28 de dezembro de 2015, segunda-feira Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
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HOJE NA;HISTóRIA
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Criado pela Lei Municipal 1.390, de 31 de dezembro de 1965, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Sorocaba está completando os seus 50 anos de existência, valorizando sua história, trabalhando o presente e planejando o saneamento da cidade para o futuro.
“O Saae completa 50 anos e fecha 2015 presenteando a cidade com a abertura de licitações que possibilitarão a execução de obras fundamentais para o futuro do saneamento de Sorocaba, num horizonte para os próximos trinta anos. Divido essa comemoração com todos os nossos funcionários, que são exemplo de comprometimento e dedicação, num trabalho que não para e abrange toda a cidade, 24 horas por dia” destaca Rodrigo Maldonado, diretor-geral da autarquia.As licitações a que se refere Maldonado são as que envolvem as estações de tratamento de água e de esgoto da cidade. Nos últimos dias 21 e 22 de dezembro foram abertas as concorrências para a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto S-1, a maior da cidade e responsável pelo tratamento de 44% do esgoto gerado em Sorocaba, com valor estimado em R$ 66,9 milhões e prazo de entrega de 30 meses; a reforma e ampliação da Estação de Tratamento de Água do Éden, cuja capacidade atual de 200 litros por segundo passará para 300 litros por segundo, com valor estimado de R$ 15,6 milhões e prazo de 18 meses para a conclusão; e a finalização da Estação de Tratamento de Esgoto Aparecidinha, a última do complexo de obras do Programa de Despoluição do Rio Sorocaba, e que vai permitir que Sorocaba atinja capacidade instalada para o tratamento de 100% do esgoto da cidade. Essa estação está com mais de 85% das suas obras previstas concluídas, e a estimativa de valor é de R$ 4,7 milhões, com prazo de 9 meses para a sua conclusão.Nos próximos dias, a autarquia realizará a abertura da licitação que vai permitir a implantação da Estação de Tratamento de Água Vitória Régia, cujo valor estimado é de R$ 85,3 milhões, com prazo de 30 meses para a sua conclusão, a partir da assinatura do contrato com a empresa vencedora. Essa nova estação vai captar água diretamente do rio Sorocaba, o que vai ser possível com a significativa recuperação da qualidade das suas águas, em decorrência do esgoto que deixou de ser despejado em seu leito, após as obras do Programa de Despoluição do Rio Sorocaba.
“Será uma ETA moderna e compacta, toda automatizada, com tratamento a base de ozônio, o que é inédito no País. A nova estação, que inicialmente terá capacidade para tratar 750 litros de água por segundo, será construída numa área de 166.000 m² já desapropriada pela autarquia, e beneficiará não apenas a zona norte da cidade, mas Sorocaba como um todo, pois será interligada ao sistema hoje existente”, explica Maldonado.
História
Embora o Saae/Sorocaba tenha sido criado em 1965, a história do sistema de distribuição de água na cidade tem como marco um sobressalto ocorrido em 1885, com a primeira greve de trabalhadores do setor. Eram os “pipeiros”, carroceiros que retiravam água do rio Sorocaba e transportavam em carroções-pipa para vender à população.
A Câmara Municipal lançou então um decreto proibindo os “pipeiros” de retirarem água naquele local, o que bastou para que esses trabalhadores fizessem greve e deixassem a cidade sem água. Ganharam a causa, mas pouco tempo depois a cidade já possuía água encanada e rede de esgoto e os “pipeiros” deixaram de existir.
Em fevereiro de 1886, era realizada a cerimônia de inauguração da primeira tubulação para conduzir água, destinada ao abastecimento da população. Essa rede iniciava-se em uma pequena barragem, construída pela então Estrada de Ferro Sorocabana, do manancial de vila Barão, próximo ao córrego Supiriri, chegando à praça Coronel Fernando Prestes, passando pelo largo do Mercado Municipal e atingindo o largo do Rosário (praça Dr. Ferreira Braga).
Em 1902, diante da escassez de água motivada pelo esgotamento da captação de vila Barão, a água passou então a ser captada no manancial de Cubatão, com a instalação da primeira adutora. Em meados de 1903 a cidade recebeu as primeiras ligações de água e esgoto, chegando ao fim a principal reivindicação da população na época.
A etapa seguinte, dentro desse processo de evolução, foi a implantação do tratamento da água captada. Num primeiro momento, em 1968, era feita apenas a cloração da água diretamente na captação, na represa de Itupararanga. Em seguida, a partir de 4 de janeiro de 1970, quando entrou em operação a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Cerrado, Sorocaba começou a contar com água efetivamente tratada, por meio de um processo eficiente e calculado, aperfeiçoado continuamente, o que faz da água tratada na cidade uma das melhores do País.
Números atuaisO Saae/Sorocaba possui atualmente uma produção média mensal de 5 bilhões de litros de água tratada e de 3,5 bilhões de litros de esgoto tratado. São cerca de 1.800 quilômetros de redes distribuidoras de água e 1.500 quilômetros de redes coletoras de esgoto.Essa malha de redes de distribuição de água e de coleta de esgoto gera cerca de 100 manutenções diárias, em vazamentos que precisam ser rapidamente eliminados pelas diversas equipes da autarquia, que contam com o apoio logístico de uma frota de 160 veículos, incluindo automóveis, picapes, caminhões, tratores, retroescavadeiras e máquinas diversas. Sorocaba possui duas Estações de Tratamento de Água (ETA Cerrado e ETA Éden), que juntas tratam 2.500 litros de água por segundo. São 25 Centros de Distribuição abrangendo todas as regiões da cidade, num total de 51 reservatórios e capacidade para armazenar 86,4 milhões de litros, atendendo 210 mil ligações de água, entre residenciais, comerciais e industriais.A captação de água bruta ocorre em três mananciais: represa do Clemente (Itupararanga); Ribeirão Pirajibu (Éden) e represa de Ipaneminha.Funcionários, departamentos e setoresAtualmente, o Saae/Sorocaba possui 1.200 funcionários, distribuídos pelos três grandes departamentos de Água, Esgoto e Drenagem, cada um com os seus setores, reunidos em dois prédios: 90% no Centro Operacional, localizado na avenida Camilo Júlio, zona industrial, e os demais na sede administrativa do Jardim Santa Rosália.No Centro Operacional, estão instalados os setores de políticas de pessoal e treinamento; cadastro, pagamento e benefícios; segurança e saúde ocupacional; manutenção de água; hidrometria e pitometria; rede e ligação de água; manutenção de esgoto; rede e ligação de esgoto; reparos e pavimentação; alvenaria e próprios; córregos e canais; galerias; mecânica; elétrica; topografia e cadastro; almoxarifado; oficina mecânica de veículos; controle da frota; vigilância; zeladoria; apoio às áreas operacionais e eventos públicos.Na sede administrativa de Santa Rosália estão concentradas as diretorias geral, administrativa e financeira, jurídica e operacional de água e de esgoto; assessoria técnica; assessoria de imprensa; rádio e telemetria; assistência social; protocolo geral; atendimento ao público; departamento financeiro, contabilidade e custos e planejamento; fiscalização; controle de receita; tecnologia da informação; compras, licitações e contratos; coordenadoria especial jurídica; contencioso geral e legislativo e departamento de execução fiscal e administrativo.Para o atendimento ao público, a autarquia possui a central do Jardim Santa Rosália e postos instalados nas Casas do Cidadão do Éden, Brigadeiro Tobias, Jardim Ipiranga, Vila Hortência, e avenidas Itavuvu e Ipanema.
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]