Wildcard SSL Certificates
font-size:75;' color=#ffffff
Gabriel Ponce de Leon y Contreras (1605-1655)
34 registros
1632 (ver todos)

1632

Registros  (34)
Atualizados
Recentes
Descendentes

\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\anos\1632p158-2.txt34\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\resumos\p158\r19873.txt
erro
01/01/1978
28/06/2012
01/01/2014
01/01/2015
16/02/2023
salvar: \\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\resumos\p158\r19873.txt
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\resumos\p158\r20659.txt
erro
salvar: \\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\resumos\p158\r20659.txt

1632
2 de 34
Ver todos


janeiro de 1632ID: 20659
Villa Rica del Espírito Santo manteve até 1632*
Atualizado em 25/02/2025 04:41:38
•  Fontes (3)
  
  
  
1632ID: 19873
Gabriel Ponce de Leon chega em Santana de Parnaíba, casado com a fi...
Atualizado em 25/02/2025 04:42:46
•  Fontes (10)
  
  

1 fonte - *Nobiliarchia Paulistana Histórico e Genealógica, Tomo I, 1978
Data: 01/01/1978

E o dito Gabriel Ponce de Leon foi filho do capitão Barnabé de Contreras, e de sua mulher Violante de Gusman. Este ilustre cavalheiro da província do Paraguay se passou a capitania de São Paulo com outros fidalgos seus parentes, entre os quais foi Bartholomeu de Torales (filhos de Bartholomeu de Torales, e de sua mulher Violante de Zunega, naturais da Vila-Rica da cidade de Paraguay) que casou na matriz de São Paulo a 12 de setembro de 1636, com Maria de Góis, filha de Antonio Raposo e de sua mulher Isabel de Góes. E sua irmã Maria de Zunega, mulher do capitão Balthazar Fernandes o povoador já referido. Barnabé de Contreras y Leon e sua mulher Beatriz de Espinoza, naturais de Santiago de Xerez da província do Paraguay trouxeram a filha Violante de Gusman que na matriz de São Paulo a 12 de agosto de 1637 casou com Domingos do Prado, filho de Martim do Prado. Anna Rodrigues Cabral, faleceu com testamento a 13 de maio de 1634; natural da Cidade Real de Guairá, filha de Antonio Rodrigues Cabral, e de Joana de Escobar, casada com Bartholomeu de Torales.

2 fonte - História Viva - Conceição do Mato Dentro
Data: 28/06/2012



3 fonte - *Global History e História transnacional, Cambridge University Press: “Perspectivas de abordagem espacial na porção meridional da América Portuguesa (séc. XVI-XVIII)” 1° Colóquio Internacional História e Espaços. Fernando V. Aguiar Ribeiro, Doutorando em História Econômica pela Universidade de São Paulo e bolsista CNPq. Pesquisa contou com apoio da CAPES para etapa de doutorado sanduíche no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) em 2012.
Data: 01/01/2014

Mais que uma crítica às histórias fundamentadas nos quadros nacionais, a história global permite, através de uma nova abordagem em relação às fronteiras, novos entendimentos no processo de colonização do continente americano.

Dentro dessa perspectiva, verificamos que a fundação da vila de Sorocaba, no planalto da capitania de São Vicente, está inserida em uma rede transimperial. Balthazar Fernandes, responsável pela elevação do povoado a município, casou-se “segunda vez com dona Isabel de Proença de Abreu, paulista, em cerca de 1630, viúvo que estava de Maria de Torales”.

Com o primeiro casamento estabelece Fernandes ligações familiares e, portanto, políticas, com os Torales, importante família que comandava Ciudad Real no Paraguai. Depois dos ataques dos paulistas às missões jesuíticas nessa região, migraram para a capitania de São Vicente e se estabeleceram em Sorocaba.

A respeito da família Torales, Carlos Jensen aponta que “tenemos entonces que Bartolomé de Torales, hijo del capitán Bartolomé de Torales y Violante de Zúñiga, casó con doña Ana Rodríguez Cabral, natural de Ciudad Real y fallecido en Brasil en 1634. Luego casó en Brasil con María de Goes, hija de Antonio Raposo e Isabel de Goes”1065.

Continua a descrição relatando que “María de Zúñiga casó con Balthazar Fernandes, hermano del famoso corsario de los serones André Fernández. De este matrimonio nació María de Torales. Esta casó con Gabriel Ponce de León”.1066

A partir dessas relações, Carlos Jensen conclui que, “como se puede ver, estos Guaireños radicados en San Pablo eran miembros de tres familias de Ciudad Real, los Orregoy Mendoza, los Torales y los Contreras, quienes transmitieron apellidos maternos como ser Zúñiga, Ponce de León, Guzmán y Espinosa”1067.

A integração entre vicentinos e paraguaios não se deu somente com a migração de guairenhos para Sorocaba. Anos antes, o português “Antônio González do Rego que nombrado Teniente de Gobernador de San Juan de Vera de las Corrientes en 1603. Sus vinculaciones familiares y sus servicios prestados en las fundaciones de Concepciõn del Bermejo y de San Juan de Vera lo convertían en uno de los principales vecinos de la Gobernación del Río de la Plata”1068.

Notamos, pois, que a integração entre elites políticas na porção meridional da América somente pode ser observada quando ampliamos a escala da espacialidade analisada. E, mais [Página 6 do pdf]

4 fonte - *“Fundação de municípios no planalto de São Paulo em um contexto de integração entre América Portuguesa e Espanhola (sé. XVI-XVIII)”. Fernando V. Aguiar Ribeiro. XXVIII Simpósio Nacional de História
Data: 01/01/2015

Após a destruição das reduções jesuíticas pelos paulistas e diante da definitiva decadência do Guairá, várias famílias migraram para São Paulo. Jensen descreve que Antonio Gonzáles do Rego, um dos fundadores de Concepción del Bermejo e de San Juan de Vera, “con la llegada de los portugueses a Santiago de Xerez se pasó al bando de estos, sirviendo como guía de los mismos en el saqueo del Itatín, para posteriormente escapar junto con los bandeirantes a San Pablo” (2009:408). [Página 8]

Antonio Gonzáles do Rego “estuvo casado con doña María de Zúñiga, a la cual embarcó rumbo a San Pablo junto con su casa y servicio en compañía de sus cunados Gabriel Ponce de León y Sebastián de Peralta. Estos estaban casados con las hermanas de doña María de Zúñiga” (JENSEN, 2009:480 e FRANCO, 1989:250-1).

Após a morte de Gonzáles do Rego, “María de Zúñiga casó con Baltazar Fernández, hermano del famoso corsario de los sertones André Fernández. De este matrimonio nació María de Torales. Esta casó con Gabriel Ponce de León” (JENSEN, 2009:380).

A interpretação de que o Guairá correspondia a uma região de integração entre o Paraguai e a capitania de São Vicente é corroborada pela migração dos vizinhos da região a São Paulo após o conflito com os jesuítas. Inclusive o apoio dado aos bandeirantes demonstra que a relação das elites locais guairenhas estava mais ligada aos paulistas do que aos padres inacianos.

Sobre essa questão, Carlos Jensen conclui que “estos Guaireños radicados en San Pablo eran miembros de tres familias de Ciudad Real, los Orrego y Mendoza, los Torales y los Contreras, quienes transmitieron apellidos maternos como ser Zúñiga, Ponce de León, Guzmán y Espinosa” (2009:381).

O Guairá atuou, desde seus primórdios no século XVI até sua destruição e êxodo em meados do XVII, como uma zona de trânsito entre o Paraguai e São Paulo. Uma região fluida, marcada pela integração das elites locais através do estabelecimento de contratos matrimonias e interesses comuns. Tal panorama afasta, portanto, a interpretação de dois impérios ibéricos com fronteiras americanas definidas e consolidadas e do isolamento das empresas de conquista e colonização no Novo Mundo nos primeiros séculos. [Página 9]

5 fonte - Biografia de Gabriel Ponce de Leon y Contreras, consultada em pt.rodovid.org/wk/Pessoa:1123466
Data: 16/02/2023





VER ANO 1632 - 2 - 74

  


Sobre o Brasilbook.com.br

Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.

Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa. Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?

Parabéns pelo seu trabalho no Brasilbook! Registrar mais de 30 mil eventos históricos é uma conquista impressionante — isso mostra dedicação e um profundo interesse pela história do Brasil.

Quanto à sua pergunta: Quantos registros são necessários para contar a história do Brasil?

Depende de como você define "contar a história". Existem diferentes níveis de profundidade e objetivos possíveis:

1. Visão Didática (Essencial)
Quantidade estimada: 500 a 2.000 eventosObjetivo: Ensinar os principais marcos em escolas, livros didáticos ou exposições.Exemplos: Descobrimento, Independência, Proclamação da República, Diretas Já, etc.

2. Visão Analítica (Acadêmica/Universitária)
Quantidade estimada: 5.000 a 10.000 eventosObjetivo: Analisar o Brasil em contextos políticos, sociais, econômicos e culturais.Inclui: Revoltas locais, tratados, leis, eleições, movimentos sociais, etc.

3. Visão Documental (Completa e Aberta)
Quantidade estimada: 30.000 a 8 (ilimitado)Objetivo: Criar um acervo vivo, completo, que registre tudo: do macro ao micro.Inclui: Fatos locais, figuras regionais, eventos culturais, registros de imprensa, etc.Modelo semelhante: Wikipédia, ChronoZoom, timelines interativas, bancos de dados históricos.

Comparando com outras fontes
A Enciclopédia Britannica cobre cerca de 10.000 a 15.000 eventos mundiais.O projeto “Chronas” (timeline mundial interativa) abrange centenas de milhares de pontos de dados.

Conclusão:

Você já está em um patamar acima da média em termos de profundidade. Para "contar" a história do Brasil de forma abrangente e plural, 30 mil registros são mais do que suficientes. Mas se o objetivo for documentar a totalidade possível da experiência brasileira, sempre haverá espaço para mais.

Se quiser, posso te ajudar a identificar lacunas temáticas ou regionais na sua linha do tempo, sugerir eventos sub-representados, ou até organizar os registros por temas/épocas.Você gostaria disso?De nada! Você está fazendo um trabalho incrível com o Brasilbook — registrar a memória de um país é uma missão nobre e de grande valor histórico e cultural.Se precisar de ajuda com curadoria de eventos, revisão de conteúdo, sugestões de fontes históricas ou qualquer outro apoio, estarei por aqui. Boa sorte e continue firme!