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    6 de dezembro de 2025, sábado
    Atualizado em 07/12/2025 11:32:49



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DEZ.
06
HOJE NA;HISTóRIA
50

PEDRO VAZ DE BARROS, capitão mor(atualizadoem 15-setembro-2014) SL. 3, 442,O capitão-mor governador Pedro Vaz de Barros faleceu com testamento em 1644 e foi casado com Luzia Leme, falecida em 1655, f.ª de Fernando Dias Paes e de Lucrecia Leme. Teve: naturais de S.Paulo.Cap. 1.º Valentim de BarrosCap. 2.º Antonio Pedroso de BarrosCap. 3.º Luiz Pedroso de BarrosCap. 4.º Pedro Vaz de BarrosCap. 5.º Fernão Paes de BarrosCap. 6.º Sebastião Paes de BarrosCap. 7.º Jeronimo PedrosoCap. 8.º Lucrecia Pedroso de Barros Bartyra SetteFabricio Gerin Luzia Fernandes (depois Leme) com 18 anos em 1605, era filha de Fernão Dias, inventariado em 11-10-1605 (SAESP vol. 1º) e de sua segunda mulher Lucrecia Leme inventariada em 08-08-1645 (SAESP vol.,14º). Luzia testou em 29-11-1655, declarou seu casamento com o falecido Capitão Pedro Vaz de Barros, com quem teve sete filhos. Foi inventariada em 21-2-1656 (SAESP vol. 15º). Cap. 1.º Valentim de Barros faleceu com testamento de 22-02-1648 com cumpra-se de 18-01-1651. Foi inventariado em 03-11-1651 por sua viúva Catarina de Góes. Deixou geração de dois filhos. Durante a inventariança, Catarina casou com Dom João Matheus Rendon curador de seus enteados (SAESP vol.15º)1-1 Fernando, com 9 anos em 1651.1-2 João, com sete anos. Cap. 2.º Antonio Pedroso de Barros casou com Maria Pires de Medeiros, filha de Salvador Pires de Medeiros e Ignez Monteiro de Alvarenga. Maria foi inventariada em 20-5-1651, deixou 4 filhos de seu casal (SAESP vol.45º e 15º Antonio Pedroso de Barros anex ao de Luzia Leme). Cap. Antonio faleceu com testamento e foi inventariado em 1652 (SAESP vol. 20°). Alem dos quatro filhos legitimos, compareceram quatro bastardos herdeiros da terça.2-1b- Paulo, filho de Maria pequena.2-2b- Sebastiana, irmã inteira do supra.2-3b- Pascoal, filho da india ---itaina2-4b- Ventura, filha da índia Iria Filhos legitimos do Cap. Antonio e Maria Pires de Medeiros, idades em 20-05-1651:2-1 Pedro, de idade de 7 anos. Pedro Vaz de Barros testou em 22-03-1695 e faleceu no mesmo mês, foi inventariado em 1696 por sua viúva Maria Leite de Mesquita de quem teve a geração de 16 filhos (SAESP 24º).2-1-1 Beatriz de Barros casada com Manoel Correa Penteado, filho de Clara de Miranda e de Francisco Rodrigues Penteado falecido com testamento que recebeu o cumpra-se em novembro de 1673 e foi inventariado no ano seguinte.Francisco e Clara de Miranda tiveram oito filhos, situação em 03-02-1674:I- Francisco de 21 anos.II- Andreza de 19.III- Antonio de 17IV- Potencia de 15V- Manoel de 14.VI- Pascoal de 12.VII- ------ de 10VII- ------------------ Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteFrancisco Rodrigues PenteadoAutos aos 03-02-1674 vila de Santana da Parnaiba na paragem chamada Capetera no sitio que ficou do defunto.Declarante a viuva Clara de Miranda. Assinou a seu rogo o Cap. Pascoal Leite de Miranda.Herdeiros: a viuva Clara de Miranda = Francisco de 21 = Andreza de 19 = Antonio de 17 = Potencia de 15 - Manoel de 14 = Pascoal de 12 = ------ de 10 = ------------------. Testamento [danificado] testamenteiros minha mulher e meu cunhado Pascoal Leite de Miranda. Sou casado com Clara de Miranda da qual tenho oito filhos.Cumpra-se novembro de 1673. Entre os filhos de Beatriz e Manoel Correa Penteado:2-1-1-7 Luzia de Barros em 23-10-1719 requereu dispensa para se casar com seu tio Manoel Pedroso de Barros 2-1-15 abaixo.2-1-2 Luzia casada com Paschoal Leite Penteado.2-1-3 Izabel Paes casada com João Correa Penteado.2-1-4 Lucrecia Leme casada com José Correa Penteado.2-1-5 Domingos Rodrigues2-1-6 Antonio Pedroso de Barros em 04-04-1699 (tirou folha de partilha) estava casado com Ana Ribeiro de Almeida, filha de Antonio de Almeida Lara inventariado em 04-06-1680 (SAESP vol. 19º) e de Potencia Leite do Prado, esta falecida com testamento de 28-10-1709.Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SettePotencia Leite - Vila de ParnaibaTestamento 28-10-1709 Potencia Leite do PradoTestamenteiros: Cap. Sebastião Pinheiro Raposo, Cap. Francisco Rodrigues Penteado e meu irmão Jose Correa.Sou n.desta vila de S. Paulo, f.l. Pascoal --- Miranda e Ana Ribeira. Fui cc Antonio de Almeida ----, tivemos Maria de Lara e Ana Ribeira, ja defunta.A segunda vez cc Sebastião Pinheiro Raposo tivemos dois filhos Antonio Raposo e Francisco Pedroso que faleceu de menor idade.A dita minha filha Ana Ribeira deixou uma filha por nome Potencia Leite.Segunda vez em 1704 na Parnaiba, Antonio casou com Ana Ribeiro, filha de Manoel Bicudo e da falecida Tomasia de Almeida. Em 1706 Ana