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Antonio Knivet esteve na aldeia dos Tamoios em aproximadamente 1598
1589, domingo ver ano
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Existem outros registros de índios no local, conforme explica Cassalho,38descrevendo a história do pirata inglês Antonio Knivet, que esteve na aldeia dosTamoios em aproximadamente 1598, nas imediações ou confluência do Rio Jaguaricom o rio do Peixe (maior afluente da margem esquerda do Jaguari), próximo aolocal onde hoje está Igaratá.





 Fontes (1)

 1° fonte/2024   

OS MARCOS GEOGRÁFICOS COMO REFERÊNCIAS NA OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO PAULISTA. O caso do morro do Lopo e os núcleos urbanos no “Caminho de Atibaia”, no século XVII. Ana Villanueva (data da consulta)
Data: 2024

Os índios guarulhos chamavam este local de “ty-baia”, que significava “manancial saudável”. Existem outros registros de índios no local, conforme explica Cassalho, descrevendo a história do pirata inglês Antonio Knivet, que esteve na aldeia dos Tamoios em aproximadamente 1598, nas imediações ou confluência do Rio Jaguari com o rio do Peixe (maior afluente da margem esquerda do Jaguari), próximo ao local onde hoje está Igaratá.

Knivet fazia parte da expedição do famoso pirata Cavendish, e escreveu a história de sua viagem que foi publicada em inglês no início do século XVIII. Foi náufrago e prisioneiro de Salvador Correa de Sá. Antonio Knivet integrou a bandeira de Martim de Sá, saindo do Rio de Janeiro em 1597, passando por Parati, Ubatuba, até o planalto. Ficaram aproximadamente um mês nas proximidades de São José dos Campos.

A situação era de fome, pois nas aldeias só havia batata, e já haviam morrido 180 homens. A desordem e a indisciplina completaram o desastre. Nas margens do Jaguary dispersou-se a expedição e por outros trilhos começou a viagem de regresso. Antonio Knivet relatou sua viagem dizendo que desceu por uma semana o rio Jaguari com bandeirantes que procuravam seus inimigos Tamoios. A partir daí caminharam rumo sudoeste:

(...) fomos ter a uma montanha grande e selvagem e chegamos a um lugar cujo solo seco e de uma cor escura, crespo de colinas e penhascos, onde vários ribeiros tinham ai suas origens.

A montanha era o morro do Lopo e, conforme Teodoro Sampaio, o rio seria o Guaripocaba de Bragança Paulista. [Página 10]

Nos relatos de Knivet, este diz que permaneceu entre os canibais tamoios por um ano e onze meses, e ficou vivo porque os índios acreditavam que ele era francês. Como os tamoios eram aliados dos franceses contra os portugueses, devoraram apenas os bandeirantes. Além disso, Knivet ajudou os tamoios contra a tribo dos temiminós.

Na região entre Camanducaia, Itapeva, Extrema, Joanópolis, Vargem, Piracaia, Bom Jesus, Nazaré, Igaratá, São José dos Campos e região, peregrinavam então os índios Tamoios, Temiminós e os Tupiniquins.




[4221] OS MARCOS GEOGRÁFICOS COMO REFERÊNCIAS NA OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO PAULISTA. O caso do morro do Lopo e os núcleos urbanos no “Caminho de Atibaia”, no século XVII. Ana Villanueva (data da consulta)
01/03/2024


Vista aérea da região central de Sorocaba/SP
1955, atualizado em 25/03/2026 08:01:03
Créditos/fonte: Jornal Ipanema
  
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Povos indígenas no Brasil em 1500
21/04/2023, atualizado em 18/02/2026 00:46:11
Créditos/fonte: Dicas Mágicas de Estudo
  
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Brasilia et Peruvia
01/01/1593, atualizado em 18/02/2026 01:14:45
Créditos/fonte: G. & C. De Jode
  
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EMERSON
2795
Anthony Knivet
1560-1649
60 registros

10641
Sorocaba/SP
11751 registros

10725
Bragança Paulista/SP
17 registros

10766
Atibaia/SP
53 registros

10752
Guarulhos/SP
68 registros

1662
Teodoro Fernandes Sampaio
1855-1937
71 registros



ANO:59
1589, domingo
Antonio Knivet esteve na aldeia dos Tamoios em aproximadamente 1598

tipo: c
1599, sexta-feira
Gusman acompanhou Francés de Beaumont y Navarra
15 de outubro de 1599, sexta-feira
D. Francisco nomeia Antonio de Proença capitão da gente a cavalo na vila e nas entrada ...
  


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