Dr. Diogo de Toledo Lara Ordonhez. Nascido em 1752. Desembargador do paço; e conselheiro de fazenda: no Rio de Janeiro. Foi-lhe concedido, por despacho de 22 de Janeiro de 1820, o titulo de alcaide-mór da villa de Paranaguá. Em 1795, mereceu a honra de ser admittido sócio correspondente da Academia Real de Sciencias, de (*) Pedro Taques, Nohiliarchia Paulistana, na Revista do Instituto Histórico, Geographico e Ethnographico do Brazi XXXIY, parte primeira, 2. trimestre de 1871, pag. 169. (**) Todas estas irmãs moraram sempre juntas, na mesma casa; e eram conhecidas pelas moças e, depois, velhas da Casa Verde. — 439 — Lisboa. Eleito deputado por S. Paulo â assembléa constituinte do Brazil, 1823, não tomou assento. Fez doação á Santa Casa de Misericórdia de S. Paulo de uma fazenda que possuia á margem do Rio Pardo, próxima á então villa de Mogy-mirím. Essa fazenda, denominada Lambedor foi vendida; e seu producto applicado ás obras do hospital. Falleceu em 1826, no Rio de Janeiro. Solteiro. Sem geração.
Dr. Diogo de Toledo Lara Ordonhez. Nascido em 1752. Desembargador do paço; e conselheiro de fazenda: no Rio de Janeiro. Foi-lhe concedido, por despacho de 22 de Janeiro de 1820, o titulo de alcaide-mór da villa de Paranaguá. Em 1795, mereceu a honra de ser admittido sócio correspondente da Academia Real de Sciencias, de (*) Pedro Taques, Nohiliarchia Paulistana, na Revista do Instituto Histórico, Geographico e Ethnographico do Brazi XXXIY, parte primeira, 2. trimestre de 1871, pag. 169. (**) Todas estas irmãs moraram sempre juntas, na mesma casa; e eram conhecidas pelas moças e, depois, velhas da Casa Verde. — 439 — Lisboa. Eleito deputado por S. Paulo â assembléa constituinte do Brazil, 1823, não tomou assento. Fez doação á Santa Casa de Misericórdia de S. Paulo de uma fazenda que possuia á margem do Rio Pardo, próxima á então villa de Mogy-mirím. Essa fazenda, denominada Lambedor foi vendida; e seu producto applicado ás obras do hospital. Falleceu em 1826, no Rio de Janeiro. Solteiro. Sem geração.