casou com Francisco Pires de Camargo, filho de Miguel de Camargo e Maria PiresASBRAP 2, Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Antonio Pedroso de Barros, f. Pedro Vaz de Barros e Maria Leite = cc Ana Ribeiro, f. Manoel Bicudo e Tomasia de Almeida, fal. (ano de 1704). ASBRAP 2, Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Francisco Pires de Camargo, f. Miguel de Camargo e Maria Pires (de S. Paulo) = com Ana Ribeiro, f. Manoel Bicudo e Tomasia de Almeida - ano de 1706Antonio Pedroso de Barros e Ana Ribeiro de Almeida tiveram a filha única:2-1-6-1 Potencia Leite de Barros em 05-01-1719 requereu dispensa de consanguinidade do 3º grau misto com 4º para se casar com Ten. Gel Bento Castelhanos de Toledo, filho de João de Toledo Castelhanos.RMJ Dispensa Matrimonial- 1718 a 1720 - ACMSP Vol 8 estante 4 gaveta 2Bento Castelhanos de Toledo (tenente general) e Potencia Leite de Barros - 05-01-1719 SP3º grau misto com 4ºMaria Pedrosa e Anna Ribra foram irmãs.De D. Maria Pedrosa nasceu João de Tolledo Castelhanos e deste o Tenente General Bento Castelhanos de Tolledo o orador.De Anna Ribra nasceu Potencia Leite e desta Anna Ribra may da oradora Potencia Leite de Barros.As causas para a dispensa são que a oradora é orfã de pai e mãe, ambos são das familias dilatadas onde todos são parentes e os antepassados foram fundadores das capelas de S Roque e S João de Atibaia.Testemunha e.o.Cap Mayor Joseph de Gois e Moraes parente do orador por afinidade no 3º grau e da oradora por 3º grau de consangüinidade. 2-1-7 João Leite.2-1-8 Maria Pires, de 16 anos. Em 07-12-1697 requereu dispensa para se casar com Rodrigo Bicudo, filho de Maria Leme, neto materno de outra Maria Leme, esta filha de Francisco de Alvarenga.(RMJ) - ACMSP 2-4-1 - 1689 a 1699Rodrigo Bicudo e Maria Pires - 07-12-1697Francisco de Alvarenga e Ignes (Monteiro) foram irmãos.De Francisco de Alvarenga procedeo Ma Leme e desta nasceo Ma Leme mãe delle orador.Ignes Monteira foi may de Maria Pires de quem nasceo --- de Barros pai della oradora.Motivos para serem dispensados: são descendentes de neophitos, ser ella oradora orfã de pai e sua parentela muito extendida quase todos parentes em 4o grau e foram povoadores desta villa.Testemunhas e.o:Cap Jorge Moreira 73 annosFco de Souza 78 annosCap José Ortiz de Camargo, 73 para 74 anos2-1-9 Valentim Pedroso de Barros, de 14 anos. Em 1705 na Parnaiba casou com Escolastica Furquim, filha de Antonio Furquim e Mecia PedrosoASBRAP 2, Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. (ano 1705) Valentim Pedroso de Barros e Escolastica Furquim; ele f. de Pedro Vaz de Barros, fal. e de Maria Leite de Mesquita (de S.Paulo); ela f. de Antonio Furquim e Mecia Pedroso.2-1-10 Jeronimo, de 13 anos.2-1-11 José, de 10 anos. José de Barros em 23-01-1712 requer a emancipação2-1-12 Pedro, de 9 anos. Em 23-01-1712 Pedro Vaz de Barros requer a emancipação.2-1-13 Maria Dias, de 9 anos.2-1-14 Francisco, de 8 anos2-1-15 Manoel, de 7 anos. Em 23-01-1712 Manoel Pedroso de Barros requer a emancipação. Em 23-10-1719 requereu dispensa para se casar com sua sobrinha Luzia Leme Penteado, filha de Manoel Correa Penteado e Beatriz de Barros, 2-1-1-7 supra.(RMJ) Dispensa Matrimonial- 1718 a 1720 - ACMSP Vol 8 estante 4 gaveta 2Manoel Pedroso de Barros e Luzia Leme Penteado - 23-10-1719Orador é filho legitimo de Pedro Vaz de Barros e Maria Leite de MesquitaA oradora filha de Manoel Correa Penteado e Beatriz de Barros, irmã do orador.Por desgraça o orador deflorou a oradora e pelo brio de seus irmãos e mais parentes correm risco de vida.Os ascendentes dos oradores foram fundadores de capelas para o culto divino como são o Mosteiro de Sam Bento da Cidade de Sam Paulo, trouxeram indios dos sertão e os doutrinaram e batizaramTestemunhas:Francisco de Salles Xavier, 22 anos parente em 2º gau de consanguinidade (não diz de quem)Fco Roiz Penteado, 26 anos, parente dos oradores em 2º grau de consanguinidade.Rev Pe Joseph Manoel Leite, parente da oradora em 2º grau de consanguinidade e do orador em 3ºgrau.Rev Pe Lourenço Correa Penteado, 29 anos, parente da oradora em 2º grau de consanguinidade e do orador no 3ºDisse que o pai da oradora era homem muito briozo e rispido e seria capaz de matar a oradora se não se casasse com o orador, e tambem matar as demais filhas. E a oradora tem cincoenta e tantos primos irmãos entre machos e fêmeas, alem dos tios por pai e mãe.Fco Nunes de Siqueira, 37 anos2-1-16 Euzébio, de 6 anos. 2-2 Ignez, de idade de 5 anos. Ignez Pedroso já falecida em 11-12-1670, herdou a avó materna2-3 Luzia, de idade de 4 anos, todos pouco mais ou menos.2-4 Salvador, de idade de 2 anos, depois Antonio Pedroso de Barros “e não faça duvida chamar-se no inventário Salvador porque mudou o nome em Antonio”.

