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União Ibérica: Revolução de Portugal contra o domínio espanhol
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União Ibérica: Revolução de Portugal contra o domínio espanhol

DEZ.
01
HOJE NA;HISTóRIA
242

    1 de dezembro de 1640, sábado
    Atualizado em 31/10/2025 01:36:35
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1640 — Revolução de Portugal contra o domínio espanhol: o duque deBragança é aclamado rei com o nome de dom João IV. A notícia chegou àBahia no dia 15 de fevereiro, ao Rio de Janeiro no dia 10 de março seguinte,e nessas datas foi o novo rei reconhecido pelo marquês de Montalvão,vice-rei do Brasil, e por Salvador Correia de Sá e Benevides, governadordo Rio de Janeiro, sendo imediatamente aclamado nas duas cidades. Osfestejos pela restauração da independência de Portugal começaram no Riode Janeiro a 31 de março e terminaram a 7 de abril. Em São Paulo, deu-seno dia 1o de abril a tentativa de aclamação de Amador Bueno. Recusandoeste a posição que lhe ofereciam, foi dom João IV aclamado no dia 3. [0]

Noivado e casamento O sétimo duque foi prometido em 1565 a Ana de Silva y Mendoza , filha dos príncipes de Éboli , então com 4 anos. Em 1572 , quando a duquesa tinha pouco mais de 10 anos, o Papa concedeu uma dispensa para a consumação do casamento. O invariável e imerecido favor prestado ao duque por Felipe II da Espanha explica-se por um paternal interesse pela duquesa, segundo o escândalo da época que acusava o rei de ter um caso de amor com a princesa de Éboli.Ana e Alonso eram pais de:Manuel Alonso Pérez de Guzmán el Bueno , VIII duque de Medina-Sidonia, cuja filha Luisa Francisca de Guzmán casou-se com o duque de Bragança a quem incitou a rebelar-se em 1640 contra Felipe IV , tornando-se rei Juan IV de Portugal , e reina e depois regente na minoria de seu filho.

Durante a União Ibérica, os moradores da Capitania de São Vicente, principalmente da Vila de São Paulo, puderam ampliar para dentro da América Espanhola (de acordo com o Tratado de Tordesilhas) o território de livre atuação das entradas de apresamento, que inclusive atacavam missões jesuíticas. Nesse período também floresceu o comércio e o contrabando com a região do Rio da Prata.Em dezembro de 1640, com a coroação de D. João, Duque de Bragança, que marcou a Restauração da Independência portuguesa, os colonos temiam que Portugal destruísse essa fonte de riqueza, impedindo o trânsito livre de mercadorias e proibindo o aprisionamento e a venda de índios capturados depois de intensos combates no sertão, uma vez que, era Portugal que obtinha lucros com a exploração do tráfico humano africano. Ao proibir a escravidão indígena, Portugal estaria forçando os colonos a utilizar mão de obra escrava africana e assim, a família real portuguesa visava lucros, tentando buscar o início de um vantajoso negócio: o tráfico negreiro para o trabalho escravo no Brasil-colônia, e assim sob ordens da coroa portuguesa, aprisionavam e mantinham cativos negros em Angola, Moçambique e demais colônias até o embarque para o Brasil-colônia. Assim, os comerciantes da colônia sabiam que seus negócios com Buenos Aires e bacia do Prata seriam prejudicados por essa inquietante manobra da coroa portuguesa. A aclamação do duque de Bragança como novo rei de Portugal e sua obstinada política de substituir mão de obra indígena por mão de obra escrava africana - negócio lucrativo para Portugal e para a família real portuguesa - representava um duro golpe para os comerciantes da colônia e castelhanos estabelecidos há muito em São Paulo






Arthur Virmond de Lacerda
30 de Março de 2020, domingo

Cabral no Brasil antes de 1500? Por Arthur Virmond de Lacerda Neto

EMERSON


01/12/1640
ANO:120
  testando base


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