1 de maio de 2018, terça-feira Atualizado em 24/10/2025 02:17:55
•
•
•
Fontes (0)
Lendo, com bom senso e critério comparativo, Gilberto Leite de Barros (GLB), Alcântara Machado (AM), Vianna Moog (VM), Nelson Omegna (NO), Eduardo Bueno (EB), Cândido Mendes (CM), Carlos da Silveira (CS) e Francisco de Assis Carvalho Franco (CF), Caio Prado Jr., Revista Genealógica Latina nº 6 do Instituto Genealógico Brasileiro (RGL-nº-6-IGB) e, apenas registrando o que eles informam, se obtém uma realidade muitíssimo diferente do conceito habitualmente difundido que "empresta à sociedade paulista dos dois primeiros séculos o luzimento e o donaire de um salão de Versalhes com homens muito grossos de haveres e muito finos de maneiras, opulentos e cultos, vivendo a lei da nobreza numa atmosfera de elegância e fausto" como descreve Oliveira Viana (OV) a São Paulo dos séculos XVI, XVII e XVIII. Para Alcântara Machado, "só a fantasia delirante de um deus seria capaz desse disparate esplêndido".Sem dúvida, os números da economia brasileira nos Sec XVI/XVII, fazem com que as descrições do Brasil de Alcântara Machado sejam muito mais realistas do que os delírios de Oliveira Viana.Abaixo temos uma resenha de todos esses livros para informar/orientar quem tem um real interesse histórico e capacidade de raciocínio comparativo e, alem disso, é atilado, perspicaz e conciso, para apreender/aprender a verdade histórica enquadrando-a nas reais circunstâncias geográficas, econômicas e sociais da época, sem fantasias delirantes que possam romantizar a dura realidade sobre a maneira de contar o começo de São Paulo. Sem dúvida há que se destacar a bravura, a coragem, o destemor e a tenacidade dos portugueses que para cá vieram, uma vez que as condições da viagem eram abaixo de crítica e havia um perigo real de morte com os barcos super incômodos e com as técnicas marítimas primárias que não davam nenhuma segurança, nem quanto ao tempo de viagem, nem quanto à certeza de chegar ao Brasil e, alem do mais, as condições cá na terra, com índios hostis, doenças tropicais que eram uma prova diária de sobrevivência para os que aqui chegavam para viver. Esta deve ser a abordagem historicamente mais correta, mais inteligente e, sem dúvida, mais honesta ao se descrever o selvagem e arriscado cenário inicial para os moradores de nosso Brasil nos 3 séculos iniciais, sem forçar uma gênese de pura e sofisticada nobreza como foi enfatizado.Caio Prado Jr. primeiro grande intelectual marxista brasileiro, soube aplicar o materialismo histórico para pensar o Brasil sem transformá-lo em uma camisa-de-força teórico-ideológica, mas usando-o de forma criativa como um método crítico, aberto e dialético e sua análise da natureza da colonização brasileira diz que, foi uma colonização de exploração mercantil em vez de uma colonização de povoamento como ocorreu no Nordeste dos Estados Unidos, é uma das análises mais esclarecedoras do Brasil e dos fundamentos do seu atraso econômico. Caio Prado estabelece a diferença entre as colônias de povoamento, como a dos EUA, que reconstituem no Novo Mundo uma sociedade à semelhança do modelo europeu, e as colônias tropicais, como a do Brasil, onde surgirá uma sociedade original. Ele explica: A colonização dos trópicos toma o aspecto de uma vasta empresa comercial destinada a explorar os recursos naturais de um território virgem em proveito do comércio europeu. É este o verdadeiro sentido da colonização portuguesa. Seu livro, Formação do Brasil Contemporâneo, colocou Caio Prado ao lado de Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre como um dos grandes intérpretes do Brasil. Tornou-se um clássico, no sentido de obra que ainda é viva e que, portanto, dialoga com historiadores contemporâneos.Nota: Caio Prado Jr. reconhecia que a monarquia, durante os anos de Império, garantiu a unidade e a estabilidade do Brasil, sempre apoiada na aristocracia rural (Oliveira Vianna) que continha em seus quadros o que havia de mais culto no Brasil e evitou exemplarmente a desordem completa de nossos vizinhos