Cap. 3.º Luiz Pedroso de Barros casou com Leanor de Siqueira. Foi inventariado em 18-12-1662 na paragem chamada Paquetá, termo da vila da Parnaiba (SAESP vol. 43º). Leonor faleceu em 09-10-1703 e foi inventariada em 8-11-1704 (SAESP vol. 24º). Tiveram duas filhas:

3-1 Maria de Araújo casou com Capitão Lourenço Castanho Taques. Faleceu com testamento de 23-03-1682 que recebeu o cumpra-se em 08-07-1683 e foi inventariada pelo viúvo em 03-11-1683. Compareceram 13 filhos (SAESP vol. 21º). Nas partilhas no inventário da avó materna foram citados onze:” mostra-se ficarem por morte desta herdeira onze filhos, seis femeas e cinco machos”.3-1-1 Lourenço Castanho, de 20 anos em 1683. Lourenço Castanho de Araujo em 1687 casou com Ana de Arruda, filha de Francisco de Arruda e Sá e Maria de Quadros.ASBRAP 2, Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Lourenço Castanho de Araujo, f. de Lourenço Castanho Taques e de Maria de Araujo, com Ana de Arruda, f. de Francisco de Arruda e Sá e Maria de Quadros. (ano 1687)3-1-2 Jorge de Araújo, 19 anos em 1683. Não é citado no inventário da avó materna.3-1-3 Maximiano, 18 anos. Maximiniano de Goes em 1695 casou com Maria de Arruda, filha de Sebastião de Arruda e de Isabel de QuadrosASBRAP 2, Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Maximiano de Góes, f. de Lourenço Castanho Taques e de Maria de Araujo, fal., com Maria de Arruda, fa. de Sebastião de Arruda e de Isabel de Quadros (ano de 1695).3-1-4 Leonor de Siqueira, 15 anos. Casou com o Capitão Domingos Dias da Silva3-1-5 Ângela de Siqueira, 12 anos. Na Parnaiba em 1692 casou com Manoel do Rego, filho de Francisco de Arruda e Sá e Maria de Quadros.ASBRAP 2, Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. - Manoel do Rego, f. de Francisco de Arrruda e Sá e de Maria de Quadros, com Angela de Siqueira, f. de Lourenço Castanho Taques e de Maria de Araujo. (ano de 1692)3-1-6 Luiz Castanho, 14 anos em 1683. Capitão Luiz Pedroso.3-1-7 Maria de Lara (ou Araujo), 11 anos. Em 1704 estava casada com Jose de Sá de Araújo3-1-8 José, 9 anos. Capitão José Pompeu em 1704.3-1’-9 Francisco, 8 anos. Não é citado no inventário da avó materna.3-1-10 Thereza, 7 anos. Thereza de Araújo em 1704 estava casada com João Pires Barbosa3-1-11 Ignacia, 5 anos. Ignacia de Góes casada com José de Barros Bicudo3-1-12 Antonio, 2 anos em 1683 e 23 anos em 1704. Capitão Antonio Pompeu.3-1-13 Maria, de nove meses. Com 20 anos em 1704.3-2 Angela de Siqueira casou com o Capitão mor Pedro Taques de Almeida. Cap. 4.º Pedro Vaz de Barros de 37 anos em 1656, que segue. Cap. 5.º Fernão Paes de Barros, com 23 anos em 1656. Capitão Fernão casou com Maria de Mendonça inventariada em 02-08-1800.Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio GerinMaria de Mendonça, mulher do Capitão Fernão Paes de BarrosAutos: 02/08/1700, neste sítio e fazenda do Capitão Fernão Paes de Barros e capela de Santo Antonio na paragem chamada bairro .... termo da vila de Santana de Parnaíba. Sem geração legitima teve, de uma negra da Guiné, a filha:5-1 Inacia Paes de Barros em 1677 requereu dispensa para se casar, como casou, com Braz Leme de Barros, 4-1 do Cap. 4º que segue. Segunda vez, Inácia casou com Cap. João Martins Claro, natural de Miranda do Ouro-PT, falecido em Sorocaba-SP em 21-03-1725 com testamento.Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 21-03-1725 faleceu João Miz Claro, natural da cidade de Miranda dos Oiro, fez testamento; ordenou que deixava na disposição dos testamenteiros os legados q lhe pudecem fazer porq as dividas excedião os bens q restara. Foi sepultado na capela da Ordem 3ª da vila de itu de N. Sra do Carmo donde era 3º; foram testamenteiros o P.e Fr. João Bap.ta de Jesus, o C. Matheus de Mattos, o C. Christovão Monteiro. Cap. 6.º Sebastião Paes de Barros foi casado com Catarina Borges ou Tavares, com 10 anos em 1642, filha de Francisco de Miranda Tavares inventariado em 15-07-1642 (SAESP vol.13º) e Isabel Paes. Catarina foi inventariada na Parnaiba em 07-11-1671. Capitão Sebastião faleceu no sertão com testamento e foi inventariado em 1674 (SAESP vol.18º).Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteInventariado Manoel Velho de Godoy.Acostado Inventario de Catarina Borges -Autos aos 07-11-1671 nesta vila de Satana da Parnaiba em pousadas do Cap. Antonio Pedroso de Alvarenga.Declarante Cap. Sebastião Paes de Barros, marido que ficou da defuntaHerdeiros: Maria Pedrosa, 13 = Antonio Pedroso Leme, 12 = Lucrecia Pedrosa, 9 = ----- Pedrosa, 7 = ------- = ------------ = Leonor Leme, 5 = Sebastião Pedroso, de 4 anos. 6-1 Maria Pedrosa de Barros, com 13 anos em 1671. Casou com João Coelho da Fonseca, natural de Santos-SP, filho de Constantino Coelho Leite e Maria da Fonseca. João faleceu com testamento de 10-06-1685 que recebeu o cumpra-se em 15-12-1686. Declarou 4 filhas de seu casal e uma filha bastarda:1b- Izabel.Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteJoão Coelho da Fonseca 1685Conta do testamento de João Coelho da Fonseca e que toma a Constantino Coelho de Siqueira, herdeiro do seu testamenteiro Jose Vieira Colasso.Testamento: em 1685 . Testamenteiros meu pai o Sr. Constantino Coelho Leite e o Revdo Padre Vigario Jose Vieira Colalassa e Verissimo da Silva.Sou natural da vila de Santos, filho de Constantino Coelho Leite e Maria da Fonseca. Sou cc Maria Pedrosa de Barros de quem tenho 4 filhas legitimas: Catarina = Lucrecia = Maria e Bastiana. Tenho uma bastarda por nome Izabel (...).Meu tio Fernão Paes de Barros/ meu cunhado Miguel Soares Ferreira/ meu sogro que Ds haja Sebastião Paes de Barros/ meu cunhado Verissimo da Silva/ S. Vicente 10-06-1685Cumpra-se 15-12-1686. 6-1-1 Catarina6-1-2 Lucrecia6-1-3 Maria6-1-4 Sebastiana 6-2 Antonio Pedroso Leme, com 12 anos em 1671. Faleceu no sertão, junto com o pai.6-3 Lucrecia Pedroso de Barros, com 9 anos em 1671. Em 1679 estava casada com Miguel Soares Ferreira. Miguel faleceu em Itu aos 30-05-1725, com testamento.Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria aos 30-05-1725 faleceu de sua doença Miguel Soares Ferreira com todos os sacramentos. Fez testamento e codicilo, deixou por seus testamenteiros o Pe. Miguel Dias Ferreira, a Luiz Soares e ao Cap.Pedro -----.Deixou legados pios. Deixou a duas filhas de João de ---- e de sua segunda mulher Francisca de Godoy, 200$000 rs a cada uma;deixou a duas filhas de Antonio Soares Paes e de sua primeira mulher, ja defunta, por nome Margarida e Catarina 300$000 rs. Deixa a administração de sua gente sua mulher Lucrecia Pedrosa. Deixa a Maria Cubas, f. de Gaspar Cubas Ferreira e de s/m Josefa de Oliveira 200$000 rs para ajuda de seu dote.6-4 Joanna de Barros com 14 anos em 1674.6-5 Luzia Leme com 13 anos em 1674. Não foi casada com .... Leitão da Fonseca como citado em SL. 3, 510, 1-5. Luzia Pedroso de Barros casou duas vezes. Primeira vez casou com Miguel Leite de Carvalho, falecido com testamento e inventariado na vila de Santa Ana da Parnaíba, na paragem Sapucaia e ermida do glorioso São João, em seu sitio e fazenda. Geração na família “Godoys”. Durante a inventariança, Luzia casou com Matheus de Siqueira e foram moradores em Itu - Aportes à GP: Mateus de Siqueira - SL. VIII, 299, 3-1 6-6 Leonor Leme, com 5 anos em 1671.6-7 Sebastião Paes de Barros, com 4 anos em 1671. Seba\stiãofoi inventariadona Parnaiba em 24-12-1688 (SAESP vol. 22º). Cap. 7.º Jeronimo Pedroso, já falecido em 1655, sem herdeiros. Cap. 8.º Lucrecia Pedroso de Barros inventariada em 03-11-1648 (SAESP vol.15º), foi casada com Antonio de Almeida Pimentel inventariado em 30-4-1653 (SAESP vol. 15º). Pais da filha única.8-1 Maria, com 5 anos em 1653, tutelada pela avó materna. Cap. 4ºPedro Vaz de Barros(atualizado em 23-janeiro-2017)

