Góis sofreu diversas dificuldades incluindo problemas com a Capitania vizinha de Espírito Santo onde expedições foram enviadas ao seu território para a captura de indígenas, o que gerou reações negativas dos nativos
26 de março de 1539, domingo Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
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HOJE NA;HISTóRIA
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Góis partiu de Lisboa, desembarcando no Brasil em 1538, fundou a Vila da Rainha (atualmente em São Francisco de Itabapoana) no ano seguinte e desde o início sofreu diversas dificuldades incluindo problemas com a Capitania vizinha de Espírito Santo onde expedições foram enviadas ao seu território para a captura de indígenas, o que gerou reações negativas dos nativos.Em seu território começou uma plantação de cana-de-açúcar que trouxera da Capitania de São Vicente, Pero voltou a Portugal para buscar ferramentas para a construção de engenhos porém ao voltar encontrou a Capitania abandonada devido a conflitos com tribos indígenas hostis como os Goitacases e os Puris. [1]
O historiador campista Augusto de Carvalho, em obra do ano de1888, revela que Pero de Góis, retornando de Portugal, chegou à região norte- fluminenseinvestido na dignidade de donatário (de São Tomé) pelos fins do ano de1538, mais ou menos, pois que o acordo de se dividirem pelo rio Tapemery,feito entre ele e seu vizinho Vasco Fernandes Coutinho é datado de 26 demarço de 1539. Acompanhado de muitos casais, e bem provido de armas ede todas as mais prevenções exigidas em tais empresas, chegou aos seusdomínios; e depois de uma ligeira inspeção local, elegeu para seu ancoradouro a enseada do Retiro, poucas braças ao sul da barra do rio Managé,como então se chamava o rio conhecido por Camaquana ou Cabapoana, emais tarde por Itabapoana, - nome que ainda hoje conserva. Aí, assomandoà terra, no sítio que ainda agora se conhece pela designação de Barreirasdo Retiro, lançou os primeiros lineamentos da nova povoação, começandopor erigir uma capelinha, sob a invocação de Santa Catarina. A esse toscodesenho chamava pomposamente o donatário – Vila da Rainha... [2]Seu irmão, Luís de Góis que morou alguns anos na capitania vizinha de São Vicente, foi o primeiro a levar tabaco à Europa.No ano de 1554 durante a Guerra de Iguape liderou uma força portuguesa contra o Entrincheiramento de Iguape estabelecido pelos espanhóis de Ruy Garcia de Moschera, suas forças foram derrotadas e ele foi ferido gravemente, vítima de um tiro de arcabuz, a derrota levou ao ataque e saque da cidade de São Vicente.Outro importante estudioso da história do norte fluminense, AlbertoRibeiro Lamego, em O homem e o brejo, comenta que a Pero de Góis foidoada a capitania de São Tomé no ano de 1538, tendo na barra de Itabapoanaplantado as primeiras mudas de cana-de-açúcar, construído o primeiro engenho da região, além do que fez erigir a casa da Câmara e fundado a Vila daRainha.Apesar da precisão relativa, por parte de Lamego, do local do povoamento e que nos faz acreditar que tenha sido efetivamente nessa região, nãotemos, porém, nenhuma informação documental que comprove a construçãode uma Câmara naquela oportunidade, ainda que aos donatários fosse assegurada a prerrogativa de fundar vereanças com os “homens bons” da localidade.Aires de Casal em sua Corografia Brasílica, obra cuja primeira edição é do início do século XIX, informa que Pero de Góis edificou seu enge-96 Controvérsias sobre os primeiros tempos da Capitania de São Tomé ou da Paraíba do Sulnho “junto à extremidade de uma baía no lado meridional do Cabapuana.”