locais, tratados, leis, eleições, movimentos sociais, etc.

3. Visão Documental (Completa e Aberta)
Quantidade estimada: 30.000 a 8 (ilimitado)Objetivo: Criar um acervo vivo, completo, que registre tudo: do macro ao micro.Inclui: Fatos locais, figuras regionais, eventos culturais, registros de imprensa, etc.Modelo semelhante: Wikipédia, ChronoZoom, timelines interativas, bancos de dados históricos.

Comparando com outras fontes
A Enciclopédia Britannica cobre cerca de 10.000 a 15.000 eventos mundiais.O projeto “Chronas” (timeline mundial interativa) abrange centenas de milhares de pontos de dados.

Conclusão:

Você já está em um patamar acima da média em termos de profundidade. Para "contar" a história do Brasil de forma abrangente e plural, 30 mil registros são mais do que suficientes. Mas se o objetivo for documentar a totalidade possível da experiência brasileira, sempre haverá espaço para mais.

Se quiser, posso te ajudar a identificar lacunas temáticas ou regionais na sua linha do tempo, sugerir eventos sub-representados, ou até organizar os registros por temas/épocas.Você gostaria disso?De nada! Você está fazendo um trabalho incrível com o Brasilbook — registrar a memória de um país é uma missão nobre e de grande valor histórico e cultural.Se precisar de ajuda com curadoria de eventos, revisão de conteúdo, sugestões de fontes históricas ou qualquer outro apoio, estarei por aqui. Boa sorte e continue firme!