SL. 3, 480, Cap. 4, Pedro Vaz de Barros, o fundador e padroeiro da capela de S. Roque, termo da vila de Parnaíba, hoje comarca de S. Roque. Não foi casado, mas teve os 9 f.ºs bastardos que seguem havidos de diversas mulheres, como consta do inventário em 1676.

1-1 Braz Leme de Barros (f.º da mameluca Justina)
1-2 Joanna Vaz de Barros (f.ª da mameluca Justina)
1-3 Maria Vaz de Barros (f.ª da mameluca Justina)
1-4 Izabel, f.ª de Catharina
1-5 Lourença, f.ª de Theresa
1-6 Margarida, f.ª de Rufina
1-7 Marianna. f.ª de Maria
1-8 Pachoa de Barros (f.ª de Barbara do Amaral)
1-9 Leonor (f.ª de Barbara do Amaral)
1-10 Lucrecia Leme Pedroso (não está mencionada entre as filhas do capitão Pedro Vaz de Barros, entretanto ficou provado no n.º 4-12 de 3-4, ser irmã de Paschoa de Barros n.º 1-8, alem da sua declaração no testamento, com que faleceu em 1715 em Itú, de ser irmã de Marianna Pedroso n.º 1-7 e cunhada do capitão Francisco Alvares Rodrigues do n.º 1-5)

Pedro Vaz de Barros com 37 anos em 1656, era filho de Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme. Faleceu com testamento e codicilo, com cumpra-se de 30-08-1676, onde declara ser solteiro e ter dez filhos naturais, nomeia nove (testamento inserido no inventário do filho Brás). Libertou as indias, mãe de seus filhos:

Com Justina:
1- Braz Leme
2- Joana casada com João da Silva Pereira
3- Maria

Com Teresa:4- Lourença casada com Francisco Alvares Rodrigues Com Catarina:5- Izabel Com Rufina:6- Margarida. Com Maria:7- Mariana. Com Bárbara8- Pascoa9- Leonor

Com Lourença (citada no codicilo de Pedro e a filha não nominada).

10- Lucrecia Leme Barbosa, filha da carijó Lourença da Silva. (nome da mãe de Lucrecia encontrado pelo pesquisador Marcelo Meira Amaral Bogaciovas na habilitação genere et moribus do Padre Manoel da Costa Aranha - ACMSP processo nº 1-28-253 em 1752)

4-1 Capitão Braz Leme de Barros, filho da india Justina, encabeçou todo o cabedal paterno. Em 1677 requereu dispensa para se casar com Inacia Paes de Barros, filha adulterina de Fernão Paes de Barros (Cap.5º) e de uma negra da Guiné.

(RMJ)- ACMSP Volume 1 - Estante 4 -Gaveta 1 (1667 a 1688)Braz Leme e Inacia Vaz de Barros - 1677 dataFilhos naturais ela de Fernão Paes de Barros e ele do defunto Pedro Vaz de Barros havido de uma negra do gentio da terra. Fernão Paes de Barros não teve filhos com sua mulher nem outros filhos naturais que não a oradora.Testemunhas

