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Bandeira parte para o sertão

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Bandeira parte para o sertão

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Bandeira parte para o sertão


NOV.
18
HOJE NA HISTóRIA
46
18 de novembro de 1623, sábado
03/02/2026 17:57:18




 Fontes (4)




1 de 4
Jornal Correio Paulistano
02/06/1935

Jornal Correio Paulistano
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2 de 4
Washington Luís Pereira de Sousa
01/01/1957

“Na capitania de São Vicente”. Washington Luís (1869-1957), 11° presidente do Brasil
Em 1623, a 18 de novembro, outra bandeira de que faziamparte Henrique da Cunha, o velho, João Gago da Cunha Lobo, João Raposo, Diogo Barbosa Rego, Mateus Luís Grou, Jeronimo Abres, Jerônimo da Veiga, estava acampada no sertão dos carijós (Inv. e Test., vol. 1º,pág. 208 e seguintes). André Fernandes, de Parnaíba, foi grande matador de índios eo mais cruel dos invasores, e, segundo o extrato de Pastells (obr. cit.,pág. 461), fez lá entradas.
José Monteiro Salazar01/01/1997Em um ponto de seu livro, Washington Luís Pereira de Sousa (1869-1957) "Nos campos de Piratininga, no vale do Tietê, entravam os Tupiniquins. Os tupinambás, a leste, sempre inimigos dos portugueses. Ao sul e sudoeste de São Paulo os Carijós - quase sempre também inimigos". E continua: "Depois das gr... ver mais

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3 de 4
Wikipédia
20/01/2023

Biografia de André Fernandes, consultado em Wikipedia
Em 1623 recebeu patente de Capitão da infantaria da ordenança de São Paulo.
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4 de 4
Genearc.com
14/03/2024

Genealogia de Henrique da Cunha Gago (1560-1624), consulta em genearc.net
Em seu testamento, escrito em São Paulo, SP, em 18 de Novembro de 1623, Henrique declara:

Saibam quantos esta cédula de testamento virem, como no ano de nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil seiscentos e vinte e três, neste sertão do Carijós, eu, Henrique da Cunha, doente de doença que Deus me deu, incerto de minha vida como mortal, propus a fazer meu testamento seguinte, para nele declarar minha última e derradeira vontade, o qual faço hoje aos 18 de novembro de 1623 anos.

Declaro que fui casado com a primeira mulher, chamada Isabel Fernandes, de que tive três filhos [...], meus herdeiros legítimos, os quais, fazendo Nosso Senhor alguma coisa de mim, entrarão em partilhas de aquilo que se achar. E assim lhes peço, uns com os outros sejam bons irmãos. Declaro mais: que tenho um filho por nome Estevão [de uma] negra, ao qual foi feito antes de ser casado, mas resgatado com o dinheiro de minha mulher depois de já casado, ao qual a dita minha mulher por morte e falecimento deixou forra a sua parte; pelo que peço as justiças de Sua Majestade de haver por bem tudo aquilo que elas ordenam; e com isso descarrego de minha consciência o ser herdeiro na minha fazenda ou não.

Declaro mais: que fui casado segunda vez com Catarina de Unhatte, da qual tive cinco filhos e são três machos e duas fêmeas.

Declaro mais: que tenho duas raparigas por nome uma Antonia e a outra Úrsula, e mais um rapaz por nome Antonio, os quais são filhos de uma minha negra de minha casa. [...] porque acho em minha consciência serem meus filhos e são adulterinos; os quais deixo a seu irmão Henrique da Cunha, que os doutrine como seus irmãos que são.

E declaro mais: ser casado terceira vez com Maria da Pina, minha legítima mulher, da qual não tive filho nem filhas salvo se à minha partida para o sertão se poderia gerar; peço a meus filhos e a todos em geral lhe tenham respeito como sua mãe.

Declaro ficar-me uma neta filha de um filho meu, filha de uma escrava de minha casa chamada Agostinha; e a menina se chama Maria, a qual mando se assinalem um par de vacas de meu curral para que vão multiplicando a conta da dita menina para ajuda do seu casamento.

Que se dê cinco varas de pano de algodão a uma órfã, que foi filha de Francisco de Brito.

Mais cinco varas de pano se dê a uma mulher cega que foi cunhada de Francisco da Gama.

Declaro que deixo um rapaz Guatimirim a meu genro Amador Lourenço.

Mando que se dê a Isabel do Prado duas mil telhas.

Mando que se dê a João Luiz quinhentos réis menos quatorze.

Mando se dê um hábito a uma mameluca chamada Mécia, de minha irmã Antonia Gaga.

Declaro ficarem dois serviços do gentio machos e fêmeas os quais [são] forros e, como taes, mando a minha mulher e filhos lhes dêem bom tratamento, não os vendendo nem alheando.

Bens:

Peças da Guiné [escravos] :

Isabel, com filho de peito, casada com o índio Paulo.

Antonio, mulato, filho de Isabel acima. Belchior, idem.

