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Martim Francisco Ribeiro de Andrada (1775-1844) visita o “buraco da prata”
2 de março de 1803, quarta-feira ver ano
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Ainda em 1910 tinha-se “como certo, haver minérios de prata no município, pois, por tradição dos mais antigos habitantes da cidade, sabe-se que, em princípios do século passado, havia nos campos de Itapeva uma mina de prata de que o precioso metal era extraído em grande quantidade pelas famílias dos capitães-móres de Sorocaba”. [25038]







01/01/1845
Milliet de Saint Adolphe

“Diccionario geographico, historico e descriptivo do Imperio do Brazil”, Tomo II. Milliet de Saint Adolphe, Paris, França

Afonso Sardinha também encontrou alí um vieiro de prata, de cuja extração tomou conta o governo; mas como fossem grandes as despesas, tudo foi em breve posto de parte, e ficaram aqueles sítios despovoados até o ano de 1803, época em que alguns naturalistas, explorando as serras do distrito de Sorocaba, vieram no conhecimento da verdadeira importância das minas de ferro da serra de Guaraçoiava.


01/01/1962
João Silvério Trevisan

A idade do ouro no Brasil



01/01/1970
Luís Castanho de Almeida

Memória Histórica de Sorocaba VI. Luís Castanho de Almeida (1904-1981)

Martim Francisco, na viagem de 1803, fôra até a fazenda dos Madureira onde lhe mostraram um poço de exploração abandonado da prata, e que devia datar de 1684, quando certo frei Pedro de Souza, religioso mercenário, tentou encontrar aquêle metal em tôda a zona. Em seu diário refere-se à figueira do Cerrado, que existiu até aí por 1950, já aleijada, à beira da avenida General Carneiro.


Fragmento de um esboço
01/01/1800
18/02/2026 01:54:29
  
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LUCIA02/03/1803
ANO:47
  


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