Registros de construção de fortificações, como a de Emboaçava
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1592, quarta-feira
Pedro Nunes participou de ajuntamento exigindo auxilio no carregamento compulsório de farinhas da vila para Santos
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1592, quarta-feira
Mateus Leme volta novamente à Câmara de São Paulo como almotacé
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29 de fevereiro de 1592, sábado
Maria Afonso queria 8 braças vizinhas às que comprou de Domingos Luiz Grou, até encostar nas de Gaspar Colasso
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28 de mar. de 1592, sábado
João de Santana era casado, queria vir para a vila por “ser muito necessário recolherem-se os moradores à vila e nela terem casas por respeito de estarmos em guerra”
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18 de abril de 1592, sábado
Gaspar Fernandes estava na terra ha 30 anos, era casado com filhos. Queria chãos para casas de três lanços, em frente à sua casa
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20 de abril de 1592, segunda-feira
Belchior da Costa, por provisão de 20 de abril desse ano, nomeou para uma entrada Afonso Sardinha
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25 de abril de 1592, sábado
Em abril de 1592, começou ele a sua atividade administrativa na vila de S. Paulo e seu termo, pelo provimento dos cargos locais. Assim, em 25 de abril fez a nomeação de Gaspar Colaço para capitão e língua da aldeia de S. Miguel; a 9 de maio, a de Belchior da Costa, para escrivão e tabelião da Câmara, do judicial e notas, almotaçaria e órfãos
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29 de abr. de 1592, quarta-feira
Capitão da gente de S. Paulo para reger e governar, de que teve patente por Jorge Correa, moço da câmara
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maio de 1592
Auto que mandaram fazem os oficiais da câmara juízes e vereadores a requerimento do procurador do conselho e mais povo*
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2 de maio de 1592, sábado
Por patente entre a 2 de maio de 1592, foi entregue a Afonso Sardinha, em substituição a Jorge Correa, o lugar de capitão-mór, pois que a vila estava ameaçada pelo nativo
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2 de maio de 1592, sábado
Mateus Leme, por causa da guerra, precisavam os moradores se recolher à vila. Era casado e pediu chãos em frente à casa do pai
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6 de maio de 1592, quarta-feira
Aleixo Leme queria o quintal de Taipa que foi de Salvador Pires, no buraco de onde se tirou terra para a casa de..... Maciel. Morava em um Outão
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9 de maio de 1592, sábado
Nomeação de Belchior da Costa
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16 de maio de 1592, sábado
Diogo Fernandes queria chãos junto à sua casa, no canto de João do Prado, ao lado de Gaspar Fernandes, confrontando do outro lado com Mateus Leme
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30 de maio de 1592, sábado
Câmara
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jun. de 1592
Após o falecimento do sogro solicitou terras para os pequenos cunhados*
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2 de ago. de 1592, domingo
Afonso Sardinha começou a escavar em Araçoyaba
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2 de agosto de 1592, domingo
Antônio de Proença, o qual Afonso Sardinha chamava de “cunhado”, possuía navio em trânsito de Angola para o Brasil
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23 de agosto de 1592, domingo
Os oficiais da Câmara se reuniram para tratar da necessidade de uma entrada ao sertão da capitania "para ver o estado dos nossos inimigos", com os quais estavam em guerra, havia dois ou três anos
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20 de setembro de 1592, domingo
Diogo de Lara assinou na Câmara
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30 de setembro de 1592, quarta-feira
Afonso Sardinha é eleito capitão da guerra contra os índios
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10 de outubro de 1592, sábado
Se ajuntaram em câmara os oficiais dela para tratarem coisas pertencentes ao bem comum e fizeram almotacel a Alvaro Neto nesta vila morador o qual servira este mês de outubro e de novembro (...) Belchior da Costa
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10 de outubro de 1592, sábado
Em outubro o velho bandeirante recebe nova provisão para ir ao sertão "porquanto na villa de São Paulo houve rebates de contrarios e os nossos estão temorizados de os indios virem sobre nós ... "
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2 de nov. de 1592, segunda-feira
Deixou testamento, escrito e aprovado pelo tabelião Belchior da Costa (ignora-se a data de abertura)
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13 de nov. de 1592, sexta-feira
Em seu Testamento descreve seus bens, especialmente uma grande Fazenda em Amboaçava, onde Braz Cubas teria “umas cruzes de pedras”
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