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Falecimento de Pedro Dias, casado com Maria da Grã, filha de Tibiriçá, cujo nome indígena era Terebê
159004/04/2024 21:53:17

Sobre Pedro Dias, falecido em 1590 casado com Maria da Grã, filha de Tibiriçá, cujo nome indígena era Terebê, [1]

Tibiriçá (ou Martim Afonso Tibiriçá). Cacique guaianá, chefe de grande parte de nação indígena estabelecida nos campos de Piratininga, com sede na Aldeia de Inhapuambuçu. Foi batizado pelos Padres Leonardo Nunes e José de Anchieta com o nome de Martim Afonso Tibiriçá, em homenagem ao fundador de São Vicente (Martim Afonso de Sousa). Colaborou na fundação de São Paulo, ali se estabelecendo no local onde hoje se encontra a Abadia de São Bento. Em 9-JUL-1562 participou da defesa de São Paulo contra ataque de tupis, guaianás e carijós chefiados por seu sobrinho Jagoanharo. O casamento de uma de suas filhas (Terebé) com o jesuíta Pedro Dias teve a concordância do Geral da Ordem dos Jesuítas (Santo Inácio de Loiola, então residente em Roma), tendo em vista o interesse da Igreja em um bom relacionamento dos índios com os portugueses. Outra de suas filhas, Bartira, casou-se c. João Ramalho e uma terceira, batizada com o nome de Beatriz Dias, foi mulher de Lopo Dias. Tibiriçá fal. em S. Paulo (SP) em 25-DEZ-1562, em idade avançada, tendo seu corpo sido sepultado na Igreja do Colégio da Companhia de Jesus.[2]
Falecimento de Pedro Dias, casado com Maria da Grã, filha de Tibiriçá, cujo nome indígena era Terebê

Relacionamentos
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Pessoas (4)
testeMartim Afonso de Melo Tibiriçá (1470-1562)
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testeFrancisco de Saavedra
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erroc2:testeTerebê (Maria da Grã) (1520-1578)
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erroc2:testePedro Dias (f.1590)
12 registros / / 21 parentes
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Temas (3)
testeBandeirantes
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erroc2:testeColégio Santo Ignácio
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Nas crenças nativas detectou-se algum vestígio da pregação apostólica (...) Poucos meses depois de sua chegada ao Brasil, em agosto de 1549, escreve Nobrega: Eles [os indigenas] tem memória do dilúvio e dizem que Sao Tome, a quem chamam Zome, passou por aqui.
*História da Igreja no Brasil, 1977. Eduardo Hoornaert

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A não ser que eu esteja convencido pelo testemunho das Escrituras ou pela razão clara pois não confio nem no papa ou em concílios por si sós, pois é bem sabido que eles frequentemente erraram e se contradisseram) sou obrigado pelas Escrituras que citei e minha consciência é prisioneira da palavra de Deus. Não posso e não irei renegar nada, pois não é nem seguro e nem correto agir contra a consciência. Que Deus me ajude. Amém.
Martinho Lutero
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