Capitão Lorenço Castanho Taques nat desta Villa de SP de idade que disse ser de 40 anos pouco mais ou menos, parente por afinidade dos pais dos oradores.Disse que orador era filho do defunto Pedro Vaz de Barros havido de uma negra do gentio da terra. Que Fernão Paes de Barros não teve filhos com sua mulher nem outros filhos naturais que não a oradora.Diogo de Cubas, morador e casado nesta Villa 38 anos +ou-.Disse que sabia que o de Pedro Vaz de Barros tinha um filho natural por nome Braz Leme havido de uma negra da Terra. E que Fernão Paes de Barros teve a oradora de uma negra da Guiné.Cap Pedro Taques de Almeida, nat de SP, 36 anos.Disse que o Capitão Braz Leme é filho natural do falecido Pedro Vaz de Barros e de uma negra do gentio da terra.A oradora é filha adulterina de Fernão Paes de Barros e uma negra da Guiné. Que Fernão Paes de Barros nunca teve filhos de sua mulher nem naturais salvo a oradora.A oradora por ser adulterina é pobre e o orador é rico e bem afazendado Capitão Braz foi inventariado no final do século XVI na capela de S. Roque, termo e limite da vila da Parnaiba. Deixou filho único. Durante a inventariança, Inácia casou com Cap. João Martins ClaroDepartamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra SetteInventariado Cap. Braz Leme de Barros.Testamento (apenso) de Pedro Vaz de Barros. Autos aos 04-10-169? nesta capela de S. Roque paragem chamada ----- termo e limite desta vila Santana da Parnaiba para se fazer inventario que ficou do defunto Cap. Braz Leme de Barros.Declarante o Cap. João Martins Claro.Herdeiros nesta fazenda: Inacia Paes de Barros, mulher que foi do Cap. Braz Leme de Barros e seu filho ---- Vaz de Barros. Quinhão das peças que couberam a herdeira Inacia Paes de Barros, as quais o dito juiz entregou ao Cap. João Martins Claro como marido da dita herdeira.Quinhão do herdeiro Pedro Vaz de Barros. Pedro Vaz de Barros, morador no termo da vila de Parnaiba, f.l. do Cap. Braz Leme de Barros, que Ds haja e de Ignacia Paes, que ele estava casado em face da igreja e como tal emancipado. Com o falecimento do defunto seu pai, se não fez inventario por causa de ficar a fazenda toda obrigada a satisfação de obras pias e casamentos como consta pelo testamento do defunto seu avo o Cap. Pedro Vaz de Barros, que Ds haja, e o Cap. Fernão Paes de Barros como testamenteiro tem com grande zelo dado satisfação as verbas. Testamento: eu Pedro Vaz de Barros rogo a meu irmão Fernão Paes de Barros, meu sobrinho Pedro Vaz de Barros e o Revdo Padre João Leite da Silva.Declaro que nunca fui casado, nem tenho herdeiros necessarios, pelo que deixo de esmola a meus filhos naturais que são dez a saber: Braz, Joana, Maria, filhos de Justina; Lourença, filha de Teresa; Izabel filha de Catarina; Margarida, filha de Rufina; Mariana filha de Maria; Pascoa e Leonor filhas de Barbara. Das quais minhas filhas tenho casado duas: Joana com João da Silva Pereira, e Lourença com Francisco Alvares Rodrigues.Deixo todo o meu cabedal encabeçado em meu filho Braz Leme.Declaro que as indias de quem tenho filhas as deixo livres. Fui tutor e curador de meus sobrinhos, filhos que foram de meu irmão Antonio Pedroso de Barros.Aprovação aos 30-03-1674.Codicilo: declaro que fui tutor de meus sobrinhos orfãos nos ------ inteirados de suas legitimas de mais a mais ----- escupulo(?) de Ignez que morreu, e lhes dei somente ----- que me fica este escupulo(?)? ------.Lourença tem uma menina a qual é minha filha. Cumpra-se 30-08-1676 = Cumpra-se Santana de Parnaiba 24-10-1698 4-1-1 Pedro Vaz de Barros 4-2 Joana Vaz de Barros, filha da india Jutina, casou em vida do pai com João da Silva Pereira, natural do Bispado do Porto, filho de Manoel da Silva e Maria Ferreira. Faleceu João com testamento onde declarou 10 filhos de seu casal e foi inventariado em 23-09-1698.Departamento do Arquivo do Estado de São PauloInventários e Testamentos não publicadosPesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Settenota:queimado/danificado/sujo.capa João da Silva Ferreira 23-09-1698Sou natural de [--] Bispado do Porto. F.l. Manoel da Silva e Maria Ferreira, ja defuntos. Sou cc Joana Vaz de Barros e tivemos [------] filhos e tres filhas: Martinho = Guilherme = Pedro -= Manoel = Amaro = João = Teodosio = Maria = Leonor = e Izabel. Itu, SP Igreja N Sr da Candelaria [Joana Vaz de Barros] - aos 04-03-1747 faleceu sem o sacramento da eucaristia, por estar sempre sem sentidos e não fez testamento; a qual é natural da freguesia de Carambehy comarca da cidade de São Paulo, filha de Pedro Vaz de Barros e de Justina de Barros. Viuva de João da Silva e freguesa desta paroquia, de idade de noventa anos pouco mais ou menos. Sepultada na capela do Carmo como Terceira da dita. Fiz este assento para constar aos 24 do dito mes e ano retro declarado.

4-3 Maria Vaz de Barros, filha natural do Capitão Pedro Vaz de Barros e de Justina Fernandes, do gentio da terra, casou com Antonio Martins Bello, natural de Alcobaça-PT, filho de Manoel Martins e Margarida George.

Maria faleceu em Itu aos 14-02-1698, casada segunda vez com Estevão Fernandes Porto, com 20 anos em 1681, filho de Estevão Fernandes Porto, inventariado em 19-02-1681 e de Isabel Pinheira, neto materno de Domingos da Rocha e Domingas Ribeiro. Geração deste segundo casamento na família Domingos da Rocha, neste site.

Itu, SP - Maria Vaz, moradora e natural desta vila de Itu, casada com Estanislau Frz Porto, faleceu aos 14 dias do mes de fevereiro de 1698 anos. Não fez testamento.

Com Antonio Martins, Maria Vaz teve dois filhos, q.d.:

4-3-1 Antonio Martins Bello, batizado em Itu em 05-04-1682. Habilitou-se às ordens sacras em 1706.

SP, SP ACMSP Parte A - Aplicação Sacerdotal - De genere et moribus ano 1706Habilitando Antonio Martins Bello 20-12-1706
Antonio Martins Bello, natural e morador na vila de Itu, f.l. de Antonio Miz Bello, n. de Alcobaça, neto paterno de Mel Miz e Margarida George, ja defuntos, naturais e morados da vila de Alcobaça, e pela parte materna, filho de Maria Vaz de Barros, filha natural do Cap. Pedro Vaz de Barros, naturais e moradores na vila de S. Paulo.

Testemunhas em Itu 10-10-1706, todos moradores na vila e as idades pouco mais ou menos.

- Cap. Antonio Antunes Maciel, morador nesta sobredita vila, de idade de 56 anos,

-Antonio Fernandes de Abreu, n/morador nesta vila, de idade de 52 anos. (...P e por parte materna sabe ser o habilitando filho de Maria Vaz de Barros a qual é filha natural mameluca do Cap. Pedro Vaz de Barros.

- Baltazar de Godoy da Silva, morador nesta vila de idade de 70 anos.

- Cap. Luiz Nobre Pereira, morador nesta vila de idade 75 anos. (...) que a mãe do habilitando era mameluca, e sua avó do gentio da terra.

- Cap. Baltazar de Godoy Bicudo, de 60 anos. (...) Sabia ser a mãe do habilitando mameluca, e sua avó do gentio da terra.

