Obedecendo a esses princípios, orientação básica da poligonal, série temporalde mapas, toponímia e espigões, repetiu-se o processo para todos os trechos restantesda estrada, permitindo reconstituir basicamente as ruas e caminhos atuais, por ondepassava a estrada até Itu, no tempo de José Custódio de Sá e Faria e antes.Como comprovação, diversas plantas da Cidade Universitária, comopor exemplo a da figura 14, de 1943, mostram em seu limite superior, naépoca, a “Antiga estrada de Itu”.ESPIGÕES COMO CRITÉRIO PARA DETERMINAR O TRAÇADO DE CAMINHOS ANTIGOSVale a pena aprofundar em um dos critérios, o dos espigões, já que ele foifundamental para essa tarefa de identificação. Como se verá, nem sempre é possívelseguir por eles, por diversos motivos: não estarem na direção geral do caminho, nãoexistirem espigões em todo o trecho e também porque é necessário descer do espigãopara apanhar outro e assim cruzar rios e riachos em pontos estratégicos. Ou seja, noinício ou no fim caminha-se por uma meia-encosta. E, além disso, é preciso ter em contaque o termo espigão remete para uma feição cartográfica, que sobe e desce, mas semantém em cotas elevadas; na subida ou descida isso não se dá, e o caminho seguepor um divisor de águas, que é um termo mais abrangente que espigão.Capistrano de Abreu, em capítulos de História colonial,23 lista alguns critériosque determinaram o traçado seguido pelas primitivas vias: aproveitavam trilhasindígenas, balizavam-se pelas alturas (astrolábio que media a altura do sol sobre ohorizonte), buscavam gargantas, evitavam as matas e de preferência caminhavam pelosespigões. Mas, como é o estilo dessa obra, não cita exemplos nem indica referências.Assim, o caminho em questão é um bom exemplo, para esse último critério, odos espigões. Em seu diário, no dia 4 de outubro, Custódio assinala: “o caminho épelos espigões”. Isso pode ser comprovado pelos mapas com curvas de nível utilizadose através dos trabalhos de campo feitos para a presente pesquisa, percorrendo todoo caminho, em trechos sem dúvidas com automóvel, e, nos mais intrincados, a pé,efetuando medições com bússola e podômetro para avaliar as distâncias e procurandoencontrar pontos de sincronia, como o riacho da esquina do Botequim, hoje canalizado em parte, mas em parte correndo a céu aberto. Também se comprovam os espigões pelas hachuras que representam barrancos, presentes nesses borrões. Nas figuras seguintes (15 a 18), apresenta-se um trecho ilustrativo, comentado a seguir. (Página 26)
Nesse mapa, de 1804 (c), baseado no de Custódio, vê-se na esquerda um caminho em amarelo formando um triângulo. O vértice mais ocidental corresponde à fazenda de Araçariguama onde a tropa de José Custódio em 4 de outubro de 1774 pernoitou, junto à capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, instituída pelo padre Guilherme Pompeu de Almeida. Para isso, foi necessário abandonar o caminho principal, que segue direto, e retomá-lo pelo terceiro lado, no dia seguinte. Uma informação interessante que dá seu autor é que esse caminho amarelo vinha sendo utilizado faz mais de 200 anos, ou seja, desde 1604, primórdios da colonização da região de Itu.
