 | | | 1º fonte - 17 de jun. de 1938, sexta-feira | Jornal Correio da Manhã/RJ; Correio da Manhã |
As peças aprisionadas, depois de repartidas pelos sertanistas, deviam ser registradas na câmara de São Paulo. Esta proibia a remessa de escravizados fora da vila para as povoações da marinha e para a capitania do Rio de Janeiro, visto - reza a ata da Câmara de
8 de abril de 1624 - ser
"em prejuízo do serviço de Deus e de Sua Majestade e desfalque das minas".