Wildcard SSL Certificates
.com.br
2022
  120  395  793  336
   Cidades      Categorias      Pessoas      Registros      Imagens   








   
Benedito Maciel de Oliveira Filho
“Jurupará”, por Benedito Maciel De Oliveira Filho
28 de março de 2022, segunda-feira ver ano




 Mencionados (2)
 Fontes (0)
   

O Jurupará é considerado o bairro mais antigo de Piedade, antecedendo a própria sede municipal que teve reconhecida a sua capela pelo bispo de São Paulo em 29 de maio de 1840. Hoje faz divisa com o município de Votorantim, próximo a Itupararanga, integrando a Serra de São Francisco, próximo ao Limal, com grafia para Limão e até Animal, onde se plantou muito algodão.

O ribeirão Jurupará brinca na serra, cheio de grande rochas, formando bela cachoeira próximo ao antigo centro do bairro. Por ele passava a antiga estrada interligando Sorocaba a Piedade, estrada que teve três traçados diferentes mas interligados, interceptando o Barreiro, Boa Vista, o Rosário e a Capela de São Roque. Além de duas grandes sesmarias originais, teve a influência do Capitão Mor Cláudio de Madureira Calheiros, distribuindo terras a seus herdeiros, mesmo os bastardos.

O ribeirão Jurupará sempre invade o seu vale nas terras baixas e planas dentro da serra e desemboca no Pirapora na região dos Leites, próximo ao Ribeirão das Lavras Velhas onde houve garimpo de jesuítas e índios e Joaquim Freire com Dona Antônia, avós dos Vergueiros, formaram a Fazenda Pirapora vendida pelos herdeiros a Joaquim Leite.

Venho contando essa história há tempos na minha página Historiografia Piedadense, lembrando que muito mais tem a ser relatado mas o tempo é curto para toda essa pesquisa. Costumeiramente estou na Serra do São Francisco e visito muitos amigos no Jurupará. Gente que contam algumas histórias surpreendentes.





ANO:336


  História  (33054)
  Cidades  (713)
   Imagens  (14157)
  Pessoas  (10468)
  Temas  (1478)
Direto ao ano:





TEstando

Registros
  
Imagens
  
Categorias
  
Cidades
  Hoje

Comentários
  
Mural
    
Pessoas
  

Criado por Adriano César Koboyama