sul-americanos, vivendo sob ditadura ou desenfreada demagogia.Vianna Moog de maneira crua e lapidar assim coloca: os portugueses que vieram ter primeiro às terras de Santa Cruz, vinham sem a mulher, sem os filhos e sem os haveres, traziam já os olhos demasiadamente dilatados pela cobiça, eram conquistadores não colonizadores e ninguém embarcava para o Brasil senão com o pensamento de enriquecer depressa e voltar mais depressa ainda, havia um sentido predatório, extrativista na formação brasileira e os bandeirantes iam e tornavam não se fixavam nunca nos territórios percorridos, antes despovoavam que povoavam trazendo índios dos lugares que habitavam, causando sua morte em grande número ora com maus tratos ora pelas doenças e epidemias que disseminavam entre os índios. Em sua sede de ouro, eram completamente desprevenidos de virtudes econômicas, espírito público e vontade de autodeterminação política. Não havia mundo menos moral que a bandeira. Para começar o seu móvel principal, senão único, era a cobiça. Cobiça e luxúria, caça ao índio e à fêmea e imperava unicamente a lei do mais forte, o princípio da autoridade, bem ilustrada por Fernão Dias Pais mandando matar o filho mestiço por insubordinação. Até meados do séc. XVII e começo do séc. XVIII o termo brasileiro como expressão e afirmação de uma nacionalidade, era praticamente inexistente. Os filhos de portugueses nascidos no Brasil eram os mazonbos, categoria social à parte a que ninguém queria pertencer, tanto é que o filho do reinol não vacilava em reivindicar o nascimento no Reino, amparando-o em nobres ancestralidades. Fato sintomático entre os 4 primeiros povoadores brancos, dois eram degredados. Mas, terra para explorar ou refúgio de trânsfugas e fugitivos o Brasil não passava de intermezzo de aventuras, para os donatários, para os governadores-gerais e para a corte de D. João VI.1º) O que era Piratininga, depois São Paulo, não passa de um lugarejo humilde habitado por um Bandeirante, pobre e analfabeto e grosseiro de modos e de haveres parcos, vivendo quase na indigência (AM). Em 1606 tinha 190 moradores (GLB) e não passa por longos anos, de miserável aldeia (AM), pois não interessava à Coroa Portuguesa a expansão da agricultura em regiões longínquas do litoral. D. João III dificultou a entrada no campo, reservando-o para o tempo futuro quando estivesse cheia e bem cultivada a terra vizinha aos portos, nos dois primeiros séculos, (GLB) a intenção era consolidar o litoral para protegê-lo dos ataques externos, principalmente de franceses e holandeses. Com a corrida para as minas de ouro em 1748 a capitania de São Paulo, praticamente acaba com o êxodo que acontece e entra em brutal decadência só vindo a ser restaurada em 1765, graças ao açúcar e às tropas de mulas que eram a companhias de transporte da época.Nos 3 séculos iniciais do país, XVI/XVII/XVIII, a única riqueza de São Paulo era o tráfico de escravos índios, pois era uma vila miserável que sobrevivia à margem da civilização, totalmente isolada pela difícil situação geográfica por conta de uma serra quase intransponível e só em 1792 tem o acesso melhorado com a construção da calçada de Lorena, alargada e pavimentada, que foi assim descrita: uma ladeira espaçosa que permite subir com pouca fatiga e se descer com segurança (Frei Gaspar), porém era interrompida no trecho de Cubatão até Santos que continuou a ser feito por canoas até 1827Quando a Inquisição inicia a perseguição aos judeus no Brasil o mameluco de Santo André ameaça: "acabarei com a Inquisição a frechadas". Os fatos se incumbem de demonstrar aos descendentes de João Ramalho que a fera não se deixa matar tão facilmente, (AM), João Ramalho era um judeu sefaradim.
Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII Data: 01/01/2013 Créditos/Fonte: SCHUNK, Rafael Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2013. (Coleção PROPG Digital - UNESP). ISBN 9788579834301 página 181
ID: 5979
EMERSON
01/05/2018 ANO:225
testando base
Sobre o Brasilbook.com.br
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]