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MAR.
30
HOJE NA HISTóRIA
57
30 de março de 1575, domingo
03/11/2025 22:39:09
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•  Fontes (1)
  
  
  


nesta vila de São Paulo nas casas da morada de Francisco Piz onde pousa o vereador Antonio Cubas estando presentes com seu parceiro Antonio Bicudo e Antonio Preto juiz ordinário e com "jmo." fiz procurador do conselho para fazerem e acordarem coisas da câmara para bem do povo mandarem a requerimento do procurador do conselho "jmo." fiz que fosse apregoado que toda a pessoa morador nesta vila


Atas da Câmara da cidade de São Paulo
Data: 30/03/1575
página 71 e 72


ID: 5774




 Fontes (1)

 1° fonte/2003   

Marcos Fernandes, pouco depois da morte do pai, obteve chãos em São Paulo, no caminho da Cruz, de parceria com Baltazar Gonçalves e Brás Gonçalves, todos ditos “irmãos”
Data: 2003

O Peabiru não era, porém, o “caminho do mar” da população da vila, mas o caminho do interior; há entre os dois uma relação disjuntiva de oposição geográfica, e não de oposição semântica. O caminho do mar era concreto, com usuários conhecidos, constantemente feito e refeito pela mão-de-obra de terra; de sua conservação dependiam as trocas comerciais entre São Paulo e o litoral. Era o caminho quinhentista por excelência, mas, à medida que outros núcleos periféricos à vila iam surgindo ou se alastrando por pontos distantes, novos caminhos começam a se impor à população, como os caminhos de Birapoera ou Virapoeira (atual Ibirapuera), descrito nas Atas desde 1575; Piquiri, Ambuaçava, Pinheiros, Ipiranga (variante do “caminho do mar”), Samambaitiva, Tejuguassu, Guarepe (desaparecido).




[21448] Marcos Fernandes, pouco depois da morte do pai, obteve chãos em São Paulo, no caminho da Cruz, de parceria com Baltazar Gonçalves e Brás Gonçalves, todos ditos “irmãos”
01/02/2003





 Fontes (1)

 1° fonte/2003   

Marcos Fernandes, pouco depois da morte do pai, obteve chãos em São Paulo, no caminho da Cruz, de parceria com Baltazar Gonçalves e Brás Gonçalves, todos ditos “irmãos”
Data: 2003

O Peabiru não era, porém, o “caminho do mar” da população da vila, mas o caminho do interior; há entre os dois uma relação disjuntiva de oposição geográfica, e não de oposição semântica. O caminho do mar era concreto, com usuários conhecidos, constantemente feito e refeito pela mão-de-obra de terra; de sua conservação dependiam as trocas comerciais entre São Paulo e o litoral. Era o caminho quinhentista por excelência, mas, à medida que outros núcleos periféricos à vila iam surgindo ou se alastrando por pontos distantes, novos caminhos começam a se impor à população, como os caminhos de Birapoera ou Virapoeira (atual Ibirapuera), descrito nas Atas desde 1575; Piquiri, Ambuaçava, Pinheiros, Ipiranga (variante do “caminho do mar”), Samambaitiva, Tejuguassu, Guarepe (desaparecido).




[21448] Marcos Fernandes, pouco depois da morte do pai, obteve chãos em São Paulo, no caminho da Cruz, de parceria com Baltazar Gonçalves e Brás Gonçalves, todos ditos “irmãos”
01/02/2003


len:23257
20-01/02/2024 01:16:37
EMERSON


30/03/1575
ANO:48
  testando base


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