Gente Forra : 27, entre pés largos, marememis e temiminós

Monte Mor : 288$840

Entrega dos Mamelucos :

Três filhos, a Domingos Dias

Uma menina, a João da Cunha (que recebe as duas vacas deixadas a ela pelo avô, em testamento)

Guiomar, a Braz da Pina porque o pai não aparecia

Cartas de Terras :

Sesmaria em Orubuapira, na banda do além, por escritura de Fernão Dias

Terras em Orubuapira, que foram de Frutuoso da Costa

Sesmaria que foi de Francisco Farel, nas cabeceiras de Salvador Pires


Foi pai de oito filhos e quatro filhas:

[filho natural, quando era solteiro:]
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Jornal Correio Paulistano
02/06/1935

Jornal Correio Paulistano
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Washington Luís Pereira de Sousa
01/01/1957

“Na capitania de São Vicente”. Washington Luís (1869-1957), 11° presidente do Brasil
Em 1623, a 18 de novembro, outra bandeira de que faziamparte Henrique da Cunha, o velho, João Gago da Cunha Lobo, João Raposo, Diogo Barbosa Rego, Mateus Luís Grou, Jeronimo Abres, Jerônimo da Veiga, estava acampada no sertão dos carijós (Inv. e Test., vol. 1º,pág. 208 e seguintes). André Fernandes, de Parnaíba, foi grande matador de índios eo mais cruel dos invasores, e, segundo o extrato de Pastells (obr. cit.,pág. 461), fez lá entradas.
José Monteiro Salazar01/01/1997Em um ponto de seu livro, Washington Luís Pereira de Sousa (1869-1957) "Nos campos de Piratininga, no vale do Tietê, entravam os Tupiniquins. Os tupinambás, a leste, sempre inimigos dos portugueses. Ao sul e sudoeste de São Paulo os Carijós - quase sempre também inimigos". E continua: "Depois das gr... ver mais

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Wikipédia
20/01/2023

Biografia de André Fernandes, consultado em Wikipedia
Em 1623 recebeu patente de Capitão da infantaria da ordenança de São Paulo.
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Genearc.com
14/03/2024

Genealogia de Henrique da Cunha Gago (1560-1624), consulta em genearc.net
Em seu testamento, escrito em São Paulo, SP, em 18 de Novembro de 1623, Henrique declara:

Saibam quantos esta cédula de testamento virem, como no ano de nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil seiscentos e vinte e três, neste sertão do Carijós, eu, Henrique da Cunha, doente de doença que Deus me deu, incerto de minha vida como mortal, propus a fazer meu testamento seguinte, para nele declarar minha última e derradeira vontade, o qual faço hoje aos 18 de novembro de 1623 anos.

Declaro que fui casado com a primeira mulher, chamada Isabel Fernandes, de que tive três filhos [...], meus herdeiros legítimos, os quais, fazendo Nosso Senhor alguma coisa de mim, entrarão em partilhas de aquilo que se achar. E assim lhes peço, uns com os outros sejam bons irmãos. Declaro mais: que tenho um filho por nome Estevão [de uma] negra, ao qual foi feito antes de ser casado, mas resgatado com o dinheiro de minha mulher depois de já casado, ao qual a dita minha mulher por morte e falecimento deixou forra a sua parte; pelo que peço as justiças de Sua Majestade de haver por bem tudo aquilo que elas ordenam; e com isso descarrego de minha consciência o ser herdeiro na minha fazenda ou não.

Declaro mais: que fui casado segunda vez com Catarina de Unhatte, da qual tive cinco filhos e são três machos e duas fêmeas.

Declaro mais: que tenho duas raparigas por nome uma Antonia e a outra Úrsula, e mais um rapaz por nome Antonio, os quais são filhos de uma minha negra de minha casa. [...] porque acho em minha consciência serem meus filhos e são adulterinos; os quais deixo a seu irmão Henrique da Cunha, que os doutrine como seus irmãos que são.

E declaro mais: ser casado terceira vez com Maria da Pina, minha legítima mulher, da qual não tive filho nem filhas salvo se à minha partida para o sertão se poderia gerar; peço a meus filhos e a todos em geral lhe tenham respeito como sua mãe.

Declaro ficar-me uma neta filha de um filho meu, filha de uma escrava de minha casa chamada Agostinha; e a menina se chama Maria, a qual mando se assinalem um par de vacas de meu curral para que vão multiplicando a conta da dita menina para ajuda do seu casamento.

Que se dê cinco varas de pano de algodão a uma órfã, que foi filha de Francisco de Brito.

Mais cinco varas de pano se dê a uma mulher cega que foi cunhada de Francisco da Gama.

Declaro que deixo um rapaz Guatimirim a meu genro Amador Lourenço.

Mando que se dê a Isabel do Prado duas mil telhas.

Mando que se dê a João Luiz quinhentos réis menos quatorze.

Mando se dê um hábito a uma mameluca chamada Mécia, de minha irmã Antonia Gaga.

Declaro ficarem dois serviços do gentio machos e fêmeas os quais [são] forros e, como taes, mando a minha mulher e filhos lhes dêem bom tratamento, não os vendendo nem alheando.

Bens:

Peças da Guiné [escravos] :

Isabel, com filho de peito, casada com o índio Paulo.

Antonio, mulato, filho de Isabel acima. Belchior, idem.

Gente Forra : 27, entre pés largos, marememis e temiminós

Monte Mor : 288$840

Entrega dos Mamelucos :

Três filhos, a Domingos Dias

Uma menina, a João da Cunha (que recebe as duas vacas deixadas a ela pelo avô, em testamento)

Guiomar, a Braz da Pina porque o pai não aparecia

Cartas de Terras :

Sesmaria em Orubuapira, na banda do além, por escritura de Fernão Dias

Terras em Orubuapira, que foram de Frutuoso da Costa

Sesmaria que foi de Francisco Farel, nas cabeceiras de Salvador Pires


Foi pai de oito filhos e quatro filhas:

[filho natural, quando era solteiro:]
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len:19192
20-15/03/2024 00:34:40
EMERSON


18/11/1623
ANO:32
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