O que interessa particularmente é a bifurcação que vem logo a seguir: avariante da esquerda corresponde ao caminho por espigão por cima do morrodo Putribu e a da direita ao caminho que margeia o rio Tietê. José Custódio, emsua viagem, tomou a variante da direita. Qual foi o critério para escolher umaou outra? O espigão corresponde a uma variante mais curta, mas com grandedesnível; a opção pela beira do rio é mais comprida, mas praticamente plana.Isso fica mais claro no mapa da CGG de 1901 (figura 16). (Página 27)
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente pesquisa permitiu aprofundar no estudo do Diário de José Custódio de Sá e Faria, em seu primeiro trecho, analisando textos originais e diferentes versões (ver apêndice). Os dados de azimute e tempo, conversível em distância, presentes nos borrões permitiram, em combinação com mapas antigos e alguns critérios (pontos de injunção, toponímia, espigões e outros), determinar as ruas atuais por onde passava esse caminho que, segundo as informações do mapa de Policarpo, remonta a 1604, ou seja, aos primórdios da colonização da região de Itu (Pirapitingui). O estudo mostrou que os caminhos presentes no mapa da CGG, existentes para a quase totalidade da região ocupada do Estado de São Paulo em inícios do século XX, coincidindo, em grande medida, com a poligonal de Custódio, refletem bem a situação dos caminhos antigos e podem ser a base inicial para estudos desse tipo. Essa metodologia de trabalho pode ser aplicada a outros casos, coisa que se torna particularmente interessante em um momento em que os órgãos responsáveis pelo patrimônio realizam tombamentos de caminhos.
APÊNDICE DOCUMENTAL COMENTADONeste apêndice transcrevemos os dizeres dos cinco mapas de José Custódioutilizados na pesquisa e fazemos comentários para sua melhor compreensão.Comentamos também outras versões do mesmo diário e dos mapas e listamosdocumentos complementares de interesse direto.TRANSCRIÇÃO DOS DIZERES DOS BORRÕES DO DIÁRIONa transcrição dos textos seguimos os princípios de: a) modernizaçãoortográfica e inserção de vírgulas e pontos; o leitor poderá correlacionarfacilmente a grafia antiga com a moderna; b) de colocar as abreviaturas porextenso, para facilitar a leitura; e c) em trechos mais longos, indicar a mudançade linha no original pelo sinal /.Fazemos a transcrição página por página, indicando o texto principal, queexiste em quase todas, a seguir os topônimos colocados ao longo do caminho ou nassuas proximidades, obedecendo a sequência com que aparecem no caminhamento. (Página 31)
Cruzaram também o riacho Putribu, pouco distante da sede da fazenda de mesmo nome. Em 21 de abril de 1660, nessa fazenda de Manuel Bicudo Bejarano, compareceram o tabelião de Santana de Parnaíba para registrar que Baltazar Fernandes doava aos beneditinos de Parnaíba a capela de Nossa Senhora da Ponte. Esse ato, presentes as partes interessadas, deu origem à cidade de Sorocaba.
– As Serra Altas correspondem à atual Serra do Guaxatuba (ou do Piraí), asudoeste do município de Cabreúva (ver imagem abaixo).– O desenho de Custódio mostra: (a) Cachoeiras (que na verdade sãocorredeiras); (b) ilhas; e depois (c) um ponto onde o caminho segue reto, com rumoaproximado noroeste, e o Tietê afasta-se da estrada em direção ao norte. Essaestrada corresponde a um trecho da estrada Municipal do Pau d’Alho (Itu 030).D) Página 4Texto principalDia 5 de outubro [de] 1774Saímos de Araçariguama às 9 horas e 28 [minutos] / e marchamos até a vilade Itu, aonde chegamos / às 5 horas da tarde, e nos foi encontrar no / caminho oAlferes Felipe Freire com um pique / te de cavalaria auxiliar e algumas pessoas /principais da vila e em duas casas de fronte / da cadeia nos aquartelamos, as quaishavia / mandado por aprontar o senhor General. Mar / chamos neste dia 7 léguas.Topônimos no caminhamento– Serrania ao longe, distâncias de ¼ e ½ légua– Principia a picada– Acaba a picada– Terrenos mui dobrados – Engenho do doutor Antônio José de Sousa, 1/8 [de légua, na direção] N – Pirapitingui (riacho) – Vila de Itu [com o símbolo de círculo e cruz] (Página 37)
“Peabiru” de Hernâni Donato do IHGSP Data: 01/10/1971 Página 12
ID: 5830
EMERSON
01/01/2020 ANO:285
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foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]