- Cosme da Silva Gil, de 56 anos. (...) Sabia ser a mãe do habilitando mameluca, e sua avó do gentio da terra

- Antonio Bicudo Furtado de 60 anos. (...) a mãe do habilitando era mameluca, filha natural do Cap. Pedro Vaz de Barros e sua avo do gentio da terra por nome Justina Frz.

- Cap. Francisco Cardoso, 58 anos. Antonio Miz Bello, natural e morador nesta avila de Itu, f.l. de AntonioMiz Bello, homem forasteiro e pela parte paterna não conhecera seus avos por serem das partes de Portugal; sabia que o habilitando era neto paterno do C. Pedro Vaz de Barros e de Justina Frz do gentio da terra; filho de Maria Vaz de Barros, filha natural do dito capitão.
Testemunhas na vila de Santos - outubro de 1706, todos na dita vila moradores e idades pouco mais ou menos.

- Paulo Correa Garces, natural da freguesia de Camaratte termo da cidade de Lisboa, casado e morador na vila de S. Paulo ora assistente nesta vila de Santos. (...) conhece de vista o habilitando Antonio Miz |Bello, mas que tinha noticias que era filho legitimo de Antonio Martins Bello, ja defunto, morador que foi na vila de Itu donde o dito habilitando ´pe natural. E que antes de casado, o dito seu pai Antonio Miz Bello assistira nesta vila de Santos por tempo de 15 ou 16 anos pouco mais ou menos, tratando de seu negocio. (...) quanto aos avos maternos disse que conheceu o defunto Pedro Vaz de Barros, homem dos principais de S. Paulo

- Manoel de Paiva, natural da cidade de Tavira, reino do Algarve, casado, 48 anos. (...) conhecera nesta vila Antonio Martins Bello, pai do habilitando, sendo inda solteiro e vindo de Portugal; e depois de casado o conhecera tambem na vila de Itu, e tambem conhecera na dita vila ao dito habilitando e a seu avô materno o Cap Pedro Vaz de Barros e sabe que o habilitando é filho legitimo do dito Antonio Miz Bello, ja defunto e de sua mãe Maria Vaz de Barros, a qual é filha natural do dito Pedro Vaz de Barros havida em uma bastarda cujo nome lhe não lembra. O que sabe ele testemunha por haver morado 20 anos parte na dita vila de Itu e parte no distrito da Parnaiba

- Manoel Dias Vareiro, natural desta vila de Santos, casado, de idade 50 anos.

- Baltazar da Silva Borges, natural de entre ambos os rios freguesia de Santa Clara do Torram Bispado do Porto, casado, 61 anos.

- Cap. Thomas de Souza, natural da Vila Nova de Gaia Bispado do Porto, homem de negocio, 52 anos.

- Manoel Roiz de Brito, cristão velho, casado, natural da vila de Ourem Bispado da cidade de Leiria, 52 anos.

Certidão de batismo do habilitando: (...) achei da lavra e sinal do Pe. Isidoro Pinto de Godoy q então era Vig. encomendado desta mesmo igreja um como tinha batizado a Antonio Martins, filho de Antonio Martins Belo e de s/m Maria Vaz a cinco de abril de 1682. Em fé de que passei esta aos 19-10-1706 anos. Felis Nabor

