Filho de um embaixador dos Paizes-Baixos juncto ao rei da Hespanha e de uma filha da terra de Servantes,Filippe de Campos Banderborg nasceu em Portugal e veio ao Brasil como soldado voluntário, onde se casou no annode 1643, em São Paulo, com Margarida Bicudo, filha do capitão Manoel Pires e de Maria Bicudo.
Padre Estanislau de Campos, filho do titular deste capitulo, foi um dos maiores barretes da Companhia deJesus no Brasil. Foi lente de artes, de theologia, e reitor do collçgio da Bahia. Foi duas vezes provincial.
Resolveu este notável sacerdote — que falleceu eni sua terra natal, São Paulo, aos noventa annos de idade,pelos annos de 1735 — a entrar para a Companhia de Jesus, por ter fallecido a sua noiva Ignez Pedroso deBarros, filha de Antonio Pedroso de Barros e de Maria Pires de Medeiros [p. 101]
248 Padre Miguel de Campos, irmão do precedente, também attingido pela expulsão dos jesuítas, recebeu o Pres- byterato em Roma, onde falleceu.249 Maria Joaquina de Campos Camargo, filha de Filippe de Campos Bicudo e 2." mulher Maria Joaquina daRocha Camargo, e sobrinha do precedente, foi beata emItú.250 Padre Balthasar de Godoy Bicudo, filho de Bernardo de Campos Bicudo e 1.* mulher Benta Dias de Proença, era sobrinho do padre Estanislau de Campos (n.° 232).251 Padre João Romeiro da Silva, filho de Manoel deCastro Ferreira e de Josepha Romeiro de Campos, esta, irmã por pae do padre Balthazar de Godoy Bicudo (n."250), pertenceu á Companhia de Jesus. Falleceu em Lisboa.252 Joanna Rosaura de Castro Ferreira, irmã inteira doprecedente, professou no convento de Santa Clara, emSantarém.253 Cathariua de Castro Ferreira, irmã da precedente,também professou no referido convento portuguez.254 Josepha Romeiro de Campos, mãe dos religiosos ns. 251, 252 e 253, depois de viuva, entrou para o mesmoconvento em que se internaram suas duas filhas.255 Padre José Custodio de Camargo, filho de José Manoel de Campos e de Paula da Rocha Camargo, foi vigáriode Faxina. [p. 104]
Nasceu em Santos no anno de 1690. Estudou na faculdade de Pisa. Visitou Jerusalém e outras partes da Asia.Publicou: — "Mel de petra SS. Sepulchri Domini Nostri" — "Elenchus cerimoniarum terrae sanctae. . . " — "Obras de controvérsia religiosa" (Inéditas). 534 Joanna de Gusmão (A mulher Santa), irmã dos seis precedentes e de duas freiras do convento de Santa Clara (Santarém), foi a fundadora da capella do Senhor dos Passos, na igreja do Menino Deus, em pequena povoação, mais tarde, a antiga capital de Santa Catharina — Desterro. (*)Ainda joven, piedosa e devota, casou-se com rico e estimado fazendeiro, em união feliz para ambos, e tam,bem para os pobres, pois não havia divergência quanto á protecção aos necessitados.
Anna de Gusmão, após longa enfermidade, obteve na Fonte Santa, ou do Senhor (um remanso das aguas do rio Iguapé) melhoras para sua saúde. Attingida, em seguida, pela graça divina, em outros casos de sua vida, e sendo também muito religioso o seu marido, ambos tomaram o compromisso do sobrevivente não mais se casar e peregrinar pela terra fazendo o bem.
Coube a Joanna de Gusmão peregrinar pelos nossos sertões, sempre só e a pé, até a freguezia de Lagóa, em Santa Catharina. Naquella época, quasi duzentos annos faz, era essa travessia um verdadeiro milagre nas condições em que foi feita. Falleceu aos 15 de novembro de 1780, na avançada idade die 92 annos.
(,*) Floiiauopolis.
535 Frei Antonio da Luz, neto de Francisco Nunes Cubas e de Izabel Justiniano Adorno, era irmão de Izabel Adorno de Sampaio, que foi mãe de Maria Pinto da Rocha, esta, nora do titular deste capitulo. Nasceu na villa de Santos; foi religioso franciscano.
