Outra incógnita que precisa ser elucidada quanto à Família Arzão diz respeito àLenda do Monte Tayó. Como foram muitos os membros dessa família que faiscaram nolitoral entre São Francisco e Desterro e, isso, ao longo de séculos, nunca ficou bem claroqual dos Arzão descobriu ouro no Monte Tayó e onde, comprovadamente, ficava essamina. Sabemos que uma mina de ouro muito explorada pelos Arzão ficava naproximidade de Barra Velha às margens do Rio Itapocu. Essas minas foramabandonadas em meados do século XVIII [1.750] por se encontrarem esgotadas.
(...) O ancião Antônio da Costa Flores, ao ser entrevistado por Pedro Ferreira, em 1907, sobre suas memórias da Itajaí do século XIX garantiu que Mathias Dias de Arzão levou garrafinhas de ouro ao governador João Vieira Tovar e Albuquerque [governador de Santa Catarina entre 14 de julho de 1817 e 20 de julho de 1821]. Antônio da Costa Flores está falando da Itajaí em que viveu a partir de 1840, portanto, estava muito próximo do tempo em que toda essa trama da Lenda do Monte Tayó se desenrola. [A fundação de Itajaí: historiografia anotada e comentada. 1° edição, 2018. Magru Floriano. Página 34]
O Historiador Luiz Gualberto em correspondência ao historiador Carlos daCosta Pereira, em 1927, garante que "Matheus de Arzão (....) havia extrahido ouro do morro Tayó e ainda em 1829 a Camara Municipal da villa do Desterro, informava aoGoverno da provincia que no Sertão do Itajahy Matheus de Arzão tirara ouro de muitoboa qualidade, segundo o que se sabia tradicionalmente (...) A fama do ouro do morroTayó e as riquezas do valle do rio Itajahy, pela fertilidade de seu territorio, eramgeralmente admittidas." (35).
O problema é que temos um Matias Dias de Arzão e um Matheus Dias de Arzãono mesmo cenário, no mesmo tempo, explorando ouro e comunicando esse fato aDesterro. Seriam a mesma pessoa? Na comunicação da Câmara de Desterro aogovernador o verbo está no passado "tirara". Isso pode remeter Matheus ao mesmocenário do Matias de quem fala o sexagenário Antônio da Costa Flores [1817 a 1821].Já não se trata mais dos dois João Dias de Arzão, mas de Matias e Matheus. Também já,há muito, deixamos o século XVII de João Dias de Arzão transferindo a trama da Lendado Monte Tayó para o século XIX. Mudam-se os nomes, mudam-se as datas .... mas aLenda continua intacta.
De qualquer forma isso já foge à nossa questão principal que é estabelecer seJoão Dias de Arzão foi o primeiro homem branco a possuir terras às margens do RioItajaí e, portanto, estar capacitado a pleitear o título de fundador de Itajaí. Tudo indica,mas faltam provas consistentes, que efetivamente o primeiro João Dias de Arzão ficouno Icaray, em terras próximas da Vila de São Francisco, e, seus descendentes foramgradativamente faiscando no litoral entre Paranaguá e Desterro. Encontraram umaprimeira mina às margens do Rio Itapocú, onde permaneceram por longos anos atéexaurir por completo sua riqueza mineral, partindo, então, em direção ao Vale do Itajaí.
