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Jornal do Brasil

    8 de fevereiro de 1930, sábado
    Atualizado em 06/12/2025 18:24:41



Fontes (0)


Nos artigos publicados no "Jornal do Commercio", em resposta ao meu livro "Pernambuco e o São Francisco", leio o seguinte:

"O rio de S. Francisco limitava ao norte a Capitania da Bahia, que ao oeste fronteirava com o Piauhy" - dizia ainda em 1802 o professor Luiz dos Santos Vilhena, nas suas Cartas Soteropolitanas. Assim escreve o sr. Pedro Calmon, que acrescenta:

"Não há melhor argumento do que essa vizinhança do Piauhy a corroborar a tese da erronia geográfica sobre a verdadeira orientação do rio, nos séculos 17 e 18, e a confirmar a convicção histórica desse direito, criado pela ocupação, enraizado com a economia, desdobrado com o povoamento e consolidado com a conquista."

O Sr. Pedro Calmon indica o lugar em que encontrou a frase: - "Página 604, vol. II das Cartas Soteropolitanas, edição de Braz do Amaral". Não se acha nessa página a referência, se o autor se reporta à edição de 1921 (Bahia, Imprensa Official do Estado).

Á página 591, porém, Vilhena escreveu:

"Pelo Poente, divide com as capitanias do Piauhy e de Pernambuco pelo grande rio de S. Francisco". Mas é de advertir que se referia a comarca de Jacobina, que naquele ano tinha realmente as suas fronteiras ao Piauhy, pela subordinação em que lhe ficára o termo da vila da Barra, desde 1753.

Mesmo assim, é indubitável que Vilhena não possuía ideias muito precisas a respeito dessas regiões, sem que se possa acompanhar o Sr. Pedro Calmon, que dai conclui uma "erronia geográfica sobre a verdadeira orientação do rio". Seria inacreditável que o autor das "Cartas Soteropolitanas" ignorasse a orientação do São Francisco para o Sul, quando nos dá as latitudes do território mineiro. Se ele indicava a barra do S. Francisco a "10 graus e minutos de latitude" e o apontava em latitudes mais altas, a cerca do 14 grau para a confluência do Carinhanba e dentro território de Minas, como pretender que ignorasse a orientação do S. Francisco para o Sul? Como admitir semelhante desconhecimento depois do período da mineração?

O que Vilhena ignorava não era o traçado do S. Francisco para o Sul e sim o que havia do outro lado do rio, na margem pernambucana. As suas confusões e erros vem dessa causa. Apresenta o rio Grande entrando por leste no S. Francisco: o rio Preto afigura-se-lhe um afluente do rio Verde, na fronteira de Minas Gerais; parece acreditar que o Paramirim e o Carinhanba entravam pela margem esquerda, uma vez que o Rio Grande entrava por leste, o que não o impedia de mostrarmos o Carinhanba como saído das serras dos Montes Altos; não menciona o rio Corrente; sob o nome de "sertões do S. Francisco" não inclui senão a margem direita; indicava do outro lado apenas a freguesia de São Francisco das Chagas, na barra do Rio Grande, com 200 fogos e 2.025 almas, quando estatística anterior e de origem pernambucana lhe dava, em 1782, 592 fogos e 4.873 almas, de acordo com a relação dos párocos. A esse tempo em que Vilhena escrevia já se encontrava ali a freguesia de Campo Largo, com 380 fogos e 1.637 almas, segundo a "Idem da população. Já Capitania de Pernambuco desde 1774". Existia também a freguesia de Pilão Arcado, com 419 fogos, 1.805 almas, 3 igrejas filiais e 35 fazendas.

Não é expressiva a ignorância? Não é prova de que as relações deviam ser muito mais importantes com as autoridades pernambucanas? Três anos depois de incorporada a vila de Barra á comarca de Jacobina, o governo bahiano esquecia a câmara daquela vila na relação dos donativos para a reconstrução de Lisboa;

(...) Vejamos agora se eu fui apressado na indicação do momento em que o São Francisco se tornou conhecido. No meu livro "Pernambuco e o S. Francisco", escrevi, referindo-se á ratificação da carta de Duarte Coelho em 1602 e 1627 que "em 1603 ou 1627 já não se pode alegar existisse ignorância quanto ao curso do S. Francisco". O Sr. Pedro Calmon entende que eu antecipei exageradamente a época do conhecimento do rio.