(CASAL 1976, 203)Carlos Malheiros Dias, escrevendo sobre a Capitania da Paraíba doSul ou São Tomé, em sua monumental obra História da colonização portuguesa do Brasil, editada em 1924 na cidade do Porto, por ocasião das comemorações do centenário da independência do Brasil, preocupava-se com asdiversas interpretações para o início do povoamento naquela capitania:querem alguns historiadores (Augusto de Carvalho e Aires de Casal) quePero de Góis, fundeando na enseada do Retiro, nas cercanias do rio Manajé (Itabapoana), ali tenha fundado a sua vila no alto das barreiras, aindahoje conhecidas por aquele nome da enseada, e erigido uma capela sob ainvocação de Santa Catarina. Outros (Gabriel Soares de Sousa) pretendemque a vila da Rainha ficava na margem do Paraíba, aproximadamente nolocal em que veio a fundar-se a vila, hoje cidade, de Campos. (DIAS 1924,238)Diz ainda o mesmo Dias que “nenhuma das duas hipóteses é pararejeitar” (id.) e adiante acrescenta que “é provável que, antes de decidir-sepelo local onde veio a fundar a maior plantação de canaviais, tenha assentado arraiais em mais de um ponto do litoral.” (id.) E, sem muita convicção,diz que “pode admitir-se que, chegando à sua donatária em 1537 ou 1538,tenha desembarcado na enseada do Retiro, acampando nas proximidades.”(id.)Diante desses entendimentos, muitos deles desencontrados, outrosconcordantes em parte, vejamos o que se consagra, definitivamente, para osprimeiros momentos da região norte fluminense, quando ali, pioneiramente,Pero de Góis lançou os fundamentos do povoamento da Capitania de SãoTomé.Após ter recebido a valiosa doação, depois de longos e custosos preparativos necessários à viagem e expedição, de natureza tão incerta naquelaépoca, partiu Pero de Góis do porto de Lisboa, chegando aos seus domíniosno Brasil pelos fins de 1538, na enseada do Retiro, “não muitas braças aosul da barra do Itabapoana, lugar elevado até à praia do mar, extremamente aprazível e de toda a costa da capitania o mais apropriado ao fim aque se propunha”. (MARTINS 1868, 41) Esta é a idéia que esposamos.Tomando posse de suas terras, o referido donatário procurou umaregião onde pudesse edificar habitação que o pusesse a salvo das intempéries Revista da ASBRAP nº 6 97e dos indígenas da região. Ao nascente arraial, deram os povoadores a denominação de Vila da Rainha, constituindo ele o marco inicial do povoamentoplantado em território do que viria a ser mais tarde o município de São Joãoda Barra, uma vez que dessa povoação redundou a Vila de Itabapoana, pertencente posteriormente a um dos distritos do citado município1.Tão cedo ficou organizado o aldeamento, Pero de Góis iniciou oplantio da cana-de-açúcar utilizando mudas que trouxera de São Vicente, dasfazendas de Martim Afonso de Souza e de sua própria. A plantação da canade-açúcar era uma exigência contida nos forais passados pela Coroa portuguesa aos donatários.João Oscar, um dos mais respeitados historiadores fluminenses daatualidade, esclarece queali, pioneiramente no solo fluminense, plantou o donatário as primeirasmudas de cana-de-açúcar, trazidas de sua fazenda Madre de Deus, em SãoVicente, e levantou engenhos movidos à água, nos quais pretendia produzirdentro de um ano 2.000 arrobas de açúcar. (OSCAR 1985, 39).Desejoso, porém, de aumentar as possibilidades de êxito de seu empreendimento, Pero de Góis retornou novamente ao reino, levado pela vontade de aí adquirir ferramentas e peças necessárias à construção de engenhos,com que fabricassem racionalmente o açúcar. Porém, ao regressar de Lisboa,encontrou a Capitania abandonada dadas as constantes investidas dos índiosgoitacazes e puris. Nem mesmo os esforços de seu filho, Luís de Góis, foramsuficientes para manter o empreendimento na região. [2]
foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]