A chegada dos Arzão ao Vale do Itajaí, portanto, pode estar datada já no séculoseguinte à fundação de São Francisco do Sul. O mapa que indica a localização do MonteTayó é datado de 1776, e consiste no primeiro documento sobre a mina de ouro dosArzão no Vale do Itajaí. Nunca apareceu, por exemplo, a requisição de sesmaria queJoão Dias de Arzão supostamente esboçou em 1658. O que temos de concreto entãosobre os Arzão? Temos um mapa datado de 1796 delineando a sesmaria do segundoJoão Dias de Arzão na Barra do Rio pelo lado esquerdo; temos o pedido de concessãode sesmarias de Mathias Dias de Arzão na Barra do Rio pelo lado direito, em 1794. [Página 35]
OUTRA TESEPodemos também seguir a trilha aberta em 1711 pelo sargento-mor da Praça deSantos – Manoel Gonçalves de Aguiar - quando de sua excursão pelo litoral de SantaCatarina. Ele declarou em seu relatório que teve informações de que Maria Pedrosa, viúva de João Dias de Arzão [primeiro], havia se transferido, tempos atrás, com osfilhos (capitão Miguel Dias de Arzão, Antônio Dias de Arzão, João Dias de Arzão[segundo]), para as margens do Rio Itajaí. Também afirma que em 1711 já encontrara afamília novamente radicada em São Francisco do Sul.Mas, pesquisando no mapa genealógico da Família vamos encontrarinformações que evidenciam a permanência de alguns membros no Vale do Itajaí. Istoporque Antônio Dias de Arzão morreu em Itajaí em 1796 aos 90 anos de idade; JoãoDias de Arzão [O Moço] morreu em Itajaí em 1797; a filha de Miguel Dias de Arzão –Anna Rosa – morreu na Armação do Itapocoróia em 1807. Provas mais do quesuficientes para confirmar a presença da Família Arzão no Vale do Itajaí de 1700 emdiante.A questão a ser resolvida diz respeito à propriedade da terra e o ano que ela foiadquirida. A família veio explorar a sesmaria que suspostamente João Dias de Arzão[primeiro] teria requerido em 1658? É certo que ao longo do século a Família Arzão foicontemplada com concessões de diversas sesmarias no Vale do Itajaí, porqueencontramos relatórios e mapas de sesmarias contendo os nomes de João Dias de Arzão,Mathias Dias de Arzão, Antônio Dias de Arzão etc. Um Antônio Dias de Arzão,inclusive, é signatário do requerimento dos moradores locais solicitando ao bispo doRio de Janeiro criar o curato de Itajaí em 1824. Sabemos que todos os signatários eramproprietários de terras entre os rios Camboriú e Itapocú. [Páginas 35 e 36]
Informação 1: "Eu era, em 1820, governador das colônias da província de Santa Catarina, sob o título de inspetor geral, quando recebi do ministro Vila Nova, ordem de fazer tôdas as tentativas necessárias para redescobrir o maravilhoso monte Taió. Essa ordem vinha acompanhada de uma cópia da correspondência que havia sido trocada outrora a êsse respeito e que não oferecia nenhuma pista a seguir.
Convencido da importância dessa missão, desenvolvi todos os esforços para saber se ainda existia algum descendente do desgraçado Aragão e cheguei a descobrir os netos dessa vítima, os quais sabiam, por tê-lo ouvido dizer de seus pais, qual fôra a sorte de seu avô e que, presumívelmente êle havia levado consigo para Lisboa, o roteiro, o mapa do traçado que êle fizera para chegar ao monte Taió, plano êsse que depois de sua morte se disse fôraachado entre seus despojos, na prisão de Lisboa (...) Em seguida, eu procurei colherinformações entre os velhos dos logares os mais distantes das povoações brasileiras e asmais próximas das hordas de selvagens. Não consegui nada mais do que eu já conhecia.Sómente nas margens do rio Itajaí eu encontrei um homem de 120 anos, que tinhaconhecido Aragão e ao qual êle falara depois da descoberta das lâminas de prata. Êle meassegurou que tôdas as vêzes que Aragão partia para as suas excursões passava por suacasa e que, por essa razão, o monte Taió não podia estar muito distante do rio Itajaí e eramesmo, segundo supunha, banhado por suas águas (...) Eu continuei as minhasindagações sem, entretanto, alimentar grandes esperanças de encontrar o Taió, porquenuma enorme extensão de florestas virgens e de montanhas mais ou menos iguais à queAragão descobrira, isso era dificílimo; e depois, em virtude da revolução portuguêsa queteve lugar no Rio de Janeiro, a 26 de fevereiro de 1821, eu julguei de meu dever voltaráquela capital." [A fundação de Itajaí: historiografia anotada e comentada. 1° edição, 2018. Magru Floriano. Página 154]
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]