(...) Não compreendo como um leitor de História possa escrever que até os fins do século XVII "sempre se julgara que o rio S. Francisco corresse em linha reta ao interior para o mar, seguindo o paralelo". Bastava que o Sr. Pedro Calmon se lembrasse dos mapas de Bartholomeu Velho, em 1561, e o de Van Doegt, citado por ele próprio noutra passagem, e de Van Langerer, em 1596, o de Nicolas Sanson d´Abbeville em 1650, para que o advérbio sempre tomasse o sentido de um grave erro de História.

Não me parece mesmo que se tenha feito o uso de apresentar o S. Francisco seguindo em linha reta para Oeste. Preferia-se limitar o traçado do rio á região mais ou menos explorada. Num período de quatro (ilegível), entre 1550 e 1570, fase importante sob esse aspecto, encontraríamos dentro dessa tendência as cartas de Pierre Descellera (1558), Lazaro Luis (1563), Diogo Homem

(...) Em primeiro lugar, havia a expedição de Espinosa, que chegára ao S. Francisco dentro do atual território de Minas Gerais, nas proximidades do Jequitahy, a cerca de 17 graus de latitude meridional; havia também a viagem de André de Leão, em que o roteiro de Glimmer nos permite acreditar que o curso do S. Francisco se apresentara aos sertanistas nas imediações do 20 grau de latitude. E Belchior Dias Moréa? E as informações do gentio? E as entradas que de lugares diferentes se deixaram atrair pelo mistério e pelas riquezas do sertão?

Pode-se considerar como resultado desse conhecimento a preferência pelo litoral do Sul, nas entradas que visavam as minas fabulosas do alto S. Francisco. É o ciclo de Porto Seguro, de Ilhéus e do Espírito Santo, como ponto de partida de entradas. E talvez se pudesse ver também uma inspiração da mesma ordem na ida de D. Francisco de Souza para São Paulo, centro escolhido para a sua atividade exploradora.

Esses fatos autorizavam perfeitamente a minha frase. O que pareceria pueril, entretanto, seria o esforço para recuar o conhecimento dessa orientação do S. Francisco até o século XIX por se não saber precisamente de suas nascentes; como seria ridículo demoral-o até Halfeld pela ausência de observações perfeitas de suas distâncias, ou até os sábios que venham ainda determinar peculiaridades da flora ou da fauna de suas ribeiras.

O que interessava a nosso debate era apenas saber se se encontrara no Sul o traçado do S. Francisco. Para isso, além das circunstâncias mencionadas, teria mesmo o parecer de uma autoridade insuspeita á Bahia, o erudito Sr. Theodoro Sampaio, a quem se deve o respeito que os sábios merecem. No seu estudo sobre a expedição de Knivet, ele proclama que das entradas do tempo "colheu-se para a geografia uma noção mais perfeita do curso superior do rio São Francisco, a linha mais funda das que se atingiram, no sertão, no século XVI".



São Paulo/SP
Vitória/ES
Teodoro Fernandes Sampaio
75 anos
Sabarabuçu
Ouro
Gentios
Geografia e Mapas
Habitantes
Lisboa/POR
Anthony Knivet
1560-1649
Barbosa Lima Sobrinho
33 anos
Belchior Dias Moréia
1540-1619
Capitania da Bahia
Capitania de Pernambuco
Francisco de Sousa
1540-1611
André de Leão
Jacobina/BA
Wilhelm Jostten Glimmer
1580-1626
Pedro Calmon Moniz de Bittencourt
28 anos
Porto Seguro/BA
Rio São Francisco
São Francisco de Chagas/BA
Ilhéus/BA
Pierre Desceliers



Jornal do Brasil
Data: 08/02/1930
Página 6


ID: 11230



EMERSON


08/02/1930
ANO:110
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]