536 Padre Sebastião Alves, irmão inteiro dos religiosos ns. 554 e 555, pertenceu á Companhia de Jesus.
537 Frei Luiz Pinto, tio avô do frade n.** 535, (na duvida) portuguez, era filho de Ruy de Sampaio Pinto, fidalgo e morador na villa de Mesanfrio.
538 Frei Lopo Ribeiro da Conceição, filho de Izabel Adorno e 1.° marido Manoel Jorge Ribeiro, este, natural de Paranaguá, pertenceu á Ordem dos carmelitas. Era bisneto do titular deste capitulo, e sobrinho bisneto do frade n.° 535.
539 Padre Manoel Pinheiro Ayres, filho do tenente-coronel Paulino Ayres de Aguirre e 1.^ mulher Anna Maria de Oliveira Leme, foi vigário de Curuçá.Falleceu como capellão do recolhimento de Santa Clara em Sorocaba.
540 Maria do Monte Carmello, irmã por pae do precedente, casou-se em Sorocaba com o tenente Antonio Rodrigues da Silva.Depois de viuva, entrou para o recolhimento de Santa Clara (Sorocaba), onde occupou, por muitos annos, o lugar de regente. [p. 212]
— 213 —541 Frei Antonio da Penha de França, filho de Francisca Pinto da Rocha e de René le Roux (natural da França — bispado de Angé), era sobrinho bisneto do frade n.° 535, e bisneto do titular deste.Frei Antonio da Penha de França, historiador de mérito, nasceu em Santos no anno de 1719, e falleceu em Itú em 1792, onde foi presidente do convento carmelitano.542 Frei José Rodrigues do Rosario França, irmão do precedente, foi o primeiro prior que teve o convento do Carmo de Itii.543 Padre Francisco Xavier Pinto Adorno França, irmão dos dois precedentes, foi coadjutor no arraial de Nossa Senhora do Pilar, em Goyaz.544 Padre João Rodrigues de França, irmão dos tres precedentes, como elles, era natural da villa de Santos.545 Frei Luis Vareiro, natural de Santos, filho de Manoel Dias Vareiro e de Maria de Oliveira, figura neste capitulo, por ter sido tio por affinidade de Maria Thereza de Jesus França, irmã dos frades ns. 541 e 542 e dos padres 543 e 544.Frei Luiz Vareiro pertenceu á Ordem do Carmo. Foi prior na capitania do Espirito Santo.546 Frei Angelo, tio avô do frade n.° 545, foi prior carmelitano muitas vezes. Falleceu no convento de Mogy das Cruzes, com a idade de 100 annos.547 Frei Sebastião dos Anjos, filho de João Thomé Adorno de Sampaio (natural de Santos) e 2." mulher Thereza de Oliveira, foi reHgioso do Carmo. Descendia em 3." grau do titular deste capitulo..[p. 213]
Frei Thomaz, trineto do titular deste, foi religioso do Carmo.Frei João Mariano, tataraneto do tronco e sobrinho do precedente, tambem pertenceu, como o seu referido tio, á Ordem carmelitana.Frei João da Rocha, natural de Santos, foi frade car- melita. Era bisneto de Paschoal Affonso, este, irmão de Domingos Affonso Gaya (titular deste capitulo).
551 Frei Miguel da Rocha, irmão inteiro e tambem de con- vento do precedente, falleceu em Santos no anno de 1761.552553554555Frei Ignacio de Santa Thereza, filho de Martha Pinto da Rocha e de José de Souza e Siqueira (natural do Rio de Janeiro), pertenceu á Ordem dos frades carmelitas.Frei Antonio dos Santos Pancas, cunhado de Domin- gos Affonso Gaya (titular deste capitulo), foi frade car- melitano.No convento de Santos, exerceu o cargo de prior. Seus paes Gonçalo Pires Pancas e Maria Gonçalves Pi- res Pancas, foram ascendentes de Alexandre de Gusmão (11.o 528).Padre Claudio Gomes, irmão do jesuita n.o 536 e do padre Paschoal Gomes (n.o 555), e como estes dois, per- tenceu á Companhia de Jesus, era tio de Alexandre de Gusmão (n. 528).Padre Paschoal Gomes, filho de Antonio Alves e de Maria Gomes, era irmão do precedente.Tambem pertenceu á Companhia de Jesus. [p. 214]
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]