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Acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho

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Acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho

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Acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho


MAI.
23
HOJE NA HISTóRIA
83
23 de maio de 1610, domingo
31/08/2025 03:16:00
•  Fontes (1)
  
  


Em 23 de maio de 1610, há o registro de uma ata que trata de um acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho, com uma descrição bastante minuciosa sobre o material que deveria ser empregado, sobre os dados “arquitetônicos” como altura, largura, prazos de entrega e os valores que deveriam ser pagos pelo trabalho, incluindo as multaspelo não cumprimento do acordo. E mais uma vez surge a informação da possível existência defornos na Vila:que fizese o pelourinho desta vila na forma e manrª seguinte de tijolo cozido ebaro e baro de doze peis em quadra e de tres degraos de alto com degraos depalmo e meo e de fazer o que for necesario pª que fique bem feito e composto eproporsionado e de altura de vimte e dous palmos do degrao pª sima e degrousura de quatro palmos por cada fase o que tudo se obriga a fazer por preso ecõtia de seis mil rs.

  1ª fonte  
  Data: 2016

“O Barro cinzento paulista”. Edileine Carvalho Vieira


Em 23 de maio de 1610, há o registro de uma ata que trata de um acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho, com uma descrição bastante minuciosa sobre o material que deveria ser empregado, sobre os dados “arquitetônicos” como altura, largura, prazos de entrega e os valores que deveriam ser pagos pelo trabalho, incluindo as multas pelo não cumprimento do acordo. E mais uma vez surge a informação da possível existência de fornos na Vila:

que fizese o pelourinho desta vila na forma e manrª seguinte de tijolo cozido e baro e baro de doze peis em quadra e de tres degraos de alto com degraos de palmo e meo e de fazer o que for necesario pª que fique bem feito e composto e proporsionado e de altura de vimte e dous palmos do degrao pª sima e de grousura de quatro palmos por cada fase o que tudo se obriga a fazer por preso e cõtia de seis mil rs.
[24077]





  1ª fonte  
  Data: 2016

“O Barro cinzento paulista”. Edileine Carvalho Vieira


Em 23 de maio de 1610, há o registro de uma ata que trata de um acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho, com uma descrição bastante minuciosa sobre o material que deveria ser empregado, sobre os dados “arquitetônicos” como altura, largura, prazos de entrega e os valores que deveriam ser pagos pelo trabalho, incluindo as multas pelo não cumprimento do acordo. E mais uma vez surge a informação da possível existência de fornos na Vila:

que fizese o pelourinho desta vila na forma e manrª seguinte de tijolo cozido e baro e baro de doze peis em quadra e de tres degraos de alto com degraos de palmo e meo e de fazer o que for necesario pª que fique bem feito e composto e proporsionado e de altura de vimte e dous palmos do degrao pª sima e de grousura de quatro palmos por cada fase o que tudo se obriga a fazer por preso e cõtia de seis mil rs.
[24077]



len:24076
20-22/10/2023 06:50:16
EMERSON


23/05/1610
ANO:96
  testando base


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