Escritura do Patrimônio - (...) procurador de Antonio de Siqueira Bayão, e por ordem de seu constituinte dava 400 mil reis em dinheiro de contado para o patrimonio de seu cunhado Antonio Miz Bello (...) para o que deu tambem sua mulher Margarida Martins outorga4-3-2 Margarida Martins faleceu em 15-02-1744 com 60 anos declarados. Era viúva de Antonio de Siqueira Baião, filho de Antonio de Siqueira Caldeira e Antonia da Cunha (SL. 7, 514, 3-1). Geração na família “Domingos de Goés”, neste site.Itu, SP aos 15-02-1744 faleceu Margarida Martins, natural e moradora desta, viuva que ficou de Antonio de Siqueira Baião, filha de Antonio Martins e de s/m Maria Vaz de Barros, de idade de sessenta anos, pouco mais ou menos. Não fez testamento e recebeu todos os sacramentos, Foi sepultada na capela de São Luiz desta vila por ser Terceira da Ordem de São Francisco. 4-4 Lourença Vaz, filha da india Teresa, casou em vida do pai com Francisco Alvares Rodrigues. Faleceu viúva em 30-05-1725. Deixou por testamenteiro o filho Padre Simão Alvares Rodrigues.Itu, SP Igreja N Sra a Candelaria [na era de 1725] Lourença Vaz, mulher viuva do defunto Francisco Alvres, faleceu com todos os sacramentos; fez seu testamento. Testamenteiros seu filho o Pe. Simam Alvres Rois e a Joam da Costa - aos 30 de maio da sobredita era. 4-6 Margarida Vaz de Barros casou com Domingos Alvares Maciel. Entre seus filhos (SL. 3, 483, 1-6)4-6-1 Izabel Alvares Maciel aos 17-10-1735 casou com Francisco Dias Pires, filho de Francisco Dias Pires e de Luzia Dias LemeItu-SP Igreja N Sra da Candelaria aos 17-10-1735 nesta matriz donde os contraentes são moradores, Francisco Dias Pires, filho de Francisco Dias Pires e de s/mulher Luzia Dias Leme = cc Izabel Alvares Maciel, filha de Domingos Alvares Maciel e de Margarida Vaz de Barros sua mulher, naturais e moradores desta vila. Foram testemunhas o Revdo Francisco de Campos e Joseph Fernandes. 4-8 Pascoa de Barros da Silva casou com João Saraiva da Gama, naturalde Trancoso-PT, filho e Simão Frade e de Izabel Saraiva. Ambos faleceram em Itu com testamento. João em 05-07-1738, declarou dez filhos de seu casal e nomeou testamenteiros os filhos Jacinto Paes de Barros e Sebastião Paes de Barros. Pascoa em 01-09-1747 e nomeou testamenteiros os filhos Jacinto Paes de Barros e Francisco Leme Saraiva.Itu, SP Igreja N Sr da Candelaria [João Saraiva da Gama] aos 05-07-1738 faleceu João Saraiva da Gama, casado com Pascoa de Barros, natural da vila de Trancoso, filho de Simão Frade e de s/m Izabel Saraiva, de idade que dizem seria noventa anos, deixou dez herdeiros filhos, foi casado nest vila com Pascoa de Barros, natural desta vila, fez testamento; foram seus testamenteiros seus filhos Jacinto Paes de Barros e Sebastião Paes de Barros, foi sepultado no ----- N. Sra do Carmo. Itu, SP Igreja N Sr da Candelaria aos 01-09-1747 faleceu Paschoa de Barros da Silva, natural de S. Roque de Carambehy e freguesa desta vila, vilha de Pedro Vaz de Barros e de Barbara do Amaral; viuva de João Saraiva da Gama, faleceu de idade de oitenta anos pouco mais ou menos. Fez testamento em que instituiu por testamenteiros a seus filhos Jacinto Paes de Barros e Francisco Leme Saraiva e o remanescente de sua terça se lhe dissesse em missas por sua alma. Foi sepultada na capela de N. Sra do Carmo por ser terceira a dita ordem. 4-10 Lucrecia Leme Pedroso, filha da india carijó Lourença da Silva e Pedro Vaz de Barros. Casou com Antonio Vieira Antunes, natural da freguesia de São João da Vieira, do arcebispado de Braga. Lucrecia, viúva, faleceu aos 17-12-1706 em Itu. Deixou por testamenteiros Cap.Manoel de Campos, Antonio Pedroso e Francisco Alvares. Declarou quatro filhos de seu casal “a saber três fêmeas e um macho”. Deixou legado à irmã Mariana Pedroso, devia ao cunhado Francisco Alvares Rodrigues (SAESP vol.25º).Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria [na era de 1706] Lucrecia Leme, viuva que ficou de Antonio Vieira, faleceu aos 17 de dezembro da sobredita era com todos os sacramentos. Deixou por seus testamenteiros ao Cap. Manoel de Campos, Antonio Pedroso, e a Francisco Alvares; de que fiz este assento.4-10-1 Maria, batizada em Itu-SP aos 24-08-1699. Maria Francisca Vieira aos 15-01-1715 casou com João da Costa Aranha, natural da cidade do Porto, fillho de Vicente da Costa Rato e Filipa da Fonseca.Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria aos 24-08-1699 bat a Maria, f. de Antonio Vieira e de s/m Lucrecia Leme; foram padrinhos João do Prado Leme e Paschoa de Barros. Itu, SP Igreja N Sra a Candelaria Joam da Costa Aranha, f. de Vicente da Costa e de s/m Philipa da Fonseca, da cidade do Porto, se recebeu com Francisca Vieira, f. de Antonio Vieira Antunes e de s/m Lucrecia Leme, ja defuntos, naturais desta vila. Test.: Joam Saraiva da Gama e Joseph Martins, Maria C., Maria da Silva - aos 15-01-1715 Faleceu Maria Francisca com testamento em 13-04-1739 com geração.Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria [Maria Francisca Vieira] aos 13-04-1739 nesta vila de N Sra da Candelaria faleceu Maria Vieira Francisca, f.l.de Antonio Vieira Antunes e de s/m Lucrecia Leme, de idade que teria quarenta anos pouco mais ou menos, casada com Alf. João da Costa Aranha de quem teve filhos. Fez testamento. Testamenteiros seu marido o Alf. João da Costa Aranha e Estevão Gomes do Couto. Em 24-11-1739, João da Costa Aranha casou segunda vez com Gertrudes de Araujo, filha dos falecidos Manoel do Rego Cabral e de Angela de Siqueira.Itu, SP Igreja N Sra a Candelaria aos 24-11-1739 nseta matriz se receberam João da Costa Aranha, viuvo que ficou de Maria Francisca Vieira, = cc Gertrudes de Araujo, f. de Manoel do Rego Cabral e de s/m Angela de Siqueira, já defuntos, e moradores de Parnaiba sendo naturais da cidade de S.Paulo. Test.: Cel. Regente Manoel digo, Joam de Mello Rego e o Dr. Juiz de Fora João Nobre Pereira. Entre os filhos de Maria Francisca e João da Costa Aranha:4-10-1-1 Maria Francisca Vieira casou em 26-11-1743 em Itú com Francisco Novaes de Magalhães, natural de Santa Maria de Ribeiros Arc. Braga, filho de João Novaes e da falecida Izabel de Magalhães.Itu, SP Igreja N Sra a Candelaria aos 26-11-1743 nesta matriz Francisco Novaes de Magalhães, n. da freg.de Santa Maria de Ribeiros Arc. Braga, f. de João de Novaes e de s/m Izabel de Magalhães, ja defunta = cc Maria Francisca Vieira, n. desta vila, f. do Alferes Joãoda Costa Aranha e de sua mulher Maria Francisca Vieira, ja defunta. Ambo os contraentes moradores desta vila. Test.: Agostinho Luiz Ribeiro Vieira, solteiro e Antonio Martins Freitas, casados, moradores desta vila.4-10-1-2 João Aranha dos Santos casou em 103-04-1742 em Itú com Joana Rita, filha do falecido Francisco Xavier Carassa e de Izabel de Barros.Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria aos 03-04-1742 nesta igreja matriz João Aranha dos Santos, f. de João da Costa Aranha e de s/m Maria Francisca Vieira, nat/morador nesta = cc Joana Rita, f. de Francisco Xavier Carassa, já defunto e de s/m Izabel de Barros, nat/moradora desta vila. Test.: Alf. João da Costa Aranha e Thomas de Aquino, todos deta vila4-10-1-3 Luzia da Costa casou em 27-01-1750 em Itú com João Fernandes da Costa, natural dde S. Miguel de Perre, termo de Viana Arc. Braga, filho de João Affonso Madeiro e da falecida Maria Fernandes.Itu, SP Igreja N Sra a Candelaria aos 27-01-1750 nesta igreja matriz e testemunhas o Cel.João de Mello Rego e Francisco de Novaes e Magalhães, oradores desta vila; se receberam João Fernandes da Costa, n/b na freguesia de S. Miguel de Perre termo da vila de Viana Arc. de Braga, f.l. de João Afonso Madeiro e Maria Fernandes, já defunta = cc Luzia da Costa Aranha, n/b na freg. d N. Sra. da Candelaria de Itu, f.l.; de João da Cost Aranha e de Maria Francisca Vieira, ja defunta. 4-10-1-4 Padre Manoel da Costa Aranha, batizado em Itu aos 12-08-1731. Em 1752 requereu habilitação as ordens sacerdotais.(pesq. Fabricio Gerin) ACMSP -Processo 1-28-253, de 1752 - Habilitação de genere et moribus de Manoel da Costa AranhaInformação do vigário João de Matos Monteiro: digo ter o pretendente por sua avó materna costa de carijó, por ser a dita filha de carijó e de um Pedro Vaz de Barros, homem branco, das principais famílias desta cidade - vila do Itu, 13/01/1752Diz Manoel da Costa Aranha, nat. e bat. na freguesia da Virgem Nossa Senhora da Candelária da vila de Itu, deste bispado, f.l. de João da Costa Aranha, nat. e bat. na freguesia de São João da Foz, bispado do Porto, e Maria Francisca Vieira, nat. e bat. na sobredita freguesia da vila de Itu - n.p. de Vicente da Costa Rato, nat. e bat. em uma das freguesias da cidade de Braga, e de Felipa da Fonseca, nat. e bat. na freguesia dos Arcos de Valdevez, ambos do arcebispado de Braga - n.m. de Antônio Antunes Vieira, nat. e bat. na freguesia de São João da Vieira, do arcebispado de Braga, e Lucrécia Pedrosa, nat. e bat. na freguesia desta cidade de São Paulo. - seguem as inquirições em PortugalCertidão do vigário João de Matos Monteiro, da Matriz de Nossa Senhora da Candelária da vila de Itu: Lucrécia Pedrosa, avó materna do habilitando, filha bastarda de Pedro Vaz; 19/11/1753. Inquirições na vila de Itu (11/12/1753):1a - Bento Barreto de Medeiros, viúvo, natural da freguesia de Parnaíba e morador nesta vila de Itu, que vive de sua agência, de 72 anos, 4o grau de afinidade com o dito habilitando;2a - Domingos Fernandes Porto, ... natural da cidade de São Paulo e morador nesta vila de Itu, que vive de suas lavouras, de 74 anos o dito habilitando por parte de sua avó materna Lucrécia Pedrosa poderá ter alguma coisa de neófito, mas em grau remoto;3a - Padre Manoel de Chaves, presbítero do hábito de São Pedro, natural e morador desta mesma vila de Itu, de 62 anos - conheceu a Lucrécia Pedrosa, avó materna do habilitando, e que sabe ser público e notório ser natural da cidade de São Paulo, e que era filha de Pedro Vaz, o velho, o qual vivia nesta vila de suas lavouras;4a - Catarina Paes de Miranda, viúva, natural da vila de São Vicente e moradora nesta vila de Itu, que vive de sua roça, de 74 anos;5a - Ascença de Jesus, solteira, natural da freguesia de Jundiaí e moradora nesta vila de Itu, que vive de sua agência, de sessenta e tantos anos;6a - João Barbosa de Abreu, viúvo, natural e morador desta vila de Itu, que vive de sua roça, de 84 anos - o dito habilitando por parte da dita sua avó materna Lucrécia Pedrosa, filha de Pedro Vaz, o velho;7a - Antônio Lopes da Silva, viúvo, natural da vila de Merciana, patriarcado de Lisboa, e morador nesta, que vive de sua roça, de oitenta e tantos anos - conheceu a Lucrécia Pedrosa, filha de Pedro Vaz de Barros, o velho, avó materna do habilitando, natural da cidade de São Paulo e moradora nesta vila, que vivia de seu negócio;Certidão de Manoel José Vaz: ouvi dizer ser Lucrécia Pedrosa filha natural de Pedro Vaz de Barros, e por esta parte cristã-velha e de limpo sangue, porque teve este um filho sacerdote do hábito de São Pedro, São Paulo, 11/01/1754Diz o habilitando, porque não pode mostrar nem verificar o assento de batismo de sua avó Lucrécia Pedrosa, como também do casamento da sobredito com Antônio Antunes VieiraDiz Manoel da Costa Aranha, que é necessário que o reverendo desta catedral lhe passe por certidão o teor do assento do batismo de sua avó Lucrécia Pedrosa, filha de Pedro Vaz de Barros e de Lourença da Silva, e outrossim certidão do assento de recebimento da dita sua avó com Antônio Nunes VieiraCertidão do vigário Manoel José Vaz: em nenhum do livros dos batizados achei o assento de Lucrécia Pedrosa, como também em nenhum se acha o assento do casamento, São Paulo, 04/01/1754Diz Manoel da Costa Aranha que é necessário que dos autos de casamento de seus avós Antônio Nunes Vieira e Lucrécia Pedrosa se lhe passe por certidão o termo de fiançaDiz Manoel da Costa Aranha, natural e morador desta vila e freguesia de Nossa Senhora da Candelária de Itu, f.l. de João da Costa Aranha e Maria Francisca Vieira, já defunta, lhe são necessárias as certidões de batismo da dita defunta sua mãe, do seu casamento, e do batismo dele suplicante24/08/1699 (Itu): Maria, f. de Antônio Vieira Antunes e Lucrécia Leme - pp. João do Prado Leme e Páscoa de Barros15/01/1715 (Itu): João da Costa Aranha, f. de Vicente da Costa e ... da Fonseca, da cidade do Porto, com Maria Francisca Vieira, f. de Antônio Vieira Antunes e Lucrécia Leme, já defuntos, naturais desta vila12/08/1731 (Itu): Manoel, f. do Alferes João da Costa e Maria Francisca Vieira - pp. o Capitão-mor Manoel de Sampaio Pacheco e Francisca Paes, filha de Pedro de Chaves, já defunto, e de Angela Rodrigues. 4-10-2 Ana Vieira, em Itu aos 26-09-1712 casou com Estevão Gomes Cardoso, filho de Jorge Cardoso e Maria Gomes, naturais da vila de Almada, freguesia de N. Sra. do Castelo Arc. Lisboa.Itu, SP Igreja N Sra a Candelaria [na era de 1712] Estevan Gomes Cardoso filho de George Cardoso e de s/m Maria Gomes naturaes da vila de Almada da freguesia de N. Sra do Castelo Arc. de Lisboa se recebeu com Ana Vieira, filha de Antonio Vieira e de s/m Lucrecia Leme, ja defuntos. Testemunhas Manoel dos Santos, Antonio de Siqueira, Leonor ----, Maria de Godoy, todos moradores desta vila aos 26 de setembro da sobredita era.



Sorocaba/SP
Carijós/Guaranis
São Roque/SP
Pedro Vaz Guassú
1619-1676
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Antonio Fernandes de Abreu
1654-1717
Justina "Barros"
Antonio Fernandes de Abreu II
f.1739
Antônio Martins Bello
Margarida George
Manoel Martins
Antônio Martins Bello
Barbara do Amaral
Maria Vaz de Barros
Balthazar Fernandes
1577-1670


EMERSON


06/12/2025
ANO:853
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foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]