A Câmara do Rio de Janeiro depõe o governador da capitania Agostinho Barbalho Bezerra, posto no governo por Salvador Correia de Sá e Benevides, como seu delegado.
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8 de abril de 1661, sexta-feira
Carta avisando que Salvador Correia de Sá teria ido a Paranaguá
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10 de abril de 1661, domingo
O general Sá e Benevides, acompanhado de "bandeirantes", ataca e apoderam-se da Torre da Pólvora, do fortes de São Sebestião e Santiago, onde estava o Arsenal se Guerra
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19 de abril de 1661, terça-feira
Salvador Correia de Sá retoma a cidade do Rio de Janeiro
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14 de maio de 1661, sábado
Documento
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17 de julho de 1661, domingo
Os Jesuítas, entre eles o célebre padre Antonio Vieira, são presos e expulsos do Pará pelo povo amotinado. A impopularidade desses religiosos no Pará e no Maranhão, como no Rio de Janeiro e em São Paulo, provinha da sua oposição à escravidão dos índios.
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7 de outubro de 1661, sexta-feira
Consulta do Conselho Ultramarino acerca do levantamento do povo do Rio de Janeiro e da devassa a que se deveria proceder
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3 de novembro de 1661, quinta-feira
Consulta do Conselho Ultramarino, sobre as dificuldades que havia para o transporte do Governador do Rio de Janeiro Pedro de Mello e da Infantaria que este pretendia levar
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12 de dezembro de 1661, segunda-feira
CONSULTA DO CONSELHO ULTRAMARINO AO REI [D. AFONSO VI] SOBRE O REQUERIMENTO DA CONDESSA DA ILHA DO PRÍNCIPE, SOLICITANDO QUE SE CONFIRME A NOMEAÇÃO DE JOÃO BLAU PARA O POSTO DE CAPITÃO-MOR DA CAPITANIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE TINHAÉM, DISTRITO DO RIO DE JANEIRO, POR TEMPO DE TRÊS ANOS
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