Dom Francisco enviou Martim •dé •Sá em 1597 no rastrode.Diogo Soares. Em outubro de 1598, Sonhando atingir Sabarabuçú como que pela retaguarda,•e . aVantajando em demasiapequena mineração dos Sardinha; crendo fazer da capitania de• São Vicente um nôvo Perk • embarCóu.para o sul, comuma comitiva de soldados portuguêses e índios mansos parao transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, nãosem enviar antes, como administradOr das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila dé São Paulo em 13 de maiodaquele ano. [1]
Esta malograda tentativa foi seguida de outra, dirigida pelo capitão Diogo Gonçalves Laço que, vindo da Bahia para S. Paulo em 1598 acompanhado de Francisco de Proença, no posto de capitão das minas que em S. Paulo foram descobertas em 1507 pelos paulistas Affonso Saldinha e Clemente Alvares nas serras de Jaguamimbava, Jaraguá, Vuturuna ou Ibituruna e Biraçoiaba; daqui, com alguns companheiros, entre os quais o mesmo Francisco de Proença, fez nova entrada no sertão com o mesmo fim. Isto teve lugar nos 1.ºs. anos do século 17, sem que conseguissem o almejado fim. [www.geni.com/people/] [2]
1º fonte - 1915
Revista trimensal do Instituto Histórico, Geográphico e Etnográphico Brasileiro; Primeiro Congresso de História Nacional: Explorações Geográficas, Arqueológicas e Etnográficas
Informado, entretanto, d. Francisco de Sousa de que, nas proximidades de São Paulo haviam sido descobertas jazidas de ouro e de ferro, enviou, em 1598, a essas, minas, Diogo Gonçalves Laço, no posto de capitão, e ele próprio, em obediência a ordens régias, partiu, em 1599, para São Paulo, afim de visitar as minas de Ybiraçoyaba, descobertas por Afonso Sardinha e Clemente Alvarez, nas imediações de Sorocaba.
2º fonte - 1948
Alfredo Ellis Júnior (1896-1974); Meio Século de Bandeirismo, de Alfredo Ellis Jr.
Tudo no-lo fazia crer, e o ilustre homem de letras, que escreveu "Os Companheiros de Dom Francisco de Sousa", argumenta muito bem a esse respeito.
Dirijo, porém, do emérito historiador paulista, quando ele, à página 18 do seu magnífico trabalho, premiado pela benemérita Sociedade de Capistrano de Abreu, diz que:
"Já então bem informado das minas de ouro de lavagem e de ferro descobertas por Afonso Sardinha (o Moço), em São Paulo (1598), apressou Dom Francisco de Sousa a sua projetada viagem àquela capitania, enviando para ali, imediatamente, como administrador das minas o capitão da vila, a Diogo Gonçalves Laço (o Velho), o qual veio trazendo o alferes Jorge João, os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara, e o fundidor Domingos Rodrigues, já então novamente na Baía".
Eis que, Domingos Rodrigues estava no sertão ainda quando Dom Francisco, nos primórdios de 1599, aportou no vilarejo paulistano. Quem nos assegura tal coisa é o documento que encontrei nos "Inventários e Testamentos", volume I, página 339, segundo o qual Domingos Rodrigues, em fevereiro de 1600, arrolava no sertão os bens deixados por Francisco da Gama. Nesse mesmo inventário, encontra-se uma peça documental que diz:
". porquanto havia perto de quatro anos que havia ido à guerra da Parnaíba e não havia novas. "
3º fonte - 1955
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro; Anais da Biblioteca Nacional (RJ)
4º fonte - 21 de dez. de 1964, segunda-feira
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); “Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”
Dom Francisco enviou Martim dé •Sá em 1597 no rastro de.Diogo Soares. Em outubro de 1598, Sonhando atingir Sabarabuçú como que pela retaguarda, e . aVantajando em demasia pequena mineração dos Sardinha; crendo fazer da capitania de• São Vicente um nôvo Perk • embarCóu.para o sul, com uma comitiva de soldados portuguêses e índios mansos para o transporte de pessoas e cargas e os primeiros trabalhos, não sem enviar antes, como administrador das minas, Diogo Gonçalves Laço, que chegou à vila dé São Paulo em 13 de maio daquele ano.
5º fonte - 2012
Eduardo Tomasevicius Filho; Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema
Dom Francisco de Sousa foi duas vezes Governador-Geral do Brasil. Enquanto esteve na corte de D. Felipe II, teve contato com Gabriel Soares de Sousa, que foi senhor de engenho na Bahia e que acreditava na lenda do Sol e da Terra, mencionada pelos tupiniquins junto ao Rio São Francisco. Conseguiu autorização para voltar ao Brasil e realizar expedições pelo sertão.
Enquanto isso, enviara Diogo Gonçalves Laço para ser Administrador das Minas e Capitão da Vila de São Paulo. Com D. Francisco de Sousa vieram os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos Rodrigues. Estes foram enviados a São Paulo com ordens para receber todo o dinheiro necessário do almoxarifado de Santos para a atividade mineira.
Em 1599, D. Francisco de Sousa teria vindo a São Paulo, indo diretamente às minas de ferro de Biraçoiaba. Também ordenou que uma expedição fosse em direção ao Peru atrás de ouro, mas nada teria sido encontrado. Retornou à metrópole, mas voltou ao Brasil como Marquês das Minas. Todavia, nada se encontrou por aqui, a não ser a mina de Biraçoiaba.108 Afonso Sardinha, com a vinda de D. Francisco de Sousa, teria doado um dos engenhos construídos ao rei, para que este último o administrasse em seu nome. Também nessa mesma época ergueu-se pelourinho na região, o qual, posteriormente, deu origem à vila de Sorocaba. [p. 44]
6º fonte - 14 de fev. de 2023, terça-feira
Geneall.net; Família Laço, consultado em geneall.net
Do "Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil" de F. de Assis Carvalho Franco, consta:
"Diogo Gonçalves Laço - Portugues, casado com Guiomar Lopes. Veio do reino com D. Francisco de Souza, sétimo governador geral do Brasil, e na Bahia exerceu, em 1591, o cargo de Juiz de Orfãos.
Em 1597, D. Francisco de Souza nomeou-o administrador das minas e capitão da vila de São Paulo. Trouxe ele então consigo o alferes Jorge João, os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Miguel Pinheiro Zurara e o fundidor Domingos Rodrigues além de um regimento e ordens para receber do almoxarifado de Santos todo o dinheiro que carecesse para o benefício das minas.
Depois de algumas providências em São Vicente, esse emissário do governador geral do Brasil tornou à Bahia, regressando dali com o mesmo, em outubro de 1598, de viagem novamente para a capitania vicentina. Em Vitória, onde a comitiva escalou, Diogo Gonçalves Laço comandou uma tropa à serra do Mestre Alvaro, na sondagem da prata. Com ele seguiu Francisco de Proença, sertanista de São Paulo, não dando porém resultados a diligência. Em São Paulo, Diogo Laço acompanhou D. Francisco de Souza em todas as suas jornadas ao sertão e recebeu um regimento para o serviço das minas em 19/07/1601. Faleceu deixando geração.
7º fonte - 22 de dezembro de 2024, domingo
pt.everybodywiki.com; Consulta em pt.everybodywiki.com