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Martim Francisco Ribeiro de Andrada (1775-1844) visita o “buraco da prata”
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Ainda em 1910 tinha-se “como certo, haver minérios de prata no município, pois, por tradição dos mais antigos habitantes da cidade, sabe-se que, em princípios do século passado, havia nos campos de Itapeva uma mina de prata de que o precioso metal era extraído em grande quantidade pelas famílias dos capitães-móres de Sorocaba”. [25038]




1º fonte - 1627
Frei Vicente do Salvador (1564-1639); “História do Brasil”, Frei Vicente do Salvador (1564-1639)



2º fonte - 1800
Mapa de parte de São Paulo, Paraná e Santa Catarina



3º fonte - 1845
Milliet de Saint Adolphe; “Diccionario geographico, historico e descriptivo do Imperio do Brazil”, Tomo II

Afonso Sardinha também encontrou alí um vieiro de prata, de cuja extração tomou conta o governo; mas como fossem grandes as despesas, tudo foi em breve posto de parte, e ficaram aqueles sítios despovoados até o ano de 1803, época em que alguns naturalistas, explorando as serras do distrito de Sorocaba, vieram no conhecimento da verdadeira importância das minas de ferro da serra de Guaraçoiava.

4º fonte - 1962
João Silvério Trevisan; A idade do ouro no Brasil



5º fonte - 1970
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); Memória Histórica de Sorocaba VI. Luís Castanho de Almeida (1904-1981)

Martim Francisco, na viagem de 1803, fôra até a fazenda dos Madureira onde lhe mostraram um poço de exploração abandonado da prata, e que devia datar de 1684, quando certo frei Pedro de Souza, religioso mercenário, tentou encontrar aquêle metal em tôda a zona. Em seu diário refere-se à figueira do Cerrado, que existiu até aí por 1950, já aleijada, à beira da avenida General Carneiro.

6º fonte - 1977
Roteiros e notícias de São Paulo colonial (1751-1804)



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Fragmento de um esboço
01/01/1800
18/02/2026 01:54:29
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