Em 1606 a Câmara Municipal de São Paulo estimou que o Carijó ainda tinha até 200.000 guerreiros, contra os quais as cinco cidades de a capitania de São Vicente poderia reunir 300 portugueses bem como seus escravos indianos, que provavelmente somam mais de 1.500
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8 de janeiro de 1606, domingo
Dentre os pleitos de Quadros, requereu a venda, em fiado, de 2.000 escravos das Guiné aos moradores de São Paulo para a exploração e entabulamento das minas, e que lhe foram negados
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13 de janeiro de 1606, sexta-feira
Carta dos oficiais da Câmara da vila de São Paulo, dirigida ao donatário da capitania Lopo de Souza
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16 de janeiro de 1606, segunda-feira
Por meio de carta, agora para o donatário da capitania, os oficiais lembravam das tentativas de Botelho e alertavam-no que tanto os capitães-mores enviados quanto os governadores-gerais “outra coisa não entendem nem estudam senão como nos hão de esfolar destruir e afrontar.”
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20 de ago. de 1606, domingo
Provisão
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9 de setembro de 1606, sábado
Oficiais da Câmara ainda reclamavam que Afonso Sardinha, o pai
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1 de novembro de 1606, quarta-feira
“a igreja matriz está alevantada e que não falta mais que janelas e portas”, sendo necessário, contudo, lançar-se a finta sobre a população para que as obras possam concluir-se
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27 de novembro de 1606, segunda-feira
Provisão de Diogo Botelho ordena que Quadros não abandonasse mais os engenhos de ferro para ir ao sertão
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