Alvará de dom José I (ministro o marquês de Pombal) tornando extensiva a todo o Brasil as leis de 1755 acerca da liberdade dos índios, expedidos para o estado do Maranhão.[0]
Irritado com o uso generalizado das línguas nativas, o Marquês de Pombal (1699-1782), que então governava Portugal e suas colônias, resolveu impor o português na marra, por decreto, em 1758. Num documento maluco, o Alvará do Diretório dos Índios, proibiu o uso de todas as línguas indígenas e o ensino do nheengatu, “invenção diabólica” dos jesuítas. No ano seguinte, vilas de toda a Amazônia foram rebatizadas com topônimos portugueses. Surgiram, assim, Santarém e Óbidos no Pará, Barcelos e Moura no Amazonas.[Revista Super Interessante (31/10/2016)]
Rita Heloísa de Almeida (1997:176) tem uma indagação similar quanto àimplantação da língua portuguesa no confronto com a “geral”:Se caso (sic) a língua portuguesa não fosse adotada e continuasse aprevalecer a “língua geral” (principalmente no Grão-Pará, assim comopermaneceu a língua Guarani no Paraguai), os resultados na constituiçãoda cultura, do território e do povo brasileiro